Bagre? Quero salmão, vovô Laor!



Santistas da nova e da velha geração, o vovô Laor é um poeta. O problema é que ele viaja tanto nas entrevistas, que até quando quer elogiar acaba falando uma cascatas e dando bola fora.

Estava na net, quando vi ele chamando nossos jogadores de cabeça de bagre. Pô, presida: eu penso isso, minha nega concorda com o senhor, meus parças falam exatamente a mesma coisa… mas o senhor não pode falar isso, né?

Os jogadores devem ter ficado bolados com a sua declaração.

Na hora, nem acreditei. Aí bati um fio pra loirinha sucesso, que trabalha com ele. Kamila Maliskovisk, Marinovsk, Maskovisk…sei lá, parece nome de vodka.

A assessora explicou que o Alalaor não quis falar aquilo, pelo contrário. Ao reclamar das convocações do Bafômetro Menezes, ele disse que “se nosso time tivesse um monte de cabeças de bagre, o Muricy teria onze jogadores durante todo o Brasileiro.” Ou seja, quis consertar, mas só piorou. Pensem comigo: se costumamos ter dois jogadores convocados, os outros nove são o quê? CABEÇAS DE BAGRE!

Imagina o Juan lendo isso. Pô, o cara sabe que é cabeça de bagre, mas precisa ouvir isso do patrão?

E outra, lekada, pra mim, o cabeça de bagre mesmo é quem contrata Zézinho, Richelly, Roger Gaúcho, Éder Lima, Rentería, João Pedro, Gerson Magrão e outros aí.

Chega de bagre. Eu quero salmão, bacalhau, filézinho de pescada e lula à dorê. Tô cansado de ilusão. Sonho com Robinho, acordo com Rodriguinho. Sonho com Riquelme, acordo com Eron. Sonho com Diego e acordo com Neto…

Tu não é o Papai Noel, mas é um velinho dos bons, vovô Laor. Faz nossa alegria nesse fim de ano!



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