Opções a serem trabalhadas



O empate sem gols com o Cruzeiro garantiu um pontinho importante para o Botafogo, principalmente por conta das condições da partida. O fundamental, porém, foi analisar as opções que Jair Ventura passa a ter após testar alguns de seus reservas. A grande expectativa girou em torno de Leonardo Valencia, que já tinha entrado bem contra o Palmeiras. O chileno mostrou que pode contribuir muito. Tem boa percepção e parte para cima, seja nos contra-ataques, seja quando é preciso tomar a iniciativa. Não esteve inspirado em boa parte dos lances, mas mesmo assim deixou visível ter talento e personalidade.

Ainda em relação a Valencia, o treinador precisa apenas ter uma boa conversa com ele sobre as características do time. O Botafogo não permite espaço para individualismo em excesso, tipo o que prejudicou alguns contra-ataques em Belo Horizonte. O Botafogo é um time treinado para ser fatal nesses contra-ataques e o chileno vai precisar entender rapidamente isso.

Se Valencia se mostrou, apesar do egoísmo em alguns lances, uma peça importante para o futuro, sobre Brenner, este deixou a desejar. Se movimentou menos que o esperado e parecia ter dificuldades de entender o estilo de jogo do Botafogo. Ainda precisa mostrar muito mais para ser considerado uma boa peça de reposição.

Por fim, embora já rodado, Marcos Vinícius mais uma vez mostrou, mesmo entrando no segundo tempo, sua utilidade. Perdeu um gol feito, mas em um lance daqueles em que você se convence que a bola não ia entrar mesmo. Com Leonardo Valencia e Marcos Vinícius o Botafogo muda um pouco seu patamar em termos de criatividade. Principalmente quando precisar propor o jogo. Algo que ao longo da temporada foi motivo de preocupação.



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