Obrigado por tudo, Guerreiro



Santistas da nova e da velha geração, é com  as mãos tremulas e os olhos cheios de lágrimas que escrevo esse texto. Faltam palavras para explicar o que foi Leonardo Lourenço Bastos e para agradecê-lo por tudo que fez com o manto alvinegro.

Saca, rapeize, não vi muitos dos ídolos do Peixão, apenas ouvia o vovô Doca falar sobre eles.  Então, posso afirmar sem dúvida alguma: dos que testemunhei, Léo foi o jogador que mais honrou nossa camisa.

Neymito foi (e é) gênio, Robinho era a alegria, Chulapa, insanidade… Mas Léo era quase um torcedor em campo, lekada.  Um verdadeiro Guerreiro da Vila.

Em 15 de dezembro de 2002, toda nação alvinegra caiu com ele no gramado do Morumbi. Na verdade, ali foi como se todos nós tívessemos trazido a bola pro meio e, juntos, soltamos uma bomba, de direita, no ângulo.

Foi de Léo o gol que mais comemorei na minha vida.

Nosso eterno camisa 3 não é ídolo apenas pelos títulos, embora seja o maior campeão depois da era Pelé. É ídolo pela raça, pela garra, pelo amor, por ensinar pra molecada o que é o Santos.

Infelizmente, cada vez mais faltam “Léos” no nosso futebol, no nosso Peixão. Por isso ele vai deixar tanta saudade…

Descanse, Guerreiro. Mas fique sempre por perto, seja na comissão ou na diretoria. Precisamos de pessoas que saibam o que é o Santos, o que é ser Santos, brother.

Obrigado por tudo!



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