A CBF quer nos derrubar de novo



Caros tricolores, tricampeões mundiais, a CBF quer tentar nos derrubar mais uma vez. Se quando estamos brigando lá em cima ela já nos prejudica, imagina agora que vivemos uma fase atípica, lutando lá embaixo. Essa maratona de jogos é um estupro no nosso planejamento!

Lembram em 2009, na reta final do Brasileirão? Suspenderam o Jean e o Dagoberto por TRÊS partidas por causa de cartão vermelho – e sem agressão!!! Nem Hugo, o Zidane de Ébano, conseguiu fazer com que o Soberano se recuperasse daquele assalto.

Agora, o Tricolor vai jogar contra Náutico e Criciúma só nessa semana! E já jogou com o Botafogo no domingo! Um absurdo! É um crime contra a integridade física daqueles que defendem nosso manto sagrado… Endosso o coro ao mesmo tempo que discordo do M1TO, que disse que a “entidade” não se preocupa com os clubes. No nosso caso se preocupa sim! Se preocupa em nos roubar!

Mas tudo bem. Ao fim do Brasileirão daremos um tapa na cara da CBF de novo. Não vai ser dessa vez que vão nos derrubar. Até porque time grande não cai. E tenho dito!



  • pior que este lazarento do marin e são paulino imagino se ele fosse corintiano esta desgraça um torcedor assim não precisamos de inimigos

  • Caiçara

    Ah! Que é isso? Elas estão descontroladas!

  • Cativeiro

    A polêmica é antiga, atiçada pelo clubismo cego e pela falta de memória do brasileiro. Foi reavivada por uma matéria da Folha de S. Paulo (para assinantes) da quarta-feira, 21 de janeiro de 2009, que questionava uma frase do guia oficial do Campeonato Paulista, publicado esta semana pela Federação Paulista de Futebol (FPF). “O São Paulo cumpriu uma campanha ruim, não se classificou nem na repescagem e foi rebaixado para a segunda divisão.”

    “FPF rebaixa o clube e ‘suja’ título de 91”, escreveu a Folha. Diante da indignação dos são-paulinos, a FPF recuou e divulgou nota oficial dizendo que o texto de seu próprio guia “não procede”. Culpou pelas informações o historiador Rodolfo Kussarev, que por sua vez culpou o livro A História do Campeonato Paulista (Publifolha, 1997), escrito pelo autor destas linhas e por Valmir Storti, à época repórteres da própria Folha de S. Paulo.

    Procurado pelo autor da matéria, o repórter da Folha e comentarista da ESPN Brasil Rodrigo Bueno, às 18h daquele mesmo dia 21, consultei meu colega Valmir, hoje repórter freelance, e enviamos à Folha a seguinte declaração em comum.

    “O livro foi escrito com base nas informações publicadas nos jornais da época, entre eles a própria Folha, onde os dois autores trabalhavam como repórteres em 1997, ano do lançamento do livro. Para esclarecer de vez a polêmica do rebaixamento ou não do São Paulo, sugerimos que a Folha reproduza o que ela mesma publicou em sua edição de 20 de junho de 1990.”

    Infelizmente a Folha só publicou a primeira parte de nossa declaração. Não acatou nossa sugestão: reproduzir o que ela mesma publicou em sua edição de 20 de junho de 1990.

    Se o tivesse feito, seria obrigada a reconhecer: o guia da Federação Paulista estava certo. O São Paulo caiu, sim. De forma insofismável.

    Em 1990, o Campeonato Paulista foi disputado por 24 times. Havia a percepção de que eram times demais. Convencionou-se, então, que apenas 14 times disputariam o campeonato de 1991 – os 14 primeiros do certame de 1990. De alguma forma, o São Paulo “conseguiu” ficar em 15º, depois de ser eliminado na primeira fase (que classificou 12 times) e novamente eliminado numa repescagem (que classificou outros dois, completando 14). Para não melindrar susceptibilidades, o regulamento de 1990 dizia que “não haveria descenso”. Era só uma fórmula de cortesia: os times que não entrassem entre os 14 disputariam o que, na prática, equivaleria a uma segunda divisão.

    Esse regulamento não foi cumprido. Diante do rebaixamento do São Paulo, houve uma virada de mesa. Os times rebaixados em 1990 (não só o São Paulo, mas outros importantes, como a Ponte Preta) ganharam o direito de lutar por três vagas nas finais. Foi assim que o São Paulo conseguiu a façanha, inédita no futebol mundial, de ser rebaixado em um ano e campeão no ano seguinte!

