Palito é ídolo sem máscara



Caros tricolores, tricampeões mundiais, temos um ídolo de verdade em nosso elenco. Alvaro Pereira pode não ser um craque da estirpe de Darío Pereyra ou Pedro Rocha, mas com certeza honra a raça demonstrada pelo também uruguaio Pablo Forlán.

E não é que o Palito tem um quê de Pablito? Assim como o lateral-direito dos anos 70, Alvaro não tem dó e nem piedade na hora de arrepiar os adversários. Até o Lodeiro que joga com ele na seleção uruguaia sofreu no domingo.

Como todo tricolor, o cara ainda sabe falar bonito, é articulado e mostra que gosta do clube. Gosta tanto que mesmo com o nariz quebrado vai pro campo e não tira o pé (não mesmo) das divididas.
Olho pra ele e consigo imaginar Rogério Air Ceni levantando mais um Brasileirão no fim deste ano. Pena que o capitão não estará no MorumTetra da Liberta em 2015…



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