LH9, o prometido, se um dia for vendido, será por um bilhão



Caros alvinegros,

Estou em plena madrugada programando um texto para o meu blog pois ainda não consegui dormir depois da estreia de gala do menino Luis Henrique. O que foi aquilo? Este rapaz é o prometido, aquele que vai nos tirar do buraco da Série B e também das dívidas. Presidente Carlos Eduardo Pereira, já deixo aqui minha posição: se for vender o garoto, que seja por um bilhão.

Não quero, porém, que Luis Henrique seja vendido. Ele vai nos dar dez títulos Brasileiros, cinco Libertadores e três Mundiais, no mínimo. Antes de se aposentar, com 20 títulos consecutivos do Campeonato Carioca, o prometido Furacãozinho vai nos deixar na boa.

Irmãos de escudo, projeções à parte, tenham paciência. Não é todo jogo que este garoto vai resolver ou fazer gols. A torcida do Botafogo é a mais incrível e também a mais chata do mundo quando quer. Portanto, peguem leve. Escutem a voz da experiência.

Meu neto Tulinho, de 13 anos, disse que este Luis Henrique lembra um tal de Jon Snow daquela série doida Game Of Thrones. O meu menino estava tão empolgado que ficou falando umas histórias estranhas. Ele pediu para eu escrever aqui que o LH9 é o  Azor Ahai do Fogão. Vai entender. Eu não saquei muito bem isso, e vocês? Dá pra explicar?



  • Eu ontem vi nascer uma estrela! E ela se chama Luiz Henrique! Duvido que alguém entre tenha ficado saudoso do Bill! O Botafogo é o Luiz Henrique e mais dez! Quem me nega?

    • EM RESPOSTA AO SENHOR MAD DOG! – UM VERDADEIRO DEBATE SE FAZ ASSIM… – Prezado Mad Dog, não costumo responder aos que bradam aos gritos suas perguntas, porém, como as suas tem a que não se pode olvidar, eis-me a responder-lhe, amigo!

      SE O SR REALMENTE QUER DEBATER O BOTAFOGO, ENTÃO POR QUE PERDES TANTO TEMPO ATACANDO OS ALVINEGROS? – Ora, Mad Dog, eu não ataco a ninguém apenas me defendo! Claro que gostaria de apenas dedicar-me ao debate do Botafogo, mas, como faze-lo se os senhores Manx, Bira Cagão e seus fakes não querem me permitir? Por que o senhor acha que eu lhes faço resistência aos seus fascismos? Em que os verdadeiros botafoguenses são por mim atacados se eu vivo aqui a enaltece-los na abnegação com que doam ao Botafogo através do Projeto BSD?

      POR QUE DENIGRES O HINO DO GLORIOSO? Por favor, caro Mad Dog, sabe o senhor do que estar falando de verdade? Para começo de conversa o tal hino merecedor de meus reparos nada tem de Hino Oficial do Botafogo, amigo! O abjeto em questão é uma obra de um flamenguista que uma estação de rádio da época contratou para que fizesse hinos dos diversos clubes cariocas! Ao Botafogo o tal flamenguista Lamartine Babo legou sua pior produção, a tal que faz apologias aos empates que sempre acabam nos apontando como natural o caminhos das derrotas! É uma peça para baixo e que nos afasta das vitórias! Talvez isto explique o nosso longo fastio de títulos importantes! O hino oficial do Botafogo é bem outro e foi composto por um botafoguense, amigo! Que culpa tenho se os que me fazem reparos não sabem do que falam?

      POR QUE ESCULACHAS A TORCIDA ALVINEGRA? – Por favor, amigo! Por acaso uma torcida que vê o seu clube paulatinamente ir afundando e se recusa a lhe ajudar lhe ofertando os recursos de que o mesmo carecia sob a vã desculpa de que o dirigente era isso e aquilo, merece ser aplaudida e elogiada? Não é estranho que hoje as acusações que se faziam contra o MA de que ele roubara o dinheiro da venda do Dória estejam sendo desmentidas quando se sabe que só agora o Botafogo passou a receber a primeira das quatro parcelas acordadas? Como puderam lhe acusar de ter roubado o clube quando hoje o atual presidente se beneficia e goza no pau alheio por meio dos desbloqueios das receitas que foram tomadas àquele? Se a razão para que nossa torcida justificasse o seu nada fazer pelo clube era a de que o MA era desonesto, por que então, agora que o CEP é o presidente, a nossa torcida insiste em não chegar junto com os recursos que negara àquele? Uma torcida que apenas quer ser subsidiada pretextando ajudar ao clube quando é ela que estar sendo beneficiada, que finge existir e não comparece às arquibancadas merece ou não merece ser esculachada?

      POR QUE EXIBES SEU PATRIMÔNIO PÚBLICAMENTE? – Quem disse que eu ando a exibir meu patrimônio, meu caro? Se o senhor acha que doar ao clube através do Projeto BSD é se exibir ou mostrar patrimônio, está muito enganado! NÃO TEMOS NADA SENÃO A ENORME CAPACIDADE DE PRODUZIR POR MEIO DO NOSSO SUOR, MEU CARO! Se me dispus a doar ao Botafogo e a liderança dentre os doadores do BSD e o fiz achando que outros aqui que vivem a proclamar seu amor ao Botafogo fizessem o mesmo que eu! Pura ilusão! Nossa torcida é muitíssima mão de vaca! Para o senhor ter uma ideia do quanto tipos como o Manx e o Bira Cagão são apegados aos seus metais, saiba: ambos acenam com os punhos cerrados por medo de perder as unhas! Achamos que vamos encontrar agências bancárias do outro lado e por isso nos apegamos ao dinheiro com mais força e vigor que ao próprio Deus! Eu tento dar enquanto ainda posso decidir porque sei que os que farão a partilha após tomar minha nave não serão justos com o que eu tenha decidido antes… Jogarão dados sobre minha túnica púrpura…

      E DESMONTA O PRINCIPAL PATRIMÔNIO DO CLUBE QUE É A TORCIDA? – Essa sua pergunta já foi em parte respondida anteriormente… No entanto, permita-me perguntar-lhe que patrimônio representa a nossa torcida para o Botafogo se é ela quem quer se beneficiar por torcer pelo clube sem nada lhe oferta? Que garantia é nossa torcida para o Botafogo se o clube não pode contar com ela para nada? Por favor, tente abrir os olhos e o senhor enxergará o que seja o vazio azul do Niltão, meu caro! Com o nada o Botafogo sempre contou! Por isso se endividou tanto a ponto de hoje a divida lhe asfixiar o próprio viver, vai negar?

      POR QUE ATACA OS ESFORÇOS DO PRESIDENTE CEP, QUE ESTÁ FAZENDO DE TUDO PARA PAGAR A(S) CONTA(S) DA ADMINISTRAÇÃO NEFASTA DO MM? – O senhor sabe que o CEP a rigor nada estar a fazer até o momento senão endividar ainda mais o Botafogo com suas renovações absurdas e suas rescisões contratuais em que só o Botafogo é o grande prejudicado! Vide os exemplos Jeferson, Marcelo Mattos, Airton e outros… Não fossem ele contar com os desbloqueios das receitas tomadas à administração do MA, ele não poderia estar a gozar no pau alheio como vem fazendo! O cara de tanto ter vivido como oposição ainda hoje não se despiu do papel, chegando ao cumulo de abandonar uma obra pronta e que daria um certo alento ao Botafogo por pura birra com o MA, seu autor! Com isso o clube assumiu um prejuízo de mais de R$ 900 mil… Se isto é bem governar, explique porque ele largou o patrocínio Master que tínhamos (por conta de ser um legado do MA) e não conseguiu um outro até hoje fazendo do nosso uniforme um verdadeiro macacão de Fórmula 1, é, ou não?!

      POR QUE MENOSPREZAS A TODOS? – Não menosprezo a ninguém amigo! Apenas tenho me reservado ao direito de responder conforme me exigirem! Por que eu e o Mestre Zuza apesar de muito divergirmos não chagamos jamais ao ponto em que os senhores Manx e Bira Cagão me levaram? O Zuza jamais respondeu a qualquer dos meus posts com risos de hienas ou mugidos de vacas! Nem jamais fez uso de fakes para me agredir, me ofender, me denegrir como fazem o senhor Manx com seu fake O Justiceiro e o senhor Bira Cagão com o seu fake Sócrates Cacha! Observe o que aqui fazem esses dois no sentido de tentarem me impedir de postar ou de esconder os meus posts e o senhor entenderá porque os trato como trato-os!

      E PARA COMPLETAR O DEBATE: POR QUE AINDA TORCE(?) PELO BOTAFOGO? – Por que eu já era botafoguense antes de descobrir o quanto era omissa, ausente e invisível a nossa torcida em relação ao clube porque ela faz tantas e falsas juras de amor! Claro que se minha escolha para me considerar um botafoguense fosse determinada por sua torcida, eu jamais me teria tornado um de nós! Satisfaz-me saber que ao menos no passado tínhamos uma torcida senão ativa e participativa nas arquibancadas, ao menos, fazia bonito por ter entre seus componentes figuras como João Saldanha, Rui Porto, Roberto Porto, Vinícius de Morais, e tantos outros luminares da nossa cultura, concorda?

      Como o senhor vê, eu jamais fugi do debate sobre o Botafogo desde que o oponente tenha coragem de faze-lo e não viva a fugir à francesa como uns e outros… Tenha uma boa tarde, amigo! Percebeu que lhe respondi sem ter sido chulo, ofensivo, arrogante, caro Dog Mad? Por que uns e outros não podem agir assim também?

      • NASCE UMA ESTRELA! – Lembra da estreia do Pato nos profissionais? Jovem do Bota fez ainda melhor…

        Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/07/04/lembra-da-estreia-do-pato-nos-profissionais-jovem-do-bota-fez-ainda-melhor.htm

        “No dia 26 de novembro de 2006, Alexandre Pato, com apenas 17 anos, fez sua estreia pelos profissionais e foi decisivo para a goleada do Internacional sobre o Palmeiras. Quase nove anos depois, outro jovem de 17 anos superou o feito do hoje atacante do São Paulo. Luís Henrique chegou aos profissionais na última segunda e já foi titular do Botafogo diante do Sampaio Corrêa. Pressão? Nada disso. Ele marcou dois gols e fez a jogada do quarto na goleada de 5 a 0 na última sexta-feira, no Engenhão…”

        • paulo cesar oliveira

          Nem na hora da alegria vc deixa de ser espirito de porco ! Não é surpresa nenhuma , todo mundo aqui já sabe que vc só quer plantar a discordia.
          Que sua alma arda no inferno!

          • Bira(Miami) disse:

            27 de junho de 2015 às 12:34

            Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
            Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
            Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
            Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
            Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
            E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
            SDAN!

