Cem anos de títulos e baile sobre o timinho



Santistas da nova e da velha geração, nem sabia que o timinho é nosso freguês há tanto tempo… cem anos levando baile do Peixão e consagrando nossos Meninos da Vila.

Mas tem coisa, lekada, que nem em um século acontece. Querem ver? Em cem anos meu time nunca foi rebaixado, nunca precisou de dinheiro público pra construir estádio, nem se vendeu pra investidor iraniano. Em cem anos, o Santástico nunca foi campeão graças a jogos remarcados, nunca foi chamado de “small”, nem teve de pedir ajuda de presidente amiguinho pra conseguir patrocínio…

Nesse tempão, rapaziada, o Santástico conseguiu até parar uma guerra! E eles? Vão lá fora e fazem a gente passar vergonha para o mundo todo. Que vexame!

Tô pra falar que esse timeco tem só uma qualidade… as cores!

Em cem anos, deu tempo para o vovô Doca ver o jejum e eu, as pedaladas. Mas é melhor nem falar muito das pedaladas, senão o Tião fica louco. Ele sonha até hoje com o Robshow indo pra cima do Rogério e o juizão marcando o pênalti.
Em qual estádio que foi esse jogo mesmo? Ah é, no Panetone, um dos nossos salões de festas. E o jogo de hoje onde que é? Vixe, lekada, não preciso nem falar nada.

Eu e o vovô Doca também vimos juntos o título paulista de 1984 e, 18 anos depois, estávamos lá no Tobogã testemunhando a bike do Alberto. Não tem jeito, o timinho é muito freguês e só consagra o Peixão.

Se até o Geílson deitou neles, não vai ser o Ney que não vai deitar, brothers. Hoje tem show no Panetone.

Pra cima deles (hoje e nos próximos cem anos), Santástico!



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