    O argumento dos são-paulinos, portanto – de que o acesso no mesmo ano “já estava previsto” – é falso e errôneo.

    Para não prolongar a explicação, reproduzo o texto da Folha de S. Paulo de 21 de junho de 1990 – dia seguinte ao dia em que o São Paulo caiu.

    “SÃO PAULO VAI DISPUTAR A SEGUNDA DIVISÃO EM 91

    Fernando Santos
    Da Reportagem Local

    O São Paulo foi eliminado pelo Botafogo na repescagem do Campeonato Paulista deste ano e vai disputar a Segunda Divisão em 91. O São Paulo goleou ontem o Noroeste por 6 a 1 no Morumbi, mas ainda dependia da derrota do Botafogo para se classificar. O time de Ribeirão Preto empatou em 0 a 0 com a Internacional em Limeira.

    No próximo ano, o São Paulo vai disputar a série B do Campeonato Paulista, sem direito a lutar pelo título. É uma nova fórmula aprovada pelo conselho arbitral de clubes em janeiro. Farão parte dessa série os 10 clubes eliminados do campeonato deste ano mais quatro que vão subir da Divisão Especial.

    (…) Resta ao São Paulo a chance de subir para a série A em 92. Apenas o campeão da série B sobe (…) Esta fórmula foi aprovada por unanimidade por todos os 24 clubes que iniciaram o campeonato este ano, segundo o presidente em exercício da Federação Paulista de Futebol, Antoine Gebran.

    ‘Vamos cumprir a lei. Lei é lei’, disse o diretor-adjunto do São Paulo, Herman Koester (…) Segundo ele, o São Paulo vai mesmo disputar a Série B, uma Segunda Divisão que só não recebe essa denominação por uma questão de nomenclatura jurídica. (…) Já o diretor de futebol Fernando Casal de Rey, 47, ainda não se deu por vencido. Ele disse que vai acionar o departamento jurídico do clube para saber se a aprovação da fórmula do campeonato de 91 é legal. Casal de Rey disse, sem ter certeza, que não existe um documento assinado pelos clubes sobre o assunto. Assim, ele poderia recorrer à Justiça Desportiva para mudar a fórmula. Ou seja, apelar para o tapetão. ‘Estamos vivendo um pesadelo’, disse Casal de Rey.”

    O resto é história conhecida. Houve a virada de mesa e, embora o São Paulo tenha disputado o equivalente à segunda divisão em 91, classificou-se para as finais, eliminando o Palmeiras, que vinha do grupo mais forte.

    A Folha também ouviu, naquela ocasião, são-paulinos ilustres, como José Victor Oliva, o vocalista do Ultraje a Rigor, Roger, e o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Almir Pazzianotto. Todos reconheciam o rebaixamento, repudiavam a virada de mesa e reafirmavam que o São Paulo voltaria à primeira divisão na bola.

    Estes são os fatos.

    P.S.: Como o clubismo costuma influenciar a opinião até dos jornalistas que discutem polêmicas futebolísticas, cumpre informar o time de coração do autor deste texto. Ele é vascaíno. E promete que daqui a 20 anos não dirá que o clube dele não caiu.

    P.S. 2: Vários comentários de são-paulinos, abaixo, usam cinco argumentos básicos para sustentar que o São Paulo não foi rebaixado. São eles os seguintes:

    1 – Um item do regulamento de 1990 dizia que não haveria descenso.
    É verdade, mas esse item tem sido mal interpretado pelos defensores do “não caiu”. Um famoso vídeo que circula na internet mostra o comentarista Paulo Vinicius Coelho, da ESPN Brasil e da Folha de S. Paulo, exibindo no programa de TV “Loucos por Futebol” esse item do regulamento como suposta prova do não-rebaixamento.