            Paulo Barreto disse:

            4 de julho de 2015 às 11:10

            OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

          • Será que o senhor sabe que um palhaço mesmo tendo que velar um parente não pode deixar de se apresentar sob qualquer hipótese, caro Paulinho Jabá? Que tal o senhor ao invés de criticar-me por minhas críticas provasse que eu estou errado, ponto por ponto, do que eu postei em resposta ao Dog Mad? Ofensas e chulismos jamais irão substituir a sua necessidade em me responder com dignidade se tem algo a nos dizer! Se era para nada nos acrescentar, não seria minhoca lá?

          • Peter Pot@mus

            Já deu o seu fio fó hoje Paulo Barreto? Então, meu camarada, deixe os outros em paz.

          • Que tal o senhor fazer o mesmo e aproveita para passar o anel em prol do Fica Jeferson, seu Peter Pot@mus? Por que o senhor não vai fazer o velho curso A até aprender que isto aqui é o Botafogo e não o seu Flamengo, amigo?

          • PERDOEM-ME, AMIGOS, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

            TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

            Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

            O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

            JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

            O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

            1 – Nilton Santos 721 jogos
            2 – Garrincha 612 jogos
            3 – Waltencir 453 jogos
            4 – Quarentinha 444 jogos
            5 – Manga 442 jogos
            6 – Carlos Roberto 440 jogos
            7 – Geninho 425 jogos
            8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
            10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

            Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

            O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

            Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

            Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

            Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

            Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

            Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

            QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

            O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

            COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

            Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

            QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

      • Onça-pintada

        Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

        Ir para: navegação, pesquisa

        Onça-pintada2

        Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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        Onça-pintada

        Estado de conservação

        Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

        Classificação científica

        Reino:

        Animalia

        Filo:

        Chordata

        Classe:

        Mammalia

        Ordem:

        Carnivora

        Família:

        Felidae

        Subfamília:

        Pantherinae

        Género:

        Panthera

        Espécie:

        P. onca

        Nome binomial

        Panthera onca
        (Linnaeus, 1758)

        Distribuição geográfica

        Atual Original
        Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

        Subespécies

        Ver texto

        A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

        Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

        Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

        Índice
        [esconder] 1 Etimologia
        2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
        2.2 Subespécies e variação Geográfica

        3 Distribuição geográfica e habitat
        4 Descrição 4.1 Melanismo

        5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
        5.2 Território e comportamento social
        5.3 Reprodução e ciclo de vida

        6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
        6.2 Conservação nos Estados Unidos

        7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
        7.2 Cultura contemporânea

        8 Referências
        9 Ver também
        10 Ligações externas

        Etimologia[editar código-fonte]

        “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

        “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

        A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

        Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

        Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
        A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

        Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

        Relações filogenéticas da onça-pintada.8

        Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

        Panthera tigris – tigre

        Panthera uncia – leopardo-das-neves

        Panthera pardus – leopardo

        Panthera leo – leão

        Panthera onca – onça-pintada

        Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

        Ancestral asiático[editar código-fonte]

        Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

        Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

        A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

        Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

        As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
        1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

        2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
        P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
        P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
        P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

        3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

        O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

        Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

        A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
        A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

        A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

        A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

        A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

        Descrição[editar código-fonte]

        A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
        A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

        Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

        A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

        Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
        Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

        Melanismo[editar código-fonte]

        Ver também: Melanismo em felinos

        Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

        A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

        Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

        Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

        Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

        A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
        A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

        A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

        Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

        Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

        A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
        A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

        A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

        Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

        Território e comportamento social[editar código-fonte]

        Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

        Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

        A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

        Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

        Mãe pegando filhote pelo pescoço.
        As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

        O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

        Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

        Conservação[editar código-fonte]

        O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
        Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

        Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

        A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

        Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

        Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

        Conservação no Brasil[editar código-fonte]

        O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

        Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

        Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

        O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
        Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

        No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

        O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

        Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

        Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

        Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

        A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
        Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

        Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

        Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

        O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

        Aspectos culturais[editar código-fonte]

        Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

        Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

        Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
        Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

        Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

        Cultura contemporânea[editar código-fonte]

        A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

        O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

        Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

        Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

        • Bira(Miami) disse:

          27 de junho de 2015 às 12:34

          Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
          Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
          Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
          Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
          Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
          E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
          SDAN!

          Paulo Barreto disse:

          4 de julho de 2015 às 11:10

          OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

          PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?

          • EIS O TAMBÉM CORNO, VIADO E FILHO DE UMA PUTA QUE ATENDE POR BIRA CAGÃO, APÓS TER DEIXADO A FANTASIA DE SÓCRATES CACHAÇA, CÍNICO COMO SÓ ELE CONSEGUE SER, AMIGOS!! Ele é simplesmente o cara mais egoísta e mesquinho que já se disse botafoguense! Ele simplesmente é incapaz de reconhecer suas limitações e que nada tem a nos dizer! POR ISSO, ELE NEM FODE SEM SAI DE CIMA COMO TODO CORNO EMPATADOR!

            É PRÓPRIO DOS EGOISTAS E MESQUINHOS FILHOS DE UMA PUTA COMO O SENHOR, POR SEREM INCAPAZES DE RECONHECER SEUS LIMITES, agir como age o senhor, seu BIRA CAGÃO! Mas, não há de ser nada! Enquanto o senhor enche o sacos dos nossos amigos com seus nada dizer-nos, eu vou satisfazendo a sua mulher já que o senhor por anemia não a come desde que se casou com ela para esconder que era gay, né mesmo?

            VIADOS E CORNOS COMO O SENHOR sempre foram os famosos empata foda! NÃO DEBATEM PORRA NENHUMA E NEM PERMITEM A NINGUÉM FAZÊ-LO!

            SÓCRATES aqui, só se for FOGÃO! Cachaça, viado e corno, DEFINITIVAMENTE, não!

            VADE RETRO Ó EXCOMUNGADO E FILHO DE SATÃ!

            ****
            EM RESPOSTA AO SENHOR MAD DOG! – UM VERDADEIRO DEBATE SE FAZ ASSIM… – Prezado Mad Dog, não costumo responder aos que bradam aos gritos suas perguntas, porém, como as suas tem a que não se pode olvidar, eis-me a responder-lhe, amigo!

            SE O SR REALMENTE QUER DEBATER O BOTAFOGO, ENTÃO POR QUE PERDES TANTO TEMPO ATACANDO OS ALVINEGROS? – Ora, Mad Dog, eu não ataco a ninguém apenas me defendo! Claro que gostaria de apenas dedicar-me ao debate do Botafogo, mas, como faze-lo se os senhores Manx, Bira Cagão e seus fakes não querem me permitir? Por que o senhor acha que eu lhes faço resistência aos seus fascismos? Em que os verdadeiros botafoguenses são por mim atacados se eu vivo aqui a enaltece-los na abnegação com que doam ao Botafogo através do Projeto BSD?

            POR QUE DENIGRES O HINO DO GLORIOSO? Por favor, caro Mad Dog, sabe o senhor do que estar falando de verdade? Para começo de conversa o tal hino merecedor de meus reparos nada tem de Hino Oficial do Botafogo, amigo! O abjeto em questão é uma obra de um flamenguista que uma estação de rádio da época contratou para que fizesse hinos dos diversos clubes cariocas! Ao Botafogo o tal flamenguista Lamartine Babo legou sua pior produção, a tal que faz apologias aos empates que sempre acabam nos apontando como natural o caminhos das derrotas! É uma peça para baixo e que nos afasta das vitórias! Talvez isto explique o nosso longo fastio de títulos importantes! O hino oficial do Botafogo é bem outro e foi composto por um botafoguense, amigo! Que culpa tenho se os que me fazem reparos não sabem do que falam?

            POR QUE ESCULACHAS A TORCIDA ALVINEGRA? – Por favor, amigo! Por acaso uma torcida que vê o seu clube paulatinamente ir afundando e se recusa a lhe ajudar lhe ofertando os recursos de que o mesmo carecia sob a vã desculpa de que o dirigente era isso e aquilo, merece ser aplaudida e elogiada? Não é estranho que hoje as acusações que se faziam contra o MA de que ele roubara o dinheiro da venda do Dória estejam sendo desmentidas quando se sabe que só agora o Botafogo passou a receber a primeira das quatro parcelas acordadas? Como puderam lhe acusar de ter roubado o clube quando hoje o atual presidente se beneficia e goza no pau alheio por meio dos desbloqueios das receitas que foram tomadas àquele? Se a razão para que nossa torcida justificasse o seu nada fazer pelo clube era a de que o MA era desonesto, por que então, agora que o CEP é o presidente, a nossa torcida insiste em não chegar junto com os recursos que negara àquele? Uma torcida que apenas quer ser subsidiada pretextando ajudar ao clube quando é ela que estar sendo beneficiada, que finge existir e não comparece às arquibancadas merece ou não merece ser esculachada?

            POR QUE EXIBES SEU PATRIMÔNIO PÚBLICAMENTE? – Quem disse que eu ando a exibir meu patrimônio, meu caro? Se o senhor acha que doar ao clube através do Projeto BSD é se exibir ou mostrar patrimônio, está muito enganado! NÃO TEMOS NADA SENÃO A ENORME CAPACIDADE DE PRODUZIR POR MEIO DO NOSSO SUOR, MEU CARO! Se me dispus a doar ao Botafogo e a liderança dentre os doadores do BSD e o fiz achando que outros aqui que vivem a proclamar seu amor ao Botafogo fizessem o mesmo que eu! Pura ilusão! Nossa torcida é muitíssima mão de vaca! Para o senhor ter uma ideia do quanto tipos como o Manx e o Bira Cagão são apegados aos seus metais, saiba: ambos acenam com os punhos cerrados por medo de perder as unhas! Achamos que vamos encontrar agências bancárias do outro lado e por isso nos apegamos ao dinheiro com mais força e vigor que ao próprio Deus! Eu tento dar enquanto ainda posso decidir porque sei que os que farão a partilha após tomar minha nave não serão justos com o que eu tenha decidido antes… Jogarão dados sobre minha túnica púrpura…

            E DESMONTA O PRINCIPAL PATRIMÔNIO DO CLUBE QUE É A TORCIDA? – Essa sua pergunta já foi em parte respondida anteriormente… No entanto, permita-me perguntar-lhe que patrimônio representa a nossa torcida para o Botafogo se é ela quem quer se beneficiar por torcer pelo clube sem nada lhe oferta? Que garantia é nossa torcida para o Botafogo se o clube não pode contar com ela para nada? Por favor, tente abrir os olhos e o senhor enxergará o que seja o vazio azul do Niltão, meu caro! Com o nada o Botafogo sempre contou! Por isso se endividou tanto a ponto de hoje a divida lhe asfixiar o próprio viver, vai negar?

            POR QUE ATACA OS ESFORÇOS DO PRESIDENTE CEP, QUE ESTÁ FAZENDO DE TUDO PARA PAGAR A(S) CONTA(S) DA ADMINISTRAÇÃO NEFASTA DO MM? – O senhor sabe que o CEP a rigor nada estar a fazer até o momento senão endividar ainda mais o Botafogo com suas renovações absurdas e suas rescisões contratuais em que só o Botafogo é o grande prejudicado! Vide os exemplos Jeferson, Marcelo Mattos, Airton e outros… Não fossem ele contar com os desbloqueios das receitas tomadas à administração do MA, ele não poderia estar a gozar no pau alheio como vem fazendo! O cara de tanto ter vivido como oposição ainda hoje não se despiu do papel, chegando ao cumulo de abandonar uma obra pronta e que daria um certo alento ao Botafogo por pura birra com o MA, seu autor! Com isso o clube assumiu um prejuízo de mais de R$ 900 mil… Se isto é bem governar, explique porque ele largou o patrocínio Master que tínhamos (por conta de ser um legado do MA) e não conseguiu um outro até hoje fazendo do nosso uniforme um verdadeiro macacão de Fórmula 1, é, ou não?!

