Lições do Mito para Monsieur Aidar e nossos rivais



Caros tricolores, tricampeões mundiais, finalmente o Monsieur Carlos Miguel Cástex Aidar fez o que se espera de um cardeal do Sacrossanto e ofereceu ao Mito um contrato até o fim deste ano. Destaco a atitude, mas não elogio, porque isso não é nada mais do que a obrigação de qualquer ser humano vivo e consciente.

Bom, confiante de que Rogério Air Ceni não abandonará o clube que tanto amamos e seguirá conosco até dezembro, pensei aqui numa listinha do que ele pode ensinar para nossos pobres rivais até lá – e olha que algumas lições ele já cansou de mostrar como é que se faz.

1 – Nunca cairás para uma divisão inferior no Campeonato Brasileiro: como a história comprova, dois de nossos amiguinhos, Massimo e Tião, já foram reprovados neste teste. Os porquinhos, inclusive, bombaram duas vezes esse quesito primordial.

2 – Farás história em estádios de verdade e com capacidade superior a 60 mil torcedores: infelizmente, por razões óbvias, nenhum dos rivais – pode incluir o Little da Baixada, vai – pode cumprir esta lição deixada pelo Mito.

3 – Serás ídolo verdadeiro e eterno: na Marginal Sem Número, peruano deita e rola e sai chutado; No chiqueiro, chileno-venezuelano só chuta o vácuo; Na Vila, pai de Filé de Borboleta chuta todo mundo, vende o filho e dá comissão aos lambaris.

O certo é: se o Ceni quiser jogar mais dez anos, os porquinhos ainda não terão voltado a jogar a Libertadores, o timinho não terá quitado os salários e o Little não terá enchido a Vila ainda…



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