Cidade grande, clube gigante, mentalidade minúscula



Santistas da nova e da velha geração, ainda tô boladão, mas não deu pra cumprir a promessa. Preciso do trampo e a grana pra parafina e pro ingresso já tava minguando. Tô de volta, lekada!

E não é porque eu andei sumido que não acompanhei o Peixão nesses dias, rapeize. Aliás, infelizmente, vi a entrevista que o presida deu outro dia aí… Quer dizer que estar em uma cidade com 400 mil habitantes é problema para o Santástico, Odilão?

Deixa eu mandar o papo-reto, brow…

Mesmo no litoral e sem muita grana, nós paramos duas guerras, conquistamos o mundo, tivemos o Rei, os príncipes e tantos outros meninos. Ensinamos o futebol moleque e atrevido para o mundo, encantamos o planeta com nosso manto branco, enfileiramos rivais e secadores que não acreditavam que podíamos chegar onde chegamos. Fomos ao topo, doutor. E alcançamos isso não por que a cidade é pequena – o que não é verdade, viu? Fizemos tudo isso porque o Santástico é gigante, apesar da mentalidade pequena de muitos.

Sim, o Peixão tem que brigar por todos os títulos que disputa. E se recebe menos que os outros é por culpa de quem não consegue oferecer ao nosso glorioso clube o que ele merece. Será que não teríamos mais dinheiro se tivéssemos um patrocínio master? E se contratássemos melhor? Quem tem culpa nisso, o senhor ou os 400 mil habitantes?

Acho que sei a resposta dessa pergunta, mas prefiro me calar, meus parças. Afinal, não sou especialista. Sou surfista e torcedor apaixonado, não médico ou dirigente.

Pra cima deles, meu Peixão! Contra tudo e todos!



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