Queimando etapas no bom sentido. Uma onda de otimismo



É recordando o passado que pegamos na experiência de outrora lições para que o futuro seja melhor. E o momento do Botafogo é um convite para isso. Tenho até hoje a sensação de que o time de 2007, liderado por Cuca, poderia ter entrado para a história como um dos maiores de todos os tempos. Tinha condições, inclusive, de ter feito uma tríplice coroa. Perdeu a final do Carioca para o Flamengo nos pênaltis. Isso para não lembrar o gol e a expulsão de Dodô nos acréscimos do segundo tempo. Ana Paula de Oliveira e o frango de Julio Cesar afastaram o Glorioso da Copa do Brasil. Perdeu para o River Plate na Sul-Americana em uma tragédia do outro mundo. Desandou no Brasileiro mesmo tendo ficado invicto nas primeiras 10 rodadas.

Aquele time, porém, começou a ser construído um pouco antes. En 2003 o Botafogo subiu para a Primeira Divisão. Em 2004, sofreu para se manter nela, tanto que escapou de uma nova degola na última rodada. Em 2005 começou a se reafirmar como força, chegando a liderar a competição por algumas rodadas e ir para a Sul-Americana, o que na época era valorizado. Em 2006, além do título carioca, foi crescendo no Brasileiro e chegou a sonhar com Libertadores. Nesses anos todos o Botafogo foi se preparando para ter um time caro e competitivo. Mas que fracassou em 2007 por coisas do tipo: estava escrito, tinha que ser assim…

Vejo, porém, que o Botafogo de agora parece andar em um ritmo mais rápido do que o da década passada. Está queimando etapas, juntando em uma só temporada, a atual, o que viveu em 2004, 2005 e 2006, por exemplo. Isso porque o fantasma do rebaixamento vai se tornando uma vaga lembrança na cabeça de Sassá e companhia. A Libertadores, nos gols de Camilo, passa a ser um sonho não tão impossível, pelo menos em termos de pontuação. Porém, o mais importante, é que vai montando uma espinha dorsal que pode servir de base para a formação de um grande time em 2017, principalmente com o suporte do patrocínio da Caixa. Jéfferson, Joel Carli, Aírton e Camilo, por exemplo, formam uma base interessante. Para os padrões atuais, Luis Ricardo, Neilton e Dudu Cearense, por exemplo, não são de se jogar fora. Emerson Santos, Fernandes, Leandrinho, Luis Henrique e Sassá, por exemplo, mostram que a base pode colocar seus tijolos nesta construção. Com algumas contratações importantes, 2017 pode ser, dez anos depois, o que 2007 poderia ter sido, mas não foi….



  • EU AVISEI!!!
    “ROLO COMPRESSOR ALVINEGRO COMEÇA A ESMAGAR!!!”
    INTERNACIONAL FOI TRITURADO!
    FLALIXO FOI TRUCIDADO!!!!!
    BRAGANTINO VIROU PAPEL!
    PALMEIRAS VIROU PAÇOCA!
    SÃO PAULO VIROU AREIA!
    SPORT FOI MOÍDO!
    GRÊMIO FOI AMASSADO!
    FLUMINENSE VIROU PURPURINA!
    CRUZEIRO FOI HUMILHADO!
    E SAI DA FRENTE QUE VEM AÍ O ROLO COMPRESSOR ALVINEGRO
    VAI PASSAR POR CIMA DE TODO MUNDO

  • Marco Brasil

    Sim Mansell, concordo. Com essa folga e provável escape do z4, mais do que pensar nessa temporada, creio eu que estamos montando uma espinha para o próximo ano. Diretoria tem que abrir o olho e segurar o camito. Se conseguirem preencher as lacunas com jogadores de nível teremos um time.

  • Jorge Luis

    Mas para isso precisamos de reforços pontuais como um bom lateral direito, um zagueiro jovem e veloz para fazer companhia ao Carli, um substituto a altura do Airton, um meia de qualidade para fazer dupla com o Camilo (que poderia ter sido o Alex, mas que acabou desandando) e finalmente um atacante artilheiro para a reserva do Sassá (Bruno Rangel da Chapecoense vive dando bobeira, é só contratar) e claro, manter os principais jogadores deste ano como Sassá, Neilton, Camilo, Carli, Airton…

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