Pimpão: esforço premiado



Rodrigo Pimpão chegou ao Botafogo com status de titular em 2015, mas tratado como reforço compatível em um ano de Série B de Campeonato Brasileiro. Se entregou sempre em campo. Mostrou talento. Também fez alguns belos gols. Quando foi embora no meio da Segundona deixou os torcedores preocupados. Com elenco mais encorpado, voltou em 2016 para disputar posição. O aspecto físico realmente pesou e ele foi banco a maior parte do tempo.

O rótulo estava criado: jogador para compor o elenco. O time foi para a Libertadores, Neilton saiu e é preciso contratar. Pimpão não pode ser titular em torneio tão importante. Jair clamava nas entrevistas por um homem que caísse pelos lados do campo. Veio Guilherme. Quando realmente pôde jogar Pimpão já era artilheiro. O começo animador contra o Rio Branco, quando fez gols e exibiu um belo prepara físico, deixaram uma pulga atrás da orelha da torcida: será que dá? Até aqui deu.

Pimpão foi decisivo contra o Colo-Colo e diante do Olimpia. Brilhante? Mesmo fazendo belos gols não pode ser tratado dessa maneira. Esforçado, com uma boa desde de qualidade? Apostaria mais nesta definição. Não desiste das jogadas, briga por cada posse de bola e quando precisa, finaliza e resolve. Se vai resolver até o fim da Libertadores, sinceramente acho que não. Mas que é muito bom ter ele no elenco, disso eu tenho certeza que o Ventura concorda. E a torcida também.



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