A Sul-Americana é sparring para a Libertadores



Caros tricolores, tricampeões mundiais, conquistar a Sul-Americana e aumentar ainda mais a coleção do nosso Memorial é só um detalhe. O título virá em questão de dias.

Passar pela Católica será como vencer o Barcelona, o Liverpool ou o Milan: fácil, fácil! Afinal, são fregueses do mesmo escalão. Depois, teremos pela frente Tigre da Argentina ou Millonarios da Colômbia, que somando os títulos internacionais não empatam nem com a Conmebol do Expressinho.

A Sul-Americana nada mais é, portanto, do que um sparring para a Libertadores do ano que vem. Porque o que importa mesmo é voltar a jogar o torneio que, durante dois anos, teve o desprazer de não contar com seu brasileiro mais ilustre, proporcionando ao mundo tragédias como a que aconteceu na edição desta temporada.

Tragédia que não acontecerá novamente no ano que vem – a não ser que as empresas estatais se juntem e comprem o torneio.

O Tricolor está de volta, preparado para a Libertadores e extremamente motivado para a Recopa. Tremei América e tremei mundo, seu clube mais temido voltou. E voltou mais forte do que nunca!



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