Aproveitem, secadores



Santistas da nova e da velha geração, assim como fizemos em 1958, 1962, 1970, no tempo do velho Doca, saca? Vamos abrir uma exceção. O hino diz que viver no Santos “é um orgulho que nem todos podem ter”, mas  quando a bola rolar para a Seleção Brasileira e o Neymito marcar um golaço, ou dar um chapéu ou uma caneta, todo brasileiro que vibrar a gritar vai estar se sentido como um santista em um dia comum na arquibancada da Vila.

Assim como nos sentimos na final da Liberta, quando o Neymito entortou um uruguaio e meteu caixa. Impressionante, entra ano e sai ano e o ídolo do Peixe é o craque da Seleça. Isso sim é um orgulho que nem todos podem ter.

Enquanto nós temos o camisa 10 com a amarelinha, pra variar, o timinho da marginal comemora que o Impressorão… digo, Itaquerão vai estar na estreia da Copa. Francamente…

O que é ceder um estádio para a Copa quando seu time já parou uma guerra, não é mesmo?

Fica essa aula de história que o velho Doca me ensinou. Se me dão licença, vou pegar uma praia e depois ver o jogo com a rapeize tomando umas geladas.

Fui!



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