A batida no peito e o monumental



Alô Turma da Fuzarca!

Confesso que quando meus amigos do LANCE! me disseram que o rei Juninho não ficaria conosco até o fim da temporada, fiquei sem saber o que escrever. Porém, ao lembrar do nosso Reizinho, logo me veio a mente aquela eterna batida no peito, em cima da Cruz de Malta, depois da sensacional virada contra o Palmeiras, em 2000.

É impossível não recordar de tal comemoração sem que as lágrimas rolem. E este momento não é o único. Quem não se lembra do gol monumental contra o River Plate? Sem dúvida, o tento que mais comemorei, ó pá!

É Juninho… A massa cruz-maltina viu que fizestes de tudo para continuar, mas teu corpo não aguentou. Por isso, mesmo não estando mais em campo, tu continuaras eterno em nossa história.

Parece que foi ontem que o Reizinho chegou ainda gajo na Colina e ensaiou suas primeiras cobranças de falta. Que tempo bom! Melhor parar por aqui, pois as lágrimas já tomam conta da minha boa e velha barba lusitana.

Valeu Juninho, obrigado por tudo! Jamais te esqueceremos.



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