    PVC é um jornalista extraordinário. Primus inter pares, é o melhor repórter esportivo do país. Sei disso porque tive a honra de ser chefe dele em duas redações, do Lance e da Placar. Mas nesse caso, data vênia, ele está equivocado. O famigerado item do regulamento que ele cita, na verdade, se referia ao acesso e descenso entre a Primeira Divisão (dividida em 1990 entre um Grupo I, mais forte, e um Grupo II, mais fraco) e o que era chamado de “Divisão Especial” (na verdade a segunda divisão). Tratava-se de uma chicana jurídica. A CBF só permitia clubes de Primeira Divisão no Campeonato Brasileiro. O artifício encontrado para contornar o risco de, por acidente, eliminar um grande clube paulista do Brasileiro, foi batizar a primeira e a segunda divisões como “primeira divisão”. Por muito tempo no Campeonato Paulista as séries A-1, A-2 e A-3 foram chamadas oficialmente de “primeira divisão”, embora todos soubessem tratar-se da primeira, da segunda e da terceira divisões. Portanto, o “não haverá descenso” era só um truque, uma formalidade.

    Porém, o regulamento de 1990 não previa cruzamento entre o Grupo II e o Grupo I em 1991 para determinar o campeão paulista. Pelo contrário, o conselho arbitral decidira que apenas os 14 primeiros colocados de 1990 disputariam o título de 1991. A alteração foi feita depois, para dar uma chance ao São Paulo.

    2 – Seria impossível “um torneio com um número tão grande de rebaixados”.
    Por quê? Onde está escrito que um torneio não pode ter dez rebaixados? Na Bíblia? Se a Federação Paulista queria reduzir o número de clubes de 24 para 14, em um único ano, não haveria outra maneira a não ser rebaixando dez clubes. Foi o que ocorreu – até a virada de mesa. No fim das contas, o campeonato de 1991 acabou tendo 28 clubes, os 14 do Grupo Verde (dos quais cinco passavam às finais) e os 14 do Grupo Amarelo (dos quais três passavam às finais).

    3 – Isso não passa de uma tentativa de denegrir o São Paulo.
    O São Paulo é um clube glorioso. Hoje é sem dúvida o mais poderoso do Brasil. Ninguém, por mais que quisesse, conseguiria manchar sua imagem e sua história. Isso não dá a ninguém o direito de reescrever a história. Não há nenhuma vergonha em ter caído. Os próprios são-paulinos de 1990 o reconheceram dignamente. Não há mal nenhum em que os são-paulinos de 2009 também o façam, não?

    4 – A reportagem da Folha de 1990 está errada.
    Como poderia estar errada, se naquele dia os próprios dirigentes do São Paulo reconheciam que o time tinha sido rebaixado?

    5 – O autor da matéria é incompetente, não checa suas informações, deve ser um gambá enrustido ou, pior, vascaíno recalcado.
    Reconheço meus defeitos, sobretudo o de ser vascaíno, mas é preciso que os são-paulinos julguem os fatos pelo que são. A competência do autor sempre pode ser discutida. Os fatos que a matéria descreve, não.

    NÃO CAÍ ???? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    NO PAULISTA NÃO CAÍ MESMO !!!!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    E FALIR 2 VEZES ??? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    VAI CORINTHIANS !!!!!!

    • cesar

      caimos mesmo pois fomos campeão em 91 sobre um time da segunda divisão…..placar 3×0

      • realmente ganhamos aquele titulo de um time da segunda divisão ….. 3×0 em cima dos sheikiras

  • Cativeiro

    A polêmica é antiga, atiçada pelo clubismo cego e pela falta de memória do brasileiro. Foi reavivada por uma matéria da Folha de S. Paulo (para assinantes) da quarta-feira, 21 de janeiro de 2009, que questionava uma frase do guia oficial do Campeonato Paulista, publicado esta semana pela Federação Paulista de Futebol (FPF). “O São Paulo cumpriu uma campanha ruim, não se classificou nem na repescagem e foi rebaixado para a segunda divisão.”

    “FPF rebaixa o clube e ‘suja’ título de 91”, escreveu a Folha. Diante da indignação dos são-paulinos, a FPF recuou e divulgou nota oficial dizendo que o texto de seu próprio guia “não procede”. Culpou pelas informações o historiador Rodolfo Kussarev, que por sua vez culpou o livro A História do Campeonato Paulista (Publifolha, 1997), escrito pelo autor destas linhas e por Valmir Storti, à época repórteres da própria Folha de S. Paulo.

    Procurado pelo autor da matéria, o repórter da Folha e comentarista da ESPN Brasil Rodrigo Bueno, às 18h daquele mesmo dia 21, consultei meu colega Valmir, hoje repórter freelance, e enviamos à Folha a seguinte declaração em comum.

