A champanhe e o chororô…



Caros tricolores, tricampeões, vou contar um segredo para vocês: já faz tempo que estou sabendo do novo chapéu que demos nos Porquinhos para trazer o AK47.

Na verdade, quando pintou a chance de jogar no Maior do Mundo, o Kardec não perdeu tempo. Ligou para mim e fez o convite para o casamento dele. O cara é diferenciado. Que festança!

Fomos Douglas, Showza, Milton Cruz, Monsieur Aidar e eu. Kardec se emocionou.

– Ainda bem que  vieram, gente elegante faz falta. Estou cansado de falsas promessas, crise e contrato de produtividade. Onde eu assino, caro Aidar?

Depois dessa, foi só estourar a champanhe e esperar o chororô…



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