Quando Ricardo não inventa a tendência é a coisa caminhar



Longe de mim colocar no técnico Ricardo Gomes a responsabilidade pela fraca campanha do time do Botafogo no Campeonato Brasileiro. Porém, os que me acompanham neste espaço sabem que nos últimos jogos tenho criticado algumas escolhas do comandante, como o argentino Gervásio Núñez e o atacante Anderson Aquino. Contra o Internacional, porém, quando vi a escalação passei a acreditar que seria possível um bom jogo do Glorioso no Beira-Rio.

Sem Sassá, lesionado, Neilton e Ribamar são mesmo os mais indicados para formarem o ataque. Camilo tinha que ser usado, e correspondeu. O treinador ainda deu uma oportunidade ao talento de Fernandes, não o escalando como volante e lhe dando a oportunidade de ajudar na criação. As escolhas de Ricardo pesaram para o resultado.

O que se viu foi um Botafogo leve em campo, deslizando em contra-ataques. O resultado final poderia ter sido o de um placar bem mais dilatado se o Alvinegro não tivesse repetido a sina de perder gols. Dessa vez eles não fizeram falta.

A boa atuação no Sul e a estreia de Camilo, aliadas ao fato de que Rodrigo Pimpão passa a ficar à disposição, deixam o Botafogo mais animado para os próximos jogos. Resta agora entender os motivos que levam Airton, outra peça importante, não conseguir completar um jogo. No mais, é aguardar que outras figuras importantes como Jefferson, Leandrinho, Joel Carli, Emerson Santos e Sassá se recuperem, além de ver se o tal Canales é tudo o que se espera dele mesmo. O Botafogo pode ter um fim de ano muito mais tranquilo do que muitos projetam. É só não regredir.



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