            POR QUE MENOSPREZAS A TODOS? – Não menosprezo a ninguém amigo! Apenas tenho me reservado ao direito de responder conforme me exigirem! Por que eu e o Mestre Zuza apesar de muito divergirmos não chagamos jamais ao ponto em que os senhores Manx e Bira Cagão me levaram? O Zuza jamais respondeu a qualquer dos meus posts com risos de hienas ou mugidos de vacas! Nem jamais fez uso de fakes para me agredir, me ofender, me denegrir como fazem o senhor Manx com seu fake O Justiceiro e o senhor Bira Cagão com o seu fake Sócrates Cacha! Observe o que aqui fazem esses dois no sentido de tentarem me impedir de postar ou de esconder os meus posts e o senhor entenderá porque os trato como trato-os!

            E PARA COMPLETAR O DEBATE: POR QUE AINDA TORCE(?) PELO BOTAFOGO? – Por que eu já era botafoguense antes de descobrir o quanto era omissa, ausente e invisível a nossa torcida em relação ao clube porque ela faz tantas e falsas juras de amor! Claro que se minha escolha para me considerar um botafoguense fosse determinada por sua torcida, eu jamais me teria tornado um de nós! Satisfaz-me saber que ao menos no passado tínhamos uma torcida senão ativa e participativa nas arquibancadas, ao menos, fazia bonito por ter entre seus componentes figuras como João Saldanha, Rui Porto, Roberto Porto, Vinícius de Morais, e tantos outros luminares da nossa cultura, concorda?

            Como o senhor vê, eu jamais fugi do debate sobre o Botafogo desde que o oponente tenha coragem de faze-lo e não viva a fugir à francesa como uns e outros… Tenha uma boa tarde, amigo! Percebeu que lhe respondi sem ter sido chulo, ofensivo, arrogante, caro Dog Mad? Por que uns e outros não podem agir assim também?…

            ****

            PERDOEM-ME, AMIGOS, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

            TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

            Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

            O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

            ****

            JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

            O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

            1 – Nilton Santos 721 jogos
            2 – Garrincha 612 jogos
            3 – Waltencir 453 jogos
            4 – Quarentinha 444 jogos
            5 – Manga 442 jogos
            6 – Carlos Roberto 440 jogos
            7 – Geninho 425 jogos
            8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
            10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

            Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

            O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

            Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

            Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

            Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

            Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

            Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

            ****

            QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

            O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

            COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

            Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

            QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

            ****

            Bira(Miami) disse:

            27 de junho de 2015 às 12:34

            Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
            Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
            Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
            Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
            Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
            E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
            SDAN!

            Paulo Barreto disse:

            4 de julho de 2015 às 11:10

            OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?@!!

    • MUITO PRAZER TORCIDA BOTAFOGUENSE: SOU LUIZ HENRIQUE! – Prazer, Luis Henrique! Joia estreia com show, e Bota atropela Sampaio Corrêa. Atacante de 17 anos rouba a cena de Pimentinha, faz dois gols no primeiro jogo nos profissionais, e Alvinegro retoma a liderança da Série B após 5 a 0 no Nilton Santos…

      Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-b/noticia/2015/07/prazer-luis-henrique-joia-estreia-com-show-e-bota-atropela-sampaio-correa.html#equipe-botafogo

      “O jogo da noite desta sexta-feira, no Estádio Nilton Santos, tinha como uma das atrações o reencontro entre Botafogo e Pimentinha, atacante que chegou a ser contratado este ano pelo clube, mas rescindiu duas semanas depois sem sequer estrear. O atacante do Sampaio Corrêa bem que tentou, mas os holofotes recaíram sobre Luis Henrique. Enquanto o Tricolor maranhense segue sem saber o que é balançar a rede desde que perdeu o centroavante Robert, o jovem alvinegro de 17 anos – artilheiro e destaque da Copa do Brasil sub-17 com 14 gols em dez jogos – mostrou faro de gol e marcou duas vezes em sua estreia nos profissionais. Rodrigo Pimpão também fez dois, e Thiago Carleto, de pênalti, fechou o placar em 5 a 0, diante de 6.058 pagantes (6.794 presentes). A renda da partida foi de R$ 113.310,00…”

    • Loco Rodolpho

      Eu estava lá de corpo presente e vi também esta estrela do FOGÃO e futuramente da nossa SELEÇÃO.

      AVANTE LH9, reascenda de novo o FOGO de muitos torcedores que ainda não acreditam mais no nosso FOGÃO.

      • Pedi a um dos meus representantes que o procurasse por todo o Niltão e nem o Airam Guerra ou o Paulo Botafogo o encontraram por lá, seu Rodolpho! Pelo visto a única forma de realmente confirmar ser o senhor um careca, obtuso e brocha será convidando-o a assistir o jogo comigo em meu camarote, né mesmo? Quer vir no próximo jogo? Passe-me o seu e-mail para confirmarmos onde pega-lo, amigo! PS – Eu disse passe-me o e-mail e não o anel de couro, viu?

      • Peter Pot@mus

        Se esse garoto Luís Henrique for tudo isso mesmo que está pintando, sinto muito em dizer que muito em breve ficaremos sem ele. Aliás em se tratando de novos talentos, coisa rara hoje em dia no futebol Brasileiro, quando aparecem logo são negociados. Portanto, seguindo a lógica das coisas, Luís Henrique se vier a ser um novo astro do futebol, em breve deverá estar vestindo a camisa do Real Madrid, Barcelona, PSG ou outros clubes do futebol Europeu.

        • TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

          Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

          O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

          JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

          O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

          1 – Nilton Santos 721 jogos
          2 – Garrincha 612 jogos
          3 – Waltencir 453 jogos
          4 – Quarentinha 444 jogos
          5 – Manga 442 jogos
          6 – Carlos Roberto 440 jogos
          7 – Geninho 425 jogos
          8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
          10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

          Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

          O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

          Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

          Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

          Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

          Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

          Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

          QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

          O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

          COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

          Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

          QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

    • Confesso que não me surpriendi, já tinha visto esse menino jogar várias vezes no sub 17. E para minha felicidade êle jgou na minha terrinha quando menino, já que êle morou algun tempo em Itarana, região centro serrana do ES. Agora é so manter os pés no chão meu garoto, ném todos tem a mesma sorte e o dão de jogar ssim como você. Tenho visto muitos jogadores de grnde potencial se empolgarem e sumirem prematuramente.Sei que esse não vai ser o seu problema, sua mãe não vai deixar que isso aconteça. Não deixe meu querido e amado Botafogo. Meus parabens meu jovem.

      • TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

        Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

        O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

        JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

        O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

        1 – Nilton Santos 721 jogos
        2 – Garrincha 612 jogos
        3 – Waltencir 453 jogos
        4 – Quarentinha 444 jogos
        5 – Manga 442 jogos
        6 – Carlos Roberto 440 jogos
        7 – Geninho 425 jogos
        8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
        10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

        Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

        O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

        Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

        Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

        Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

        Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

        Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

        QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

        O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

        COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

        Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

        QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!!

    • O FUTURO NÃO ESTÁ ESCRITO

      Por Thiago Pinheiro

      A partícula “se” tem várias funções sintáticas e morfológicas, mas a que mais atormenta a vida de todas as pessoas – e não só a dos estudantes – é quando ela nos remete continuamente ao passado ou nos paralisa de medo em relação ao futuro. A incerteza do que pode acontecer ou a incapacidade de fazer diferente podem ser danosas para as nossas vidas e, claro, para o nosso clube.

      A semana que chega ao fim em poucas horas foi um bom exemplo. Discutíamos aqui, nos bares, nos grupos de Whatsapp e nos cafés dos escritórios sobre a escalação ou não de um jogador de 17 anos. O medo era de uma exibição que pudesse acabar com a confiança do atleta e despertar, vamos dizer, os instintos mais primitivos da torcida e fazer com que ela despejasse a sua indignação sobre o garoto.

      Salvo se a joia da base tirasse a camisa e a chutasse para longe, nunca temi uma reação ruim dos torcedores. Eu não tenho medo da torcida do Botafogo, mesmo que, muitas vezes, a minha opinião esteja bem longe do senso comum das arquibancadas. Eu estava confiante, claro, em uma boa exibição – talvez o adjetivo correto fosse esperançoso. Entretanto, há algo que fazia acreditar que haveria uma ligação. E, felizmente, deu tudo certo.

      Há horas que tudo conflui para que algo aconteça. É melhor obedecer, então.

      E como precisávamos de uma história, de uma narrativa, de algo que pudéssemos acreditar. Jobson, com todos os seus problemas – e principalmente por eles – oferecia isso. Pessoas querem acreditar em algo, ver, por exemplo, se o Jobson estava realmente com a cabeça no lugar ou apostar que ele voltaria ao seu histórico de confusões. Tudo isso polariza e mobiliza, faz-nos querer acreditar (ou não). Jogadores comuns – e não estou falando apenas de habilidade – costumam ser chatos e não mexem, de forma constante com ninguém.

      E o que nós vimos ontem, no nosso querido Estádio Nilton Santos, é o início de uma história que começou de uma maneira quase mágica. A comemoração inicial, por exemplo, mostrava mais surpresa do que alegria. Enquanto os abraços no campo significam as boas-vindas, nas arquibancadas eles simbolizavam não apenas a rendição perante os nossos desejos mais otimistas, mas, principalmente a aceitação de que, sim, podemos estar vendo algo de fantástico acontecendo.

      Não há nada certo em relação ao futuro. E é claro que, a partir de ontem, as expectativas estarão ainda mais altas. Que saibamos domá-las. Contudo, independente da sua torcida para tudo dê certo, no que você acredita?

      Seja bem-vindo Luis Henrique, estávamos esperando por você. A casa é sua.

      Sobre o Jogo

      Não vou estragar o texto, mas, apesar da goleada, aquele primeiro tempo foi preocupante demais. Sofremos onze chutes e o adversário teve o dobro de passes certos. Por sorte, deu tudo certo lá na frente.

      • Bira Fogão

        O que nos acrescente este texto do tal Thiago? O que disse este cidadão que não foi dito por aqui sobre o LH?
        Se a amiga Paula Zuza não tem o que postar, não seria minhápica lá?
        Olho neste Thiago!!!!!! Vira e mexe ele é trazido aqui pela quadrilha do MA. Por que será?

        • PERDOE-ME, AMIGO MANXADO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

          TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

          Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

          O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

          JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

          O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

          1 – Nilton Santos 721 jogos
          2 – Garrincha 612 jogos
          3 – Waltencir 453 jogos
          4 – Quarentinha 444 jogos
          5 – Manga 442 jogos
          6 – Carlos Roberto 440 jogos
          7 – Geninho 425 jogos
          8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
          10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

          Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

          O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

          Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

          Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

          Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

          Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

          Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

          QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

          O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

          COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

          Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

          QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

          QUEM DISSE QUE O SENHOR AQUI DEBATE PORRA NENHUMA NEM PERMITE A QUE OS OUTROS O FAÇAM, SEU MANX DEMENTE? QUANDO O SENHOR VAI SE TOCAR QUE O CANCER DO BLOG É O SENHOR COM SUAS INUTILIDADES E INCAPACIDADE DE DABATER O QUE QUER QUE SEJA?

          Ao menos seja honesto e digno e não o escroto e corno que aqui tem se apresentado, meu caro! Eu tenho o que dizer, por isso, posto! Mas, e o senhor, que tem a nos dizer senão cagar a todo o blog com seu fascismo?!!

    • JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

      O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

      1 – Nilton Santos 721 jogos
      2 – Garrincha 612 jogos
      3 – Waltencir 453 jogos
      4 – Quarentinha 444 jogos
      5 – Manga 442 jogos
      6 – Carlos Roberto 440 jogos
      7 – Geninho 425 jogos
      8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
      10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

      Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

      O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

      Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

      Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

      Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

      Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

      Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

      QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ…

      • DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

        O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

        COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

        Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

        QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!@#@

        • Bira Fogão

          Finalmente estão reconhecendo o que eu já disse aqui há mais de setenta e dois anos. O Jefferson é o maior e melhor goleiro da história do nosso Clube.

          • PERDOE-ME, AMIGO BIRA CAGÃO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

            TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

            Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

            O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

            JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

            O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

            1 – Nilton Santos 721 jogos
            2 – Garrincha 612 jogos
            3 – Waltencir 453 jogos
            4 – Quarentinha 444 jogos
            5 – Manga 442 jogos
            6 – Carlos Roberto 440 jogos
            7 – Geninho 425 jogos
            8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
            10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

            Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

            O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

            Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

            Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

            Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

            Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

            Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

            QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

            O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

            COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

            Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

            QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

            QUEM DISSE QUE O SENHOR AQUI DEBATE PORRA NENHUMA NEM PERMITE A QUE OS OUTROS O FAÇAM, SEU MANX DEMENTE? QUANDO O SENHOR VAI SE TOCAR QUE O CANCER DO BLOG É O SENHOR COM SUAS INUTILIDADES E INCAPACIDADE DE DABATER O QUE QUER QUE SEJA?

            Ao menos seja honesto e digno e não o escroto e corno que aqui tem se apresentado, meu caro! Eu tenho o que dizer, por isso, posto! Mas, e o senhor, que tem a nos dizer senão cagar a todo o blog com seu fascismo?

    • EM RESPOSTA AS INDAGAÇÕES DO SENHOR DOG MAD, eis as minhas respostas…

      POR QUE MENOSPREZAS O GRANDE ARQUEIRO JEFFERSON, SE O MESMO NOS GARANTIU JUNTO COM HERRERA E LOCO ABREU O TÍTULO DE 2010, PEGANDO AQUELE PÊNALTI DO ADRIANO NA DECISÃO DO ESTADUAL? – Vamos com calma com esse seu andor, meu amigo Mad Dog! Eu não menosprezo a ninguém! Se tomo o Jeferson como alvo de minhas críticas, o faço muito mais para provocar o controverso que porque acredite no que digo dele! Por outro, o amigo não acha que seja injusto que desmereçamos, por exemplo, ao Rafael Marques, que, também, a exemplo do Herrera, do Loco Abreu, nos deu um título Carioca em cima do mesmo Flamengo, esqueceu? Além do mais, amigo, aquele pênalti cobrado pelo Adriano, em que ele recuou a bola para o Jeferson, nada mais foi que o cumprimento de acordo que já havia nos feito vice por três vezes, ou não? Por fim o senhor esqueceu da negra página que o Jeferson nos escreveu na temporada passada e que resultou em nosso rebaixamento? Que currículo mais digno tem o Jeferson no Botafogo que se compare ao do Ricardo Cruz, de 89, ao do Wagner, de 95 ou mesmo ao Manga, nosso mítico e melhor goleiro de todos os tempos?

      POR QUE CONTESTA A ADMINISTRAÇÃO DO CEP QUE PRESSIONANDO A PREFEITURA JÁ OBTEVE 2 MILHÕES DA PREFEITURA, COISA QUE O MM NUNCA TERIA FEITO? – Que fez o azarado CEP até o momento senão gozar com o pau do MA, posto que tudo que fez foi se valer das receitas bloqueadas àquele, ou não? Em que ele faz uma boa administração se já nos fez perder o nosso mais digno tabu para o Vasco da Gama, para quem jamais havíamos perdido uma decisão e depois que ele assumiu já perdemos três sendo duas para o Eurico, ou não? E que dizer da renovação do contrato do Jeferson quando o mesmo ainda tinha uma temporada inteira para nos servir? Que justificou o aumento de salário dos anteriores R$ 150 mil ao mês para os atuais R$ 550 mil ao mês, quando todo o resto do time se submete ao teto salarial do clube? E que dizer da rescisão do MM tendo o clube se obrigado a lhe pagar tudo que lhe devíamos e ainda deixa-lo livre para nos enfrentar por um concorrente? Isto é bem administrar? E que dizer da obra pronta e abandonada e resultou num prejuízo de mais de R$ 900 para o clube? Receber o que nos for devido seja pela prefeitura ou pelo senhor Bira Fogão ou mesmo pelo Paulinho Jabá, é uma obrigação do presidente em exercício, amigo! Não se esqueça que o processo contra a prefeitura já estava pronto antes da posse do CEP, amigo!

      POR QUE FAZ TANTA PROPAGANDA DO BSD SE O SR JÁ O DIVULGOU ANTES? – Por que a propaganda é arma do sucesso de qualquer empreendimento! Infelizmente ela só não se aplica à nossa torcida por ela ser composta pos mãos de vaca que não abrem a mão nem para se despedir! O Bira Fogão, por exemplo, para não abrir a mão, só nos acena com os punhos cerrados, acredita? Além do mais, o amigo não pode se esquecer que a campanha por ser continua estar sempre sendo recebendo novas doações e por isso temos que trazer à baila as suas atualizações diárias! Se a RGT faz propagando de si mesma a todo instante, que outra maneira o senhor acha que seria capaz de comover a nossa torcida a doar mais senão mostrar que o tal que muitos aqui dizem não ser botafoguense é quem mais dar ao Botafogo vai negar? Será que o senhor não sabe que atualizo constantemente as informações do referido programa o faço tão somente para constranger os que vivem aqui a fazer falsas juras de amor ao Botafogo e jamais lhe deram um simples alfinete, amigo?

      POR QUE ATACA A TORCIDA BOTAFOGUENSE CHAMANDO-SE DE AUSENTE E OMISSA? – Será que o azul visíveis nas arquibancadas do NIltão não lhe responde a pergunta, amigo Dog Mad? Se a nossa torcida fosse realmente de chegar junto com os recursos de que o clube precisa, eu jamais a chamaria de omissa, ausente e invisível! No entanto, como não te-la por isso se ela não mostra sua cara? Eu chego a pensar que tipos como o Bira Fogão e o Paulinho Jabá nem existem e que são apenas fruto da nossa imaguinação… O amigo já encontrou um dos dois no Niltão alguma vez? Nem eu!

      POR QUE NÃO LEVANTAS A BANDEIRA BRANCA PARA QUE TODOS VOLTEM AO DEBATE MAIS FOCADO NO B O T A F O G O? – E o que o senhor acha que seja o esforço meu e do nosso ilustre amigo Manx em prol da normalidade do Blog do General e seus debates, meu caro? Vai negar que de ontem para cá o Blog do General não estar mais saudável?

      Como o senhor vê, não sou de fugir de qualquer debate quando realmente há o desejo sincero dos que me indagam em conhecer e saber o que seja o Botafogo, amigo! Estamos aqui para isso! Sirva-se e tenha um bom dia, caro louco Biriba!

  • Afonso Martins de Sousa

    Tá todo mundo pedindo calma com o garoto, e acho que é assim mesmo, ele tem peersonalidade e vai nos dá muitas alegrias,quanto à segurar por muito tempo acredito que vai ser muito dificil até pela nossa situação financeira.Mais sse for vendido que seja aí por uns 60.milhões ou mais.

    • VAMOS COM CALMA PORQUE A NOVA ESTRELA APENAS ESTAR NASCENDO, AMIGOS! – Botafogo pede pés no chão após atacante brilhar em 1º jogo no profissional…

      Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-b/ultimas-noticias/2015/07/04/botafogo-pede-pes-no-chao-apos-atacante-brilhar-em-1-jogo-no-profissional.htm

      “Luis Henrique mostrou ter personalidade em sua estreia nos profissionais do Botafogo. Não tremeu com a titularidade, marcou dois gols e foi fundamental para a vitória que recolocou a equipe na liderança da Série B. A alegria se mistura à preocupação em todos no Alvinegro. O receio é manter os pés do jovem jogador no chão…”

    • Peter Pot@mus

      O LAZARENTO DO GENERAL JÁ ESTÁ POSTANDO MERDAS DE NOVO. Do jeito que este sujeito é seca pimenteira, vai acabar por secar o garoto antes mesmo que ele possa se firmar como um grande jogador de futebol. General, Shut up, cala essa boca, fica quieto seu lazarento. Semana passada você postou que era só ganhar do Macaé e depois ir pra praia. E o que aconteceu? O Botafogo foi goleado. Portanto, seu pé frio de uma figa, não faça previsões sobre o Luís Henrique, você é péssimo nisso, DEIXA O GAROTO EM PAZ.

      • TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

        Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

        O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

        JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

        O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

        1 – Nilton Santos 721 jogos
        2 – Garrincha 612 jogos
        3 – Waltencir 453 jogos
        4 – Quarentinha 444 jogos
        5 – Manga 442 jogos
        6 – Carlos Roberto 440 jogos
        7 – Geninho 425 jogos
        8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
        10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

        Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

        O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

        Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

        Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

        Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

        Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

        Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

        QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

        O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

        COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

        Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

        QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!!!

