Queremos o time ofensivo para brilhar!



Alô, Turma da Fuzarca!

Até que enfim o nosso chefão Jorginho colocou o Vascão para a frente, ofensivo, pá! Somos o maior clube de todo o mundo, não podemos ficar na retranca, esperando o adversário, as nossas principais missões em campo desde sempre são atacar, atacar, fazer gols, vencer, derrotar o Menguin toda vez e ser campeão!

Marcelo Mattos tem a sua qualidade, pode voltar ao time titular em outra ocasião, mas neste momento, depois de seis partidas sem vencer, depois de seis partidas de sofrimento, temos que colocar o time mais ofensivo possível. Junior Dutra, testado por Jorginho, tem esta característica e irá aproveitá-la muito bem.

Sabadão, estaremos juntos na Colina Histórica para sermos testemunhas do Vascão voltando a brilhar e retomando a liderança sem piedade dos rivais!



  • Marco

    Espero que tenha razao, pois discordo completamente. Os piores jogos (empates e derrotas) foram justamente quando Mattos nao estava em campo, substituido por Diguinho, por cansaco ou contusao. Diguinho parece ter melhor saida, mas Mattos parece dar mais seguranca a defesa. Num time com Madson por um lado e Julio Cesar do outro, tem que existir cobertura, da mesma maneira que, com Andrezinho, Nene, e Ederson, mesmo com Andrezinho voltando para cobrir (e vem fazendo isso muito bem para a famigerada idade que todos apregoam), Jorge Henrique se fazia essen ial. Junior Dutra ainda nao me encheu os olhos, e Ederson ja provou que joga melhor com um Thalles em campo. Felizmente temos Luan de volta, e ainda nao entendi o porque do substituto ate agora ter sido Rafael Marques e nao Jomar. Grande achado o Douglas, que combinaria muito bem com o Mattos, com Douglas mais avancado. Ficaria com Martin, Madson, Luan, Rodrigo, e Julio Cesar (sempre gostei muito do garoto Henrique – felizmente parece que a mare de azar do garoto se foi); Mattos; Douglas, Andrezinho, Nene, e Ederson; Thalles.

  • Nelson

    O Vaco vence, mas não convence. Ontem, contra o Oeste, passamos o maior sufoco no segundo tempo. O time deu chutões para o ataque, sem saída e toque de bola. O ataque e o meio de campo não se desloca para receber a bola. Todos ficam parados e querem receber a bola no pé.

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