Dez anos depois, o 7 a 1 é eterno!!!



Corintianos apostólicos romanos, existem jogos que não valem título mas que a gente não esquece. Tipo aquelas minas que a gente conhece quando é mais novo e, mesmo sem ir até os finalmente, a gente jamais esquece de ter dado uns beijo de tão linda e cherosa que a mina é, manja? Ou memo aquele carro da hora que você pegou emprestado de um parente ou de um amigo pra fazer um rolê e, mesmo não sendo seu, o bagulho foi tão inesquecível que você sempre se lembra que dirigiu a parada. Tá ligado como é? É o que sinto sobre aquela tarde de 6 de novembro de 2005, exatamente a mesma emoção. Aquele Corinthians x 7antos não valeu título, nosso capitão não levantou a taça, mas o barato foi inesquecível. Jamais (!!!) vou esquecer do show de Carlitos Tevez, dos gols do mano da camisa 10, da Cumbia na comemoração, dos passes que deu pro Nilmar e pro Rosinei. Jamais vou esquecer do Nilmar correndo que nem louco, metendo gol, tabelando e deixando todo mundo na cara do gol. Jamais vou esquecer que o mano Jô, ainda jovem pra caramba, entrou pra mostrar a força do Terrão, assim que já fazia o Rosinei. E Marcelo Mattos metendo aquele de falta no final? Parecia o Marcelinho Carioca. E a festa que a Fiel fazia na arquibancada? Como esquecer? Não esqueço nem do Antonio Lopes beijando a medalhinha depois dos gols. Nem esqueço do 500 prantistas lá na bancada sem entender nada, olhando pra aquele massacre e vendo a história ser construída. Nunca vou esquecer do que vi com meus próprios olhos 10 anos atrás. Pode passar mais 5, mais 10, mais 20, mais 50 anos. Não me interessa. Naquela tarde de 6 de novembro de 2005 a grandeza do Corinthians e a pequenês do Santinho foi representada com exatidão. Nunca se esqueçam: O 7 A 1 É ETERNO!



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