  • VÁ SE ENTENDER A TORCIDA DO BOTAFOGO… NÃO É INCRÍVEL QUE JUSTAMENTE QUANDO ESTAMO A LIDERAR A SÉRIE B, SEJA JUSTAMENTE AI QUE A NOSSA TORCIDA PARE, OU DEIXE DE AJUDAR AO CLUBE? O PROJETO BOTAFOGO SEM DÍVIDA, INFORMA: Há mais de três dias que o projeto não recebe qualquer doação…

    Dívida ativa do clube em 4/07/2015: R$ 129.520.180,74

    Valor pago até o momento: R$ 224.817,61

    Torcedores cadastrados no site: 4.707

    DÍVIDA QUE ESTAMOS PAGANDO AGORA:

    Inscrição: 70.7.03.014082-10
    Valor: R$ 26.468,91
    Confirmados: R$ 8.250,00
    A confirmar: R$ 130,00
    Restam: R$ 18.088,91

    CONTRIBUIDORES DA DIVIDA ATUAL e os mesmos há três meses:

    1 Paulo Barreto RJ R$2.050,00
    2 Luciane Guedes RJ R$1.000,00
    3 Flavio Rebello RJ R$500,00
    4 Resenha Alvinegra R$420,00
    5 Luiz José Ferreira SP R$400,00
    6 Augusto Teixeira RJ R$400,00
    7 Ubiratan Sousa RJ R$300,00
    8 Eduardo Bouzin RJ R$200,00
    9 Gustavo Oliveira RJ R$200,00
    10 Marcio L G Estrella RJ R$200,00

    EIS OS DEZ MAIORES CONTRIBUIDORES DE SEMPRE DE TODO PROJETO BOTAFOGO SEM DIVIDA (até parece que os maiores torcedores do Botafogo são apenas estes, não?):

    1 Paulo Barreto RJ R$ 16.000,00
    2 Júlio Costa RJ R$ 11.000,00
    3 Enzo MT R$ 10.500,00
    4 Ricardo Bacellar RJ R$ 8.000,00
    5 Loucos Botafogo RJ R$ 6.050,00
    6 João Pereira de Almeida Neto SP R$ 3.737,00
    7 Luciane Guedes RJ R$ 3.400,00
    8 Luiz José Ferreira SP R$ 3.100,00
    9 Rafael Nunes Moreira Barbosa TO R$ 2.720,00
    10 João Villaverde SP R$ 2.700,00

    QUALQUER DUVIDA, POR FAVOR, CONSULTE O SITE ABAIXO:
    http://www.botafogosemdividas.com.br/ – QUE OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, que ainda não se cadastraram no site acima, imitem aos bons!!!

    Quando por algum milagre veremos o senhor Manxado ou Bira Cagão comprovarem os seus amores pelos Botafogo sendo um dos participantes de uma das listas acima?!

    • UMA ESTRELA QUE DESPONTA! – “Garoto de ouro” do Botafogo, Luis Henrique muda patamar após estreia. Atacante de 17 anos impressiona pela confiança em primeiro jogo como profissional, cita frase de Jairzinho, e presidente afirma que termos de contrato serão revistos…

      Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2015/07/garoto-de-ouro-do-botafogo-luis-henrique-muda-patamar-apos-estreia.html

      “Luis Henrique é o futuro do Botafogo. Mas sua atuação na primeira partida como profissional teve muito a ver com o passado de glórias do clube. Na última semana, o atacante de 17 anos conversou com Jairzinho, um dos maiores ídolos alvinegros, e ouviu uma frase que o ajudou a deixar qualquer inibição de lado e marcar dois gols na vitória por 5 a 0 sobre o Sampaio Corrêa, na última sexta-feira, pela Série B do Brasileirão…”

    • Peter Pot@mus

      Paulo Barreto, VTC. Traduzindo: VAI TOMAR NO CÚ.

      • COMO SEMPRE, CARO PETER, UMA PARTICIPAÇÃO TÍPICA DE CARPIDEIRO ESTA SUA, NÉ MESMO? – Que tal o senhor fazer o mesmo e se aproveita do momento para passar o seu anel de couro em prol da campanha Fica Jeferson, seu Peter Pot@mus? Por que o senhor não vai fazer o velho curso A até aprender que isto aqui é o Botafogo e não o seu Flamengo, amigo? Vá o senhor que tem o costume desde que comia merda na infância, seu escroto!

        • Peter Pot@mus

          Retificando: Não é VTC e sim VTNC, que quer dizer: VAI TOMAR NO CÚ. Viu Paulo Barreto?

          • E o senhor ainda nega que sua mãe não se arrepende de tê-lo posto no mundo, seu Pater? Tanto que até o seu pai agora se diz corno por achar que não merecia um filho como o senhor, vai negar?

        • Peter Pot@mus

          O curso A de mAricas, como é o seu caso. Vai negar Paulo Barreto?

          • Todos aqui sabem que os pernambucanos, por seus dotes naturais, são isentos de tais cursos, meu amigo! Isso de fazer o curso A, fica bem nos cariocas, como o senhor, o Paulinho Jabá, o Wal e o Bira Fogão que repetem há dez anos o mesmo curso por gostar de levar pau, vai negar, vai, seu Pot@mus?

          • OS SENHORES MANX E BIRA FOGÃO SÃO A SUPREMA MANIFESTAÇÃO DO EGOISMO E DA MESQUINHÊS HUMANA! PARA ELES, se eles não tem o que nos dizer, por serem limitados intelectualmente, ninguém mais também aqui algo dirá! Eles acham que escondendo a verdade, aqui, dita por mim, ou por quem quer que seja, conseguirão impedir aos demais o seu brilho e conhecimento!

            Quando finalmente os senhores Manx (O Justiceiro) e o senhor Bira Fogão (Sócrates Cachaça) vão entender que à mim eles não impedem de dar o meu recado? Quando os dois idiotas vão se dar conta de que apenas se proíbem de debaterem o Botafogo e aos seus ditos amigos enquanto eu continuo postando tudo o que quero? Quando esses dois dementes vão se dar conta de que apenas prejudicam aos seus covardes amigos que por tudo lhes permitirem são os únicos prejudicados por suas ações? Quando esses senhores terão a humildade para reconhecer os seus limites naturais, e deixarão de ser os empatadores que tem sido? Que prazer pode ter alguém que por ser anêmico e não comer sua mulher, nem a satisfaça nem permita que façam em seu lugar?

            Qual a graça em eles serem os empata foda que tem sido? Qual a graça em se revelarem os autênticos NEM TREPAM NEM SAEM DE CIMA? Por acaso, não é isto que esses dois senhores aqui fazem? COMO ELES NADA TEM A NOS DIZER, POR NADA SABEREM DO BOTAFOGO, ACHAM QUE, POR ISSO, OS DEMAIS, TAMBÉM, NÃO PODEM DEBATER ou ter o que nos dizerem?

            QUE O SENHOR MANX E O SENHOR BIRA FOGÃO SAIBAM QUE DE NADA LHES ADIANTARÁ ME OLVIDAREM, PORQUANTO, SE AINDA VÃO INSISTIR EM FAZER USO DOS SEUS FAKES, eu não lhes darei descanso!

            ENQUANTO COM seus fakes OS SENHORES insistirem EM NOS PERTURBAR, COMO SE FOSSEM TORCEDORES DE BOTECOS, EU NÃO LHE DEIXAREI POSTAR NADA aqui EM PAZ! JURO QUE LHES SOMBREAREI DA MESMA FORMA COM QUE O MANX TENTA EM VÃO ME ESCONDER, AINDA QUE SOBRE O BOTAFOGO EU NADA MAIS VENHA AQUI DEBATER!

            ENQUANTO OS SENHORES INSISTIREM EM AQUI SEREM OS ESCROTOS QUE TEM QUE TEM SIDO, A IMPEDIREM QUE OS SEUS DITOS AMIGOS AQUI SE MANIFESTEM, NINGUÉM AQUI NADA DEBATERÁ!

            QUEM NÃO DEFENDE SEU DIREITO DE LIVREMENTE SE EXPRESSAR, POR MEDO DA REAÇÃO FASCISTA, TAMBÉM, NÃO TERÁ DIREITO DE NADA AQUI DEBATER! FAÇAM SUAS ESCOLHAM, MEUS CAROS!

            SAIBAM QUE QUANTO MAIS TENTAREM ME ESCONDER, MAIS EU HEI DE APAREÇER E SER LIDO, AMIGOS!

            E OBRIGADO PELOS OUTDOORS QUE TEM ME FORNECIDO! OS SENHORES VIVEM PARA ME ALIMENTAR E DEIXAREM MINHA CONTA CORRENTE MAIS RICA!

            O GENERAL NILTON SEVERIANO, CARO BIRA CAGÃO, ATENDENDO A UM PEDIDO ESPECIAL POR MIM FEITO, APENAS, DELETOU O LIXO AQUI DEIXADO PELOS TAIS TORCEDORES DE BOTECOS, QUE NÃO SOUBERAM SE CONDUZIR NUM BLOG VOLTADO PARA O DEBATE DE IDEIAS, AMIGO!

            DEIXE DE SER LEVIANO COM SUAS ACUSAÇÕES INFUNDADAS! RECONHEÇA QUE O SENHOR E SEUS CÚMPLICES APENAS POSTARAM MUITO LIXO, AMIGO!#@#

  • O SENHOR MANX E AS SUAS CONTRADIÇÕES… – Nove foras os seus ditos amigos omissos, caro Manx, quem disse que precisamos nos casar, ou formar um par, para estarmos de acordo com alguns pontos e discordarmos noutros? Que papo estranho é este de que, para que a paz no Blog do General seja possível, eu tenha que me unir ao senhor ou ao Bira Cagão? Estamos aqui para debater unicamente ao Botafogo e não para promovermos uma suruba ou uma ménage à três, meu caro!

    Quem disse ao senhor que comentar o que, aqui, é postado, com coerência e respeito pelo postado, é afrontar a quem quer que seja?! Afrontar o comentário alheio é fazer o que o senhor fez à minha resposta ao senhor Dinha lhe agregando algo que nada tinha a ver com o que debatíamos, vai negar? Tanto que até lhe postei o seguinte por ocasião:

    “Tá vendo como o senhor se contradiz, meu caro Manx? Isto, sim, é invadir o comentário alheio e nada lhe acrescentar, além de simplesmente desviar o que estávamos tratando, concorda, amigo! Tá vendo que enquanto eu busco respeitar o que estou a responder é o senhor quem nos invade com algo que não tem absolutamente a ver com o que debatíamos nem com o Botafogo? Que tem o fato de o senhor Fernandalves ser o rei dos enganados pela mulherada a ver com o que debatíamos acima? Depois sou eu quem não respeita os posts alheios, né mesmo? Quando o amigo vai aprender a olhar apenas para o próprio rabinho sempre tão bonito e elegante?” – Vai negar? Por outro lado, amigo, querer acabar com a polêmica em um blog de debates é o mesmo que cala-lo, emudece-lo de forma a fazer com que o mesmo não sirva para nada!

    QUEM NÃO QUER POLEMIZAR, DEVE SE DIRIGIR À UMA IGREJA, ONDE TODOS DIZEM AMÉM, COMO RESPOSTA AO QUE DIGA O PASTOR!

    Um blog de debates pode ser tudo, menos uma igreja onde todos só digam, ou falem a mesma língua, ou tenham o mesmo norte! Fosse assim, e não haveria necessidade de se debater nada, posto que todos estaríamos de acordo, concorda?

