Orgulho que nem todos podem ter



Santistas da nova e da velha geração, o momento pelo qual esperamos por 48 anos finalmente chegou. Mas, não vou falar da estreia, de Kashiwa, de Mundial…vou falar sobre o que é ser santista.

Afinal, quem nos vê sorrir hoje, talvez não imagine o sofrimento que vivemos anos atrás, nem as dificuldades que ainda enfrentamos por sermos um clube gigantesco em uma cidade pequena.

Ser santista é resistir. É não ter a maior, mas a melhor torcida. É viajar para ver seu time, mesmo quando ele joga em casa. É não desistir nos períodos de seca. É saber o quanto representou 1962, 1963, mas também 1995. Ser santista foi chorar em 2001, mas chorar ainda mais em 2002. É sentimento que não se explica. É orgulho que nem todos podem ter.
Nesta quarta o sonho começa a virar realidade. É dia de fazer história.



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