O dia da paixão palestrina! Inesquecível!!!



Evair, com a comemoração que virou marca registrada, na final de 1993

Caros palestrinos, campeões mundiais, o dia 12 de junho de 1993 talvez seja o mais importante da vida dos palmeirenses. Como esquecer daquela data?

Io deixei mia signora em casa no Bixiga. Aquele dia dos namorados, infelizmente (ou felizmente), non era dela. Era do Palestra! Obviamente ela entendeu. Dormi vestindo o manto o sagrado, um daqueles da época da Academia que ainda tenho guardado em mio armário.

Acordei cedo, tomei um banho, e troquei por outro manto, também da época da Academia. Mas que usei no histórico título de 1974, contra os mesmos fregueses (obrigado, Ronaldo!). Algo me dizia que nada daria errado naquele dia… Apesar da tensão pelos 16 anos sem títulos, de termos perdido o primeiro jogo, acordei com uma confiança indescritível: “é hoje, é hoje, é hoje!”.

A cada hora, dava um beijo no escudo. Almocei uma bela macarronada e parti para o Panetone com muitos amigos. Casa lotada!
A tensão virou alegria com a bola rolando. Que baile. Antônio Carlos, Mazinho, Sampaio, Zinho, Edmundo, Evair… Toques rápidos. Timinho tonto!!!! Um massacre!!!!

Non demorou para Zinho bater de direita (a perna fraca), cruzado. Milimétrico: 1 a 0. Que explosão! Vibrei, gritei. Beijei o escudo e vi o povo da marginal em silêncio…

No segundo tempo, Edílson e Evair: 3 a 0. Grito de olé! Bandeirão! Muitos do Timinho nem viram a prorrogação. Io vi, em êxtase, Evair bater o pênalti mais inesquecível da história. Correu de braços abertos. Io chorei e gritei CAMPEÃO! “Chora, Viola, imita o porco agora!”. Eles saíram humilhados…

12 de junho é o dia da paixão palestrina. Que Evair inspire o Pirata amanhã. A camisa 9 é sagrada. E vamos tuitar: #12dejunhoEterno!



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