O recomeço passa pela base



A conquista do título do Campeonato Brasileiro Sub-20 deixou todo botafoguense orgulhoso. Um triunfo dentro da Arena Corinthians, com autoridade, deixando a impressão de que havia caixa para mais gols. Até um pênalti foi desperdiçado. Porém, mais importante do que o título que vai entrar para a história, é saber que o momento pode ser histórico para o Glorioso, que só tem esse nome justamente porque sempre foi uma máquina de produzir craques.

A geração que venceu o Corinthians deixa a torcida animada em relação ao futuro. Mas o presente também não pode ser desprezado. Hoje estão no grupo principal jogadores que ou são realidade ou que podem muito bem dar caldo melhorando em alguns quesitos. Diego, Emerson Santos, Leandrinho, Sassá, Fernandes, Luis Henrique e por aí vai. São a base alvinegra navegando no elenco principal. Até seu técnico o Botafogo fez em casa e olha que ele vem empolgando também.

Construir o futuro passa por entender o presente e aprender com o passado. Tirar lições com a escolinha do Neca ou com a subida de Zagallo com o time de juniores na década de 60 pode fortalecer muito o Botafogo. Não perder suas promessas por erros infantis, como o que houve com Gabriel e Daniel e que pode acontecer com Luis Henrique, também é fundamental. Mas de uma coisa o botafoguense não pode reclamar: está voltando a ter esperanças com a garotada de General Severiano. Que todos tenham vida longa no Glorioso.



  • Miguel Laskoski

    A diretoria do Botafogo tem de fazer todo empenho para manter o Luiz Henrique, com um contrato longo e uma multa rescisória bem alta. Os erros cometidos com o Daniel e o Gabriel não podem se repetir. O time não se pode dar ao luxo de perder jogadores importantes sem que tenha tido nenhuma compensação!

    • Gigante Glorioso

      Amigão, contrato longo e multa alta pressupõem salário alto na mesma proporção, tá disposto a pagar caro por um moleque? Haja vista Lucas zen…. O LH é jovem demais e tem que baixar a bola, até agora não mostrou ao que veio, deve ser emprestado para ganhar caldo, não tem cacife, ainda, para atuar no Fogão. A diretoria tem a obrigação de cuidar do BOTAFOGO e às vezes isso é mostrar a um menino qu eele não tem essa importância toda.

      • Bira Fogão

        Meu caro Glorioso, o que você entende como salário alto na mesma proporção?

        • Peter

          E o que um cagão entende de alguma coisa relativa a finanças e a futebol?

    • Peter

      Contrato longo e multa rescisória alta para um cabeça de bagre como o Luiz Henrique? Somente o Botafogo faz essas coisas. O moleque é uma expectativa que nunca se concretiza.

  • Bira Fogão

    O nobre blogueiro não abordou um aspecto dos mais importantes nas revelações de novos talentos; que é a participação do Clube nos Direitos Federativos dos atletas.
    De nada adiantará promover um jogador no qual o Clube tenha uma ínfima parcela do seu “passe”. O Clube fica com os custos e os empresários com os lucros. Infelizmente é isso que temos visto no futebol nacional.

    • Peter

      Bira cagão, me responda:
      Você é cagão por que é bundão ou bundão por que é cagão?

  • Miguel Laskoski

    A valorização de um clube de futebol da mesma maneira que acontece com as empresas, e de valorização de seus recursos humanos! No caso especifico do futebol o valor do patrimônio está diretamente relacionado com o investimento em alguns elementos como pessoas, processos e produto! A valorização da mão de obra do clube, ou seus atletas é claro que deve obedecer ao racionalmente equilibrado. Mas o correto é que alguns jogadores poderão dar um maior retorno ao clube do que ele os perder sem ter tido nenhum beneficio. Veja-se os casos do Daniel e do Gabriel, pelo menos que os investimentos possam compensar ao clube formador como no caso do Vitinho. Penso que o Renan Gorne e o Buchecha são jogadores que terão um futuro brilhante! Assim o Botafogo deve fazer um plano especial para eles, que numa negociação futura o clube tenha seu retorno!

MaisRecentes

Aprendendo com o passado



Continue Lendo

Renato Gaúcho e as marcas que o tempo não apaga



Continue Lendo

A importância da máquina rodar



Continue Lendo