Aprendendo com o passado



O Botafogo faz seu jogo mais importante do ano nesta quarta-feira no Rio Grande do Sul. Muitos torcedores lamentaram o empate sem gols na partida de ida contra o Grêmio, pois entendiam ser vital ganhar em casa nas quartas de final da Libertadores. Só que fundamental mesmo foi não ter sofrido gols, pois estamos falando de um choque entre dois times que foram iguais nas vezes que se enfrentaram até aqui.

O que pode fazer a diferença favoravelmente ao Glorioso é pegar no passado a fórmula para conseguir avançar. Isso porque, dos seis jogos que o Botafogo fez fora de casa nesta Libertadores, em quatro deles o time obteve resultados que servem diante do Grêmio. Na primeira fase, o 1 a 1 com o Colo-Colo; na fase de grupos o 2 a 0 no Atlético Nacional e o 1 a 1 com o Barcelona de Guayaquil, além do 1 a 0 no Nacional do Uruguai pelas oitavas. Em todas essas situações o Botafogo mostrou uma força muito grande, que se repetida contra o Grêmio pode ser determinante.

Até mesmo quando não conseguiu o resultado, nas derrotas de 1 a 0 para Olimpia e Estudiantes, o Botafogo foi seguro em campo. No primeiro caso demonstrou equilíbrio nas cobranças de pênaltis. Algo que pode se repetir agora. Já contra o Estudiantes, administrou a situação porque a derrota por contagem mínima lhe garantia a primeira posição do grupo, o que se confirmou.

Mais do que as possibilidades de classificação, vitória, empate com gols, enfim, o que vai fazer a diferença é a maneira como o Botafogo vai se comportar em campo. Se for o time copeiro que acompanhamos até aqui na maioria dos jogos, a classificação está longe de ser algo impossível, com todo o respeito que o Grêmio merece.



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