    “O livro foi escrito com base nas informações publicadas nos jornais da época, entre eles a própria Folha, onde os dois autores trabalhavam como repórteres em 1997, ano do lançamento do livro. Para esclarecer de vez a polêmica do rebaixamento ou não do São Paulo, sugerimos que a Folha reproduza o que ela mesma publicou em sua edição de 20 de junho de 1990.”

    Infelizmente a Folha só publicou a primeira parte de nossa declaração. Não acatou nossa sugestão: reproduzir o que ela mesma publicou em sua edição de 20 de junho de 1990.

    Se o tivesse feito, seria obrigada a reconhecer: o guia da Federação Paulista estava certo. O São Paulo caiu, sim. De forma insofismável.

    Em 1990, o Campeonato Paulista foi disputado por 24 times. Havia a percepção de que eram times demais. Convencionou-se, então, que apenas 14 times disputariam o campeonato de 1991 – os 14 primeiros do certame de 1990. De alguma forma, o São Paulo “conseguiu” ficar em 15º, depois de ser eliminado na primeira fase (que classificou 12 times) e novamente eliminado numa repescagem (que classificou outros dois, completando 14). Para não melindrar susceptibilidades, o regulamento de 1990 dizia que “não haveria descenso”. Era só uma fórmula de cortesia: os times que não entrassem entre os 14 disputariam o que, na prática, equivaleria a uma segunda divisão.

    Esse regulamento não foi cumprido. Diante do rebaixamento do São Paulo, houve uma virada de mesa. Os times rebaixados em 1990 (não só o São Paulo, mas outros importantes, como a Ponte Preta) ganharam o direito de lutar por três vagas nas finais. Foi assim que o São Paulo conseguiu a façanha, inédita no futebol mundial, de ser rebaixado em um ano e campeão no ano seguinte!

    O argumento dos são-paulinos, portanto – de que o acesso no mesmo ano “já estava previsto” – é falso e errôneo.

    Para não prolongar a explicação, reproduzo o texto da Folha de S. Paulo de 21 de junho de 1990 – dia seguinte ao dia em que o São Paulo caiu.

    “SÃO PAULO VAI DISPUTAR A SEGUNDA DIVISÃO EM 91

    Fernando Santos
    Da Reportagem Local

    O São Paulo foi eliminado pelo Botafogo na repescagem do Campeonato Paulista deste ano e vai disputar a Segunda Divisão em 91. O São Paulo goleou ontem o Noroeste por 6 a 1 no Morumbi, mas ainda dependia da derrota do Botafogo para se classificar. O time de Ribeirão Preto empatou em 0 a 0 com a Internacional em Limeira.

    No próximo ano, o São Paulo vai disputar a série B do Campeonato Paulista, sem direito a lutar pelo título. É uma nova fórmula aprovada pelo conselho arbitral de clubes em janeiro. Farão parte dessa série os 10 clubes eliminados do campeonato deste ano mais quatro que vão subir da Divisão Especial.

    (…) Resta ao São Paulo a chance de subir para a série A em 92. Apenas o campeão da série B sobe (…) Esta fórmula foi aprovada por unanimidade por todos os 24 clubes que iniciaram o campeonato este ano, segundo o presidente em exercício da Federação Paulista de Futebol, Antoine Gebran.

    ‘Vamos cumprir a lei. Lei é lei’, disse o diretor-adjunto do São Paulo, Herman Koester (…) Segundo ele, o São Paulo vai mesmo disputar a Série B, uma Segunda Divisão que só não recebe essa denominação por uma questão de nomenclatura jurídica. (…) Já o diretor de futebol Fernando Casal de Rey, 47, ainda não se deu por vencido. Ele disse que vai acionar o departamento jurídico do clube para saber se a aprovação da fórmula do campeonato de 91 é legal. Casal de Rey disse, sem ter certeza, que não existe um documento assinado pelos clubes sobre o assunto. Assim, ele poderia recorrer à Justiça Desportiva para mudar a fórmula. Ou seja, apelar para o tapetão. ‘Estamos vivendo um pesadelo’, disse Casal de Rey.”

    O resto é história conhecida. Houve a virada de mesa e, embora o São Paulo tenha disputado o equivalente à segunda divisão em 91, classificou-se para as finais, eliminando o Palmeiras, que vinha do grupo mais forte.

    A Folha também ouviu, naquela ocasião, são-paulinos ilustres, como José Victor Oliva, o vocalista do Ultraje a Rigor, Roger, e o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Almir Pazzianotto. Todos reconheciam o rebaixamento, repudiavam a virada de mesa e reafirmavam que o São Paulo voltaria à primeira divisão na bola.

    Estes são os fatos.

    P.S.: Como o clubismo costuma influenciar a opinião até dos jornalistas que discutem polêmicas futebolísticas, cumpre informar o time de coração do autor deste texto. Ele é vascaíno. E promete que daqui a 20 anos não dirá que o clube dele não caiu.

    P.S. 2: Vários comentários de são-paulinos, abaixo, usam cinco argumentos básicos para sustentar que o São Paulo não foi rebaixado. São eles os seguintes:

    1 – Um item do regulamento de 1990 dizia que não haveria descenso.
    É verdade, mas esse item tem sido mal interpretado pelos defensores do “não caiu”. Um famoso vídeo que circula na internet mostra o comentarista Paulo Vinicius Coelho, da ESPN Brasil e da Folha de S. Paulo, exibindo no programa de TV “Loucos por Futebol” esse item do regulamento como suposta prova do não-rebaixamento.

    PVC é um jornalista extraordinário. Primus inter pares, é o melhor repórter esportivo do país. Sei disso porque tive a honra de ser chefe dele em duas redações, do Lance e da Placar. Mas nesse caso, data vênia, ele está equivocado. O famigerado item do regulamento que ele cita, na verdade, se referia ao acesso e descenso entre a Primeira Divisão (dividida em 1990 entre um Grupo I, mais forte, e um Grupo II, mais fraco) e o que era chamado de “Divisão Especial” (na verdade a segunda divisão). Tratava-se de uma chicana jurídica. A CBF só permitia clubes de Primeira Divisão no Campeonato Brasileiro. O artifício encontrado para contornar o risco de, por acidente, eliminar um grande clube paulista do Brasileiro, foi batizar a primeira e a segunda divisões como “primeira divisão”. Por muito tempo no Campeonato Paulista as séries A-1, A-2 e A-3 foram chamadas oficialmente de “primeira divisão”, embora todos soubessem tratar-se da primeira, da segunda e da terceira divisões. Portanto, o “não haverá descenso” era só um truque, uma formalidade.

    Porém, o regulamento de 1990 não previa cruzamento entre o Grupo II e o Grupo I em 1991 para determinar o campeão paulista. Pelo contrário, o conselho arbitral decidira que apenas os 14 primeiros colocados de 1990 disputariam o título de 1991. A alteração foi feita depois, para dar uma chance ao São Paulo.

    2 – Seria impossível “um torneio com um número tão grande de rebaixados”.
    Por quê? Onde está escrito que um torneio não pode ter dez rebaixados? Na Bíblia? Se a Federação Paulista queria reduzir o número de clubes de 24 para 14, em um único ano, não haveria outra maneira a não ser rebaixando dez clubes. Foi o que ocorreu – até a virada de mesa. No fim das contas, o campeonato de 1991 acabou tendo 28 clubes, os 14 do Grupo Verde (dos quais cinco passavam às finais) e os 14 do Grupo Amarelo (dos quais três passavam às finais).

    3 – Isso não passa de uma tentativa de denegrir o São Paulo.
    O São Paulo é um clube glorioso. Hoje é sem dúvida o mais poderoso do Brasil. Ninguém, por mais que quisesse, conseguiria manchar sua imagem e sua história. Isso não dá a ninguém o direito de reescrever a história. Não há nenhuma vergonha em ter caído. Os próprios são-paulinos de 1990 o reconheceram dignamente. Não há mal nenhum em que os são-paulinos de 2009 também o façam, não?

    4 – A reportagem da Folha de 1990 está errada.
    Como poderia estar errada, se naquele dia os próprios dirigentes do São Paulo reconheciam que o time tinha sido rebaixado?

    5 – O autor da matéria é incompetente, não checa suas informações, deve ser um gambá enrustido ou, pior, vascaíno recalcado.
    Reconheço meus defeitos, sobretudo o de ser vascaíno, mas é preciso que os são-paulinos julguem os fatos pelo que são. A competência do autor sempre pode ser discutida. Os fatos que a matéria descreve, não.

    NÃO CAÍ ???? REALMENTE, NO PAULISTÃO NÃO !!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    NEM DECRETA 2 FALÊNCIAS !!!!!

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    VAI CORINTHIANS !!!!!!!

    • Eric Sampa

      No site da federação paulista têm um documento oficial que diz isso? Se vc mostrar pra gente uma prova que caímos e falimos, e não essa conversinha mole, agente para com essa discussão. O Paulista de 91 foi sujo mesmo, 3 a 0 em cima da ralé com show de Raí. O que um torcedorzinho do clubeco mais sujo e imundo do país quer falar do outro lado, que moral vcs têm? Ah vai caçar o que fazer o gambiba beija flor, vai dar o rabo que é o que vc gosta. Vaza daqui seu cuzão.

      • SANFONEIRO DE ZONA

        ENTAO,CARO BAMBI..JA QUE PRA TE FAVORECER,VALE O SITE DA FPF,RECOMENDO QUE VOCE CONSULTE O SITE FIFA.COM E VEJA LA SE VOCES SAO TRI-CAMPEOES MUNDIAIS,DE VERDADE…DE VERDADE,SO O DE 2005,COM APITO AMICISSIMO,ONDE BASTAVA A BOLA DO LIVERPOOL ENTRAR,QUE O SOPRADOR DE LATINHA APITAVA PERIGO DE GOL…BANDO DE BAMBI

        • O QUE VALE, OTARIO, É O QUE ACONTECE NAS 4 LINHAS….EM 92/93, AQUILO ERA PARA TODO O MUNDO, O MUNDIAL SIM, RECONHECIDO…GANHO POR GREMIO, SANTOS, FLAMENGO E O S.PAULO FOI LA DUAS VEZES, ATRAVESSOU O MUNDO E FATUROU DUAS VEZES AQUILO QUE ERA MUNDIAL DE VERDADE….AGORA, DONA FIFA, HIPOCRITA QUE SÓ ELA, NÃO SABE O QUE FAZ, SUBESTIMA AS TRADIÇÕES E DECRETA AB SURDOS, MAIS NÃO TEM A FORÇA DE TIRAR O BRILHO EAS CONSQUISTAS DOS TIMES BRASILEIROS QUE CONSEGUIRAM SE SAGRAR CAMPEÃO DO MUNDO…SOFRIVEL PATETICA E A TRAJETORIA DO SEU TIME QUE EM 100 ANO SÓ FICOU POR BAIXO, SEMPRE VIVENDO AS CUSTAS DE ALUGAR O MORUMBI, SENÃOMORRERIA DE FOME….O SPFC, OTARIO, TREM 12 TIULOS OFICIAIS INTERNACIONAIS RECONHECIDOS, E O LIXO DO TIME DO GOVERNO TEM SÓ 4….O SPFC, OTARIO, TEM ESTADIO FEITO AS PRORIAS CUSTAS , TANTO É QUE DUROU 17 ANOS PARA SER CONSTRUIDO, HA MAIS DE 50 ANOS….HISTORIA, PRESTIGIO, TITULOS, HISTORIA, EM TUDO, OTARIO SOFREDOR, O SPFC É SUPERIOR AO LIXO DO SEU TIME QUE COMPRA DESDE RUI REI ATE O DUALIB.

  • corintiano fanático

    Traveco Caiçara. Não entre no blog deles. O blog deles é de homem e nosso paradigma é queimar a rosca.

  • marc

    Só uma coisinha:

    Vamos parar de só focar na CBF (que sempre foi suja, não só com o SPFC, mas com outros clubes também) e lembrar que o grande culpado disso foi, novamente, o Sr. JJ, que decidiu, dentro de todo o seu avassalador conhecimento no futebol, fazer todas estas excursões caça-níqueis que o tricolor fez. Até o próprio RC criticou esta diretoria… às vezes acho que esse PH Bueno tem o rabo preso com JJ e sua corja.

  • Manoel Martins de Almeida

    Existe um complô contra o S.P.F.C.na C.B.F., na FIFA e na rede Globo. Só pq. O tricolor paulista é o único clube q.ñ.tem rabo preso com eles. Não vive de chapéu na mão implorando as esmolas da televisão, mercê de administrações competentes e feita por profissionais e não por amadores e aventureiros. Quebra tudo tricolor.

  • Luiz Humberto

    DALESSANDRO, O TERROR DOS GAMBÁS, DESDE O TEMPO DO RIVER PLATE!!!

    DÁ-LHE SANDRO!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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