    A paz é um instrumento de entendimento de todos, amigos! Brigam dois quando os dois querem! O chato é que nem quando eu não quero brigar o senhor quer respeitar a minha vontade, agindo como se fora uma dama da zona, me instigando a responde-lo, custe o que custar, vai negar? Sou tão amigo de todos quanto o senhor! Tanto que até ao senhor, ao Bira e ao Paulinho Jabá, desafetos declarados meus, eu os chamo de amigo, vai negar? Minhas desavenças com A ou com B acabam a cada novo posts! Se sou obrigado a responder é porque alguém insiste nisto talvez porque a partir do momento em que só tivesse que debater o Botafogo, nada tivesse a nos dizer e se agrega aos meus posts com colagens inúteis, concorda?

    Não tergiverse porque o senhor sabe que é o senhor o dono de sua vontade! Se o senhor insiste em desviar, a todos, dos debates, ao invés de deles participar, isto é uma decisão sua, e de mais ninguém! O que espanta a todos, caro Manx, é sua mania de tudo levar a ferro e fogo! Só mesmo alguém muito inseguro ou ingênuo iria se sentir magoado, ofendido, vilipendiado e levar a sério a lorota dita por alguém que há mais de 5 mil quilômetros de distancia diz que come diariamente a sua mulher, não acha?! Até aos olhos de uma criança das mais inocentes isto soaria impossível! Não se tem notícia de que alguém se torne corno pelo que ler na internet a título de zoação, galhofa ou de simplesmente de fazer-lhe pirraça assim como o senhor me faz picuinha, não acha?

    Não quero entornar o caldo, mas a sua fala final, foi simplesmente a prova maior da sua hipocrisia! Afirmar ter muito amigos, por aqui, e que não quer passar por cima deles, me parece pura gozação, quando vemos que, durante toda nossa privação de sentidos, o senhor não tem feito outra coisa, por aqui, senão passar como um tanque por cima deles, e dos seus direitos, ao impedi-los de fazerem seus comentários, mediantes as suas colagens que a todos faz perder o norte, vai negar?

    Que consideração teve o senhor pelo Fernandalve, pelo Gil Fogão quando, fazendo-se de ouvido mouco, nenhuma consideração lhes teve a ponto de, o primeiro, se sentindo desprestigiado e desconsiderado, quando lhe pediu, em vão, que fizesse algo pela normalidade do Blog do General, acabou se afastando, por não ser atendido, ou não? Sugerir que façamos algo é mole… O diabo é o senhor não ver que a sua sugestão à mim lhe caberia como uma luva perfeita, não acha? Por que o senhor não a usa? Pense nisso, seu Manx!!

    • QUE ESTRÉIA ESPETACULAR! LEMBROU JAIRZINHO! – René freia euforia com Luis Henrique, mas admite: “Estrela impressionante”. Técnico do Botafogo volta a se encantar com atacante de 17 anos e pede para clube blindar joia após estreia no profissional com direito a dois gols sobre Sampaio Corrêa…

      Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2015/07/rene-freia-euforia-com-luis-henrique-mas-admite-estrela-impressionante.html#equipe-botafogo

      “Luis Henrique, Luis Henrique, Luis Henrique… O garoto de 17 anos concentrou as atenções no Botafogo após a goleada por 5 a 0 sobre o Sampaio Corrêa, no Estádio Nilton Santos, pela 10ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro (veja os melhores momentos no vídeo acima). Das entrevistas em campo à coletiva de imprensa, só deu a joia alvinegra. O assédio foi tanto que René Simões precisou pedir calma. Antes o pedido era direcionado à torcida, para não queimar o jovem, e agora para a imprensa. O técnico orientou o clube a blindar o atacante, mas admitiu mais uma vez seu encantamento pelo jogador…”

      • Loco Rodolpho

        Vc com certeza não estava lá vendo a estréia desta estrela, pois não vi nenhum velho careca, barrigudo com cara e viado pernambucano, ou vai negar?????

        • O senhor não me vi lá em meu camarote, porque, certamente, pela descrição que fez de quem procurava, o senhor andava a procura do Manx, ou do Paulinho Jabá, quem sabe, do Ivosc, ou do Bira Cagão e até mesmo o tal Wal, todos eles obesos, carecas, bundudos e brochas, amigo Rodolpho! Em Pernambuco não existe este tipo de flora! Pode perguntar ao Sergio Paiva que lá foi comido por parecer uma gazela, pergunte-lhe, vá!

          • Bira Fogão

            E por falar no jogo de ontem, eu gostaria de saber da amiga paula Zuza o porquê deletaram os meus comentários torcendo pelo Botafogo durante o jogo?
            Será que até mesmo um simples torcer para o Botafogo os incomodam tanto assim?
            É um abuso e um fascismo o que vocês fizeram comigo!!!!!!

          • Será que o amigo não percebeu que o fato se deu, no tópico anterior, em razão tão somente de termos consertado o problema que ocasionara o tal limbo, aquela linha que separava os debatedores dos torcedores de botecos, amigo Bira? Pare com sua mania de sentir a perseguida, amiga! Como o senhor viu, foi uma questão de limpar a sujeira que o senhor e o Manx sempre acabam fazendo ao Blog do General, vai negar?

          • Bira Fogão

            É mesmo lamentável termos entre nós alguém que acha que o torcer fervorosamente pelo Botafogo é uma sujeira. É LAMENTÁVEL TERMOS CHEGADO A ESTE PONTO!!!! PQP!!!!!

          • A questão é que o senhor, caro Bira Cagão, confunde o debater de ideias dos debatedores com os seus postar apenas de gritos e alaridos sem sentido, próprio dos torcedores de boteco! Debate pressupõe troca de ideias e busca de soluções! Faz isso apenas os debatedores! Já os tais torcedores de botecos confunde o torcer vulgar das esquinas com participar dos debates, tou errado? LAMENTÁVEL É O SENHOR TER CONTRIBUIDO E MUITO PARA QUE O BLOG DO GENERAL ATÉ ENTÃO SE TORNAR-SE O CAOS QUE O SENHOR CONSTRUIU COM SEU FAKE SÓCRATES CACHAÇA, NÃO ACHA?

  • Fogo Carioca

    General, pela primeira vez seu texto, apesar de habitualmente exagerado nas previsões, faz sentido com a enorme expectativa que a estréia desse menino ontem nos proporcionou.
    Ter uma enorme estrela é o fator primordial dos grandes personagens, e estrela o LH9 parece ter de sobra. Estrela e personalidade, porque o comportamento da jóia durante os 78 minutos que esteve em campo foi de um veterano.
    Dois belos gols (decisivos) e uma jogada plástica que originou o quarto gol transformaram uma partida normal da série B em um marco de esperança comparável ao eterno Furacão da copa.
    Espero que a primeira medida dessa diretoria seja proteger esse incalculável patrimônio dos inúmeros assédios que virão tomando de todos os recursos necessários para elevar sua multa rescisória para valores estratosféricos.
    Saber lapidar esse menino pode ser o nosso presente e futuro.
    Não posso finalizar sem dizer a alegria indescritível que é saber que ele ficou durante anos no meio da flavela e agora é Fogão. Rasguem-se todos os mulambos do planeta, e assistam a estréia de ontem para terem pesadelos intermináveis…
    SAN

    • PERDOE-ME, AMIGO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÓVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

      TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

      Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

      O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

      JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

      O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

      1 – Nilton Santos 721 jogos
      2 – Garrincha 612 jogos
      3 – Waltencir 453 jogos
      4 – Quarentinha 444 jogos
      5 – Manga 442 jogos
      6 – Carlos Roberto 440 jogos
      7 – Geninho 425 jogos
      8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
      10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

      Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

      O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

      Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

      Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

      Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

      Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

      Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

      QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

      O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

      COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

      Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

      QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

  • Carlos Ramos

    O Luís Henrique foi muito bem em sua estréia, mas acho que o técnico tem lançar o Rafael de Oliveira, que tem bagagem para enfrentar os adversários principalmente fora do Rio e ir sempre o colocando no segundo tempo até que talvez os dois possam fazer dupla lá na frente e consequentemente muitos gols, pois aí a responsabilidade estará dividida e as atenções dos adversários também.

    • paulo cesar oliveira

      Carlos Ramos, dadas as devidas proporções e épocas diferentes, a geração do bi 67 – 68 tinha varios guris sem pentelho, um deles era o Paulo Cezar Caju.

      Esse garoto é atacante do Botafogo, tem a estrela dos autenticos craques da casa. Tb acho que o Rafael tem que jogar mas se já queimamos o sub-20 do LH e botamos direto no profissional e logo na PRIMEIRA BOLA o cara ensacou, não resta dúvida de que é ele quem tem que jogar. Tem que pegar experiencia jogando, se deixar ele no banco para vender por meia duzia de discos do Roberto Carlos de que vai nos adiantar apresenta-lo ao mundo?

      • O Luiz Henrique, caro Paulinho Jabá, guardadas as devidas proporções, nos lembrou o Jairzinho em sua estreia, também aos 17 anos, nos profissionais, fazendo dois gols, assim como fez o Furacão quando despontou para o Brasil e para o Mundo! Que o Botafogo saiba segurar sua joia com mais denodo que o Flamengo ao não perceber o que acabou liberando para nós! O Flamengo terá sentido o mesmo que o Vasco sentiu ao não aceitar o jovem Pelé…

        • Bira Fogão

          Eu só não consigo entender tanta preocupação com o framengo por parte de alguns que se dizem Botafoguenses. Agente com tantos problemas e neguinho preocupado com o que um outro clube dirá e sentirá. Aqui é Botafogo!!!!!!!

          • Não se trata de qualquer preocupação com o Flamengo, caro Ubiratan, mas de tirar um sarro com o mesmo em razão de ter sido míope na avaliação que fizeram do Luiz Henrique quando o mesmo por lá passou! Agora que eles o verão brilhando entre nós o chororô será imenso! Nem poderão dizer que foram seu clube formador, quando amanhã ou depois o CEO o passar adiante, né mesmo? Saiba que melhor que o senhor eu sei mais do que ninguém tudo do Botafogo! O amigo é que aqui estar perdido, não?

          • Bira Fogão

            Com certeza, eu estou mais perdido aqui do o cachorro que caiu da mudança.
            Eu sou muito teimoso e ingênuo mesmo. Eu continuo achando que esse Blog é para se falar das coisas do Botafogo.

          • marco brasil

            Isso mesmo gira. Vamos falar da fogão e esquecer os outros times…

            Abs

          • paulo cesar oliveira

            Bira, esse palhaço é urubu!

          • Desista, Paulinho Jabá! Um vegano não come mais qualquer companheiro de viagem! O senhor fez muito doce quando podia passar-me o velho anel, agora, amiga, é tarde! Nem o senhor pintando de dourado as suas bordas, eu o quero mais! Volte a me chamar de urubu e o senhor vai ver o que vou enfiar em sua rima, viu?

  • Bira Fogão

    Bom dia torcida Botafoguense.
    Um jogo apenas. Somente setenta e oito minutos de uma partida. Já podemos cravar que é um novo fenômeno do futebol mundial. Desses que aparecem a cada trinta anos?
    Eu creio que sim. Mas ele jogou tanto assim? Talvez não, se fosse para um jogador veterano. Até o Cone Fred já fez mais de dois num jogo. Porem, aos dezessete anos jogar com toda aquela personalidade e altivez, eu só tinha visto o Pelé!!!!
    Podem cravar, o Luís Henrique será o ponto de partida da volta do Glorioso como o Clube maior revelador de talentos do mundo. Nasce muito mais do que uma Estrela Solitária, nasce a volta do Poderoso e Gigantesco BOTAFOGO FR!!!!!

    • paulo cesar oliveira

      Caro Bira, o LH é atacante prata da casa, daqueles que resolveram muitos problemas. Repare que enquanto ele fez dois gols o adversario estava fustigando a nossa área e saindo pro jogo. No primeiro tempo o Sampaio teve mais posse de bola e o placar foi 3X0 pra nós. Essas coisas aconteciam no passado porque tínhamos atacantes que faziam enorme diferença, bastava a bola chegar lá, e se um só já era azedo de aturar imagine uns tres tocando de um pro outro até o barraco adversario!

      O problema hoje em dia é que os guris já estão quase todos apalavrados com o Steikovar%$# , da Russia, com o Hpitruk Ni chuasn, da China, o PQP dela PQP, da Italia, e por aí vai. Pegam os guris ainda fetos e fazem os pais assinarem contratos em troca das fraudas. Quando chegam nessa idade do LH já se sabe onde o cara vai jogar, já tem o nome dele no game da Fifa, essas coisas de um mundo globalizado.

      Só espero que pelo menos ele suje o uniforme do clube antes de ir embora. Infelizmente o clube está todo arrombado pelo ladrão MA e qq jogador de porrinha pode ser vendido a qq tempo.

      • Bira Fogão

        Paulo César é nessa hora que veremos o verdadeiro Presidente CEP. Veremos se ele vai lutar com unhas e dentes contra os abutres do futebol. Sabemos que essa luta é inglória; não é nada fácil resistir aos assédios do mal. Ele terá que ter pulso firme e tirar o máximo proveito em prol do Clube.
        Se o presidente CEP perder esse jogador por quaisquer trinta moedas passará a ser considerado por mim como mais um daqueles falsos Botafoguenses que está no poder por vaidade e não por amor ao Clube.
        Seja firme na condução do Botafogo na volta às suas grandes glórias, senhor Presidente Carlos Eduardo da Cunha Pereira!!!!!!!
        Aproveite esse momento e priorize a nossa divisão de base. É esse o caminho mais curto para sair da crise!!!!!
        Quanto a poupar o Luís Henrique, um jogador de dezessete anos, não me parece o mais sensato. Jogador de futebol tem que jogar!!!!! E seja o que Deus quiser!!!!!

        • O amigo não terá que esperar muito… Quem sabe já na próxima janela ele já não seja mandado ir para os quintos da Europa? Isto se não o fatiarem todo antes mesmo que o desperte o interesse dos abutres de todos os matizes! Faço votos que estejamos exagerando em nossos temores, mas, quem pode confiar no bicho homem?

          • Bira Fogão

            Você tem razão, amiga Paula Zuza. Nada mais nesse mundo da bola me surpreende.
            A surpresa seria o contrário; ou seja, o Botafogo conseguir segurar esse talento até que nos dê muitos frutos.
            Que sabe não é o começo de uma nova era para o Botafogo FR!!!!!!
            VAMOS TODOS ACREDITAR!!!!!!

          • Oxalá, o indicativo disto já não seja o fato de estarmos de acordo em alguma coisa relativa ao Botafogo, né mesmo, seu Ubiratan? Tenha uma boa tarde, viu?

    • OS SENHORES MANX E BIRA FOGÃO SÃO A SUPREMA MANIFESTAÇÃO DO EGOISMO E DA MESQUINHÊS HUMANA! PARA ELES, se eles não tem o que nos dizer, por serem limitados intelectualmente, ninguém mais também aqui algo dirá! Eles acham que escondendo a verdade, aqui, dita por mim, ou por quem quer que seja, conseguirão impedir aos demais o seu brilho e conhecimento!

      Quando finalmente os senhores Manx (O Justiceiro) e o senhor Bira Fogão (Sócrates Cachaça) vão entender que à mim eles não impedem de dar o meu recado? Quando os dois idiotas vão se dar conta de que apenas se proíbem de debaterem o Botafogo e aos seus ditos amigos enquanto eu continuo postando tudo o que quero? Quando esses dois dementes vão se dar conta de que apenas prejudicam aos seus covardes amigos que por tudo lhes permitirem são os únicos prejudicados por suas ações? Quando esses senhores terão a humildade para reconhecer os seus limites naturais, e deixarão de ser os empatadores que tem sido? Que prazer pode ter alguém que por ser anêmico e não comer sua mulher, nem a satisfaça nem permita que façam em seu lugar?

      Qual a graça em eles serem os empata foda que tem sido? Qual a graça em se revelarem os autênticos NEM TREPAM NEM SAEM DE CIMA? Por acaso, não é isto que esses dois senhores aqui fazem? COMO ELES NADA TEM A NOS DIZER, POR NADA SABEREM DO BOTAFOGO, ACHAM QUE, POR ISSO, OS DEMAIS, TAMBÉM, NÃO PODEM DEBATER ou ter o que nos dizerem?

      QUE O SENHOR MANX E O SENHOR BIRA FOGÃO SAIBAM QUE DE NADA LHES ADIANTARÁ ME OLVIDAREM, PORQUANTO, SE AINDA VÃO INSISTIR EM FAZER USO DOS SEUS FAKES, eu não lhes darei descanso!

      ENQUANTO COM seus fakes OS SENHORES insistirem EM NOS PERTURBAR, COMO SE FOSSEM TORCEDORES DE BOTECOS, EU NÃO LHE DEIXAREI POSTAR NADA aqui EM PAZ! JURO QUE LHES SOMBREAREI DA MESMA FORMA COM QUE O MANX TENTA EM VÃO ME ESCONDER, AINDA QUE SOBRE O BOTAFOGO EU NADA MAIS VENHA AQUI DEBATER!

      ENQUANTO OS SENHORES INSISTIREM EM AQUI SEREM OS ESCROTOS QUE TEM QUE TEM SIDO, A IMPEDIREM QUE OS SEUS DITOS AMIGOS AQUI SE MANIFESTEM, NINGUÉM AQUI NADA DEBATERÁ!

      QUEM NÃO DEFENDE SEU DIREITO DE LIVREMENTE SE EXPRESSAR, POR MEDO DA REAÇÃO FASCISTA, TAMBÉM, NÃO TERÁ DIREITO DE NADA AQUI DEBATER! FAÇAM SUAS ESCOLHAM, MEUS CAROS!

      SAIBAM QUE QUANTO MAIS TENTAREM ME ESCONDER, MAIS EU HEI DE APAREÇER E SER LIDO, AMIGOS!

      E OBRIGADO PELOS OUTDOORS QUE TEM ME FORNECIDO! OS SENHORES VIVEM PARA ME ALIMENTAR E DEIXAREM MINHA CONTA CORRENTE MAIS RICA!

      O GENERAL NILTON SEVERIANO, CARO BIRA CAGÃO, ATENDENDO A UM PEDIDO ESPECIAL POR MIM FEITO, APENAS, DELETOU O LIXO AQUI DEIXADO PELOS TAIS TORCEDORES DE BOTECOS, QUE NÃO SOUBERAM SE CONDUZIR NUM BLOG VOLTADO PARA O DEBATE DE IDEIAS, AMIGO!

      DEIXE DE SER LEVIANO COM SUAS ACUSAÇÕES INFUNDADAS! RECONHEÇA QUE O SENHOR E SEUS CÚMPLICES APENAS POSTARAM MUITO LIXO, AMIGO!

      COMPROMETA-SE DE QUE NÃO MAIS USARÁ O FAKE SÓCRATES CACHAÇA E O SENHOR SERÁ DEIXADO EM PAZ, CARO BIRA CAGÃO! O MESMO VALE PARA O SENHOR MANX COM O FAKE O JUSTICEIRO! SEM SUAS PALAVRAS DE QUE NÃO MAIS OS USARÃO, EU CONTINUAREI A LHES SOMBREAR, AMIGOS! DECIDAM!!

  • CÉLIO PEIXOTO

    Sim NILTON SEVERIANO ; como você sou veterano e amante eterno do nosso BOTAFOGO; e as minhas preocupações são idênticas. Peço a DEUS por este menino; que amadureça mais ainda em todos os sentidos, para que o BOTAFOGO e o FUTEBOL BRASILEIRO volte ao lugar que o MUNDO conhece e respeita. O meu maior “medo” : a CANALHICE, MERCENARISMO e INESCRUPULOSIDADE ; que o futebol de hoje é POVOADO é o BOTAFOGO não tenha SABEDORIA suficiente para conduzir esta PROMESSA de CRAQUE! mas vamos pensar POSITIVO, e mais uma vez o MUNDO DO FUTEBOL, saber que sem o BOTAFOGO FORTE

    • paulo cesar oliveira

      Caro Celio, infelizmente a geração 7 a 1 são o legado dos cartolas jabazeiros que dominam o futebol brazuca, todos vendidos e corruptores. O futebol barzuca produzia 10 neymares por ano, e agora é um neymar a cada 10 anos .Foi comprando todos os guris, bebes e fetos que os europeus conseguiram acabar com o nosso futebol, pela facilidade enorme do brazuca se vender por ninharia. Era aqui que deveriamos ter uma liga forte, mas a cultura da miseria permanece em nosso país. Os clubes d emaior estrutura, Palmerias ,Cruzeiro e São Paulo, estão canibalizando os demais aliciando jogadores, conforme fizeram com o Gabriel e o Daniel, jogadores que não renderam dinheiro algum ao Botafogo.

      Fico me imaginando se depois do jogo de ontem quantos aliciadores já devem estar afiando as facas. E nosso clube está na mais profunda piscina de merda, onde nos jogou o MA Nefasto. Se perdemos jogadores formados aqui sem receber nada, será que vão dar meia duzia de refrigerantes , uma lata de goiabada e um disco do Roberto Carlos pelo Luiz Henrique?

      • PERDOE-ME, AMIGO PAULINHO JABÁ, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÓVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

        TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

        Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

        O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

        JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

        O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

        1 – Nilton Santos 721 jogos
        2 – Garrincha 612 jogos
        3 – Waltencir 453 jogos
        4 – Quarentinha 444 jogos
        5 – Manga 442 jogos
        6 – Carlos Roberto 440 jogos
        7 – Geninho 425 jogos
        8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
        10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

        Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

        O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

        Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

        Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

        Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

        Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

        Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

        QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

        O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

        COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

        Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

        QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

  • Só fico preocupado com os fatos acontecidos recentemente. Pro exemplo: os ingratos dos Daniel e do Gabriel. A venda do Dória e a inesperado venda do Vitinho. Este estava jogando em junto com o Sedoorf. Na época disputávamos o título com o Cruzeiro. Sei. Sei que não devemos viver de passado e que agora temos uma Diretoria de verdade mas não deixo de me preocupar. BORA FOGÃO. E, Rene não invente que vai dar certo.

    • PERDOE-ME, AMIGO FOGÃO113, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÓVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

      TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

      Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

      O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

      JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

      O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

      1 – Nilton Santos 721 jogos
      2 – Garrincha 612 jogos
      3 – Waltencir 453 jogos
      4 – Quarentinha 444 jogos
      5 – Manga 442 jogos
      6 – Carlos Roberto 440 jogos
      7 – Geninho 425 jogos
      8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
      10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

      Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

      O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

      Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

      Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

      Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

      Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

      Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

      QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

      O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

      COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

      Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

      QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

  • ZERODRIGAO

    CAROS E VERDADEIROS BOTAFOGUENSES:

    CHEGA DE TANTA FAROFADA E OBA OBA, O GAROTO LH JÁ VINHA MOSTRANDO SEU POTENCIAL NAS DIVISÕES INFERIORES. UM DIAMANTE BRUTO TEM DE SER LAPIDADO, O GAROTO SABE DAS COISAS TEM PERSONALIDADE SABE QUE É BOM E NO PRIMEIRO JOGO COMO PROFISSIONAL JÁ DEMONSTROU ISSO. A HORA ERA AGORA DE LANÇAR O GAROTO E DISCORDO DE ALGUNS QUE FALAVAM, NÃO VAMOS COLOCAR O GAROTO AGORA PARA NÃO QUEIMÁ-LO, E ERA PARA COLOCÁ-LO QUANDO? QUANDO ESTIVESSE DESMOTIVADO E CADUCO? NÃO! ACHO QUE FOI LANÇADO NA HORA CERTA, AGORA É TORCER PELO GAROTO TER PACIENCIA E TORCER QUE TUDO DE CERTO.

    • PERDOE-ME, AMIGO ZERODRIGÃO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÓVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

      TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

      Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

      O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

      JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

      O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

      1 – Nilton Santos 721 jogos
      2 – Garrincha 612 jogos
      3 – Waltencir 453 jogos
      4 – Quarentinha 444 jogos
      5 – Manga 442 jogos
      6 – Carlos Roberto 440 jogos
      7 – Geninho 425 jogos
      8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
      10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

      Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

      O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

      Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

      Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

      Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

      Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

      Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

      QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

      O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

      COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

      Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

      QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

  • Rogério Luiz

    Obrigado “Framerda”! Por ter dispensado essa jóia! Já tinha falado aqui antes, põe o Luís Henrique que ele resolve! Na série B então… Esse menino lembra o Ronaldo o Fenômeno. Técnica, faro de gol, rápido, inteligente e tem muita estrela! E o principal, cabeça e família boa! PS. Por favor Tieta do Agreste, não comece daqui à pouco pegar no pé do menino heim! Kkkkkkkk San

    • Por que será que o senhor nunca se apresenta quando apresentamos o cartaz ROGERIO LUIZ, seu careca, CADÊ TU, SEU BARRIGUDO? Ainda ontem o Airam Guerra o procurou e ao Loco Rodolpho por todo Niltão e ninguém soube nos falar do senhor ou dele, acredita? Desconfio que o senhor e o tal De Palha sequer sabem onde fica o Niltão! Quanto ao Luiz Henrique, é bom que o senhor saiba, apesar de ainda jovem, ele não atira no tipo de caça que o senhor diz ser, tá?

      • Rogério Luiz

        Kkkkk. Valeu Tieta! Airam. Guerra com cartaz? Mas não é o sr o tal Airam? Kkkkkkkk. Eu estava lá, já osr…. Duvido! San

        • O Airam Guerra nunca foi eu, meu caro! Ele é um dos meus representantes legais… Junto com ele estava o Paulo Botafogo… O Airam Guerra havia sido instruído de modo a encontrar o senhor, e o Paulo Botafogo ao tal Wal! Mas, como das vezes anteriores, ficou constatado que o senhor e o Wal são como pés de cobras, quem os vê morre, né vero?! O Airam Guerra chegou a ficar rouco de tanto gritar: “Rogerão Luiz, cadê você, eu vim aqui só para lhe vê…” – e nada de encontra-lo, vai negar?

          • SÓCRATES CACHAÇA

            Bira Fogão disse:
            4 de julho de 2015 às 19:36
            O Botafoguense até num simples Blog tem que conviver com inimigos inescrupulosos.
            Esta senhora Paula Zuza está entre nós em conluio com o próprio dono do Blog promovendo e praticando politicagem rasteira e covarde contra o presidente CEP.
            O Clube foi asfixiado e dilapidado pelo seu grupo político comandado pelo MA e essa senhora que perdeu espaço político encontrou nesse espaço o fórum ideal para destilar todo o seu ódio e rancor contra os Botafoguenses. Já bastou a ruína promovida pelos seus asseclas, ela quer destruir de vez com essa Instituição. É LAMENTÁVEL!!!! ISSO SIM QUE É UMA COVARDIA!!!!!
            PAULA ZUZA E NILTON SEVERIANO VÃO FAZER POLITICAGEM NAS PUTAS QUE AS PARIU!!!!!!

          • O SAFADO SE REPETE MESMO QUANDO SE PASSA POR FAKE… – Infelizmente o amigo Birinha da Mamãe mais se preocupa em fazer ilações sem sentido contra minha pessoa e contra o próprio General Severiano que o abriga do que em contestar com argumentos válidos e convincentes as minhas afirmações!

            Sem ter o que no dizer para nos desmentir, o senhor faz igual aos partidos políticos no Brasil: passam mais tempo a desancar a todo país, escamando suas mazelas do que em apresentar alternativa aos que eles querem apontar como errado e feio! São os políticos mafiosos e tipos como o senhor que mais se ocupam escamando as nossas feridas que nos apresentando soluções! Ver o senhor postar suas leviandades aqui é o mesmo que ver o quanto é contraditório o deputado direitista Bolsonaro quando agora diz que o lugar do povo é nas ruas para garantir sua liberdade! É ou não é hipocrisia? Ele esquece que como milico durante a ditadura a que serviu o objetivo era de impedir que o povo fosse às ruas, ou não, seu Bira?

            Quando finalmente O SENHOR DEIXARÁ DE SER CÍNICO e passará a agir como um homem, hein? Se não tinha o que nos dizer, não seria minhoca lá?

            ERA MAIS QUE EVIDENTE QUE O SENHOR SE SABENDO SEM CREDIBILIDADE ALGUMA ENTRE NÓS FARIA USO DO ESCROTO SÓCRATES CACHAÇA, para se fazer notado, caro Bira Cagão! DE UM SAFADO COMO O SENHOR SÓ ESPERAMOS ISTO MESMO!

            VADE RETRO, SEU FILHO DE UMA PUTA! Sócrates, aqui, só se for FOGÃO, Cachaça, DEFINITIVAMENTE, não!

          • Rogério Luiz

            Kkkkkkkkkkk

          • Tá vendo como o senhor estimula ao Bira Cagão ser o escroto que é e sempre foi, seu Rogerão? Por favor, não mexa na merda que é o Bora Cagão porque ela fede, viu?

          • OS SENHORES MANX E BIRA FOGÃO SÃO A SUPREMA MANIFESTAÇÃO DO EGOISMO E DA MESQUINHÊS HUMANA! PARA ELES, se eles não tem o que nos dizer, por serem limitados intelectualmente, ninguém mais também aqui algo dirá! Eles acham que escondendo a verdade, aqui, dita por mim, ou por quem quer que seja, conseguirão impedir aos demais o seu brilho e conhecimento!

            Quando finalmente os senhores Manx (O Justiceiro) e o senhor Bira Fogão (Sócrates Cachaça) vão entender que à mim eles não impedem de dar o meu recado? Quando os dois idiotas vão se dar conta de que apenas se proíbem de debaterem o Botafogo e aos seus ditos amigos enquanto eu continuo postando tudo o que quero? Quando esses dois dementes vão se dar conta de que apenas prejudicam aos seus covardes amigos que por tudo lhes permitirem são os únicos prejudicados por suas ações? Quando esses senhores terão a humildade para reconhecer os seus limites naturais, e deixarão de ser os empatadores que tem sido? Que prazer pode ter alguém que por ser anêmico e não comer sua mulher, nem a satisfaça nem permita que façam em seu lugar?

            Qual a graça em eles serem os empata foda que tem sido? Qual a graça em se revelarem os autênticos NEM TREPAM NEM SAEM DE CIMA? Por acaso, não é isto que esses dois senhores aqui fazem? COMO ELES NADA TEM A NOS DIZER, POR NADA SABEREM DO BOTAFOGO, ACHAM QUE, POR ISSO, OS DEMAIS, TAMBÉM, NÃO PODEM DEBATER ou ter o que nos dizerem?

            QUE O SENHOR MANX E O SENHOR BIRA FOGÃO SAIBAM QUE DE NADA LHES ADIANTARÁ ME OLVIDAREM, PORQUANTO, SE AINDA VÃO INSISTIR EM FAZER USO DOS SEUS FAKES, eu não lhes darei descanso!

            ENQUANTO COM seus fakes OS SENHORES insistirem EM NOS PERTURBAR, COMO SE FOSSEM TORCEDORES DE BOTECOS, EU NÃO LHE DEIXAREI POSTAR NADA aqui EM PAZ! JURO QUE LHES SOMBREAREI DA MESMA FORMA COM QUE O MANX TENTA EM VÃO ME ESCONDER, AINDA QUE SOBRE O BOTAFOGO EU NADA MAIS VENHA AQUI DEBATER!

            ENQUANTO OS SENHORES INSISTIREM EM AQUI SEREM OS ESCROTOS QUE TEM QUE TEM SIDO, A IMPEDIREM QUE OS SEUS DITOS AMIGOS AQUI SE MANIFESTEM, NINGUÉM AQUI NADA DEBATERÁ!

            QUEM NÃO DEFENDE SEU DIREITO DE LIVREMENTE SE EXPRESSAR, POR MEDO DA REAÇÃO FASCISTA, TAMBÉM, NÃO TERÁ DIREITO DE NADA AQUI DEBATER! FAÇAM SUAS ESCOLHAM, MEUS CAROS!

            SAIBAM QUE QUANTO MAIS TENTAREM ME ESCONDER, MAIS EU HEI DE APAREÇER E SER LIDO, AMIGOS!

            E OBRIGADO PELOS OUTDOORS QUE TEM ME FORNECIDO! OS SENHORES VIVEM PARA ME ALIMENTAR E DEIXAREM MINHA CONTA CORRENTE MAIS RICA!

            O GENERAL NILTON SEVERIANO, CARO BIRA CAGÃO, ATENDENDO A UM PEDIDO ESPECIAL POR MIM FEITO, APENAS, DELETOU O LIXO AQUI DEIXADO PELOS TAIS TORCEDORES DE BOTECOS, QUE NÃO SOUBERAM SE CONDUZIR NUM BLOG VOLTADO PARA O DEBATE DE IDEIAS, AMIGO!

            DEIXE DE SER LEVIANO COM SUAS ACUSAÇÕES INFUNDADAS! RECONHEÇA QUE O SENHOR E SEUS CÚMPLICES APENAS POSTARAM MUITO LIXO, AMIGO!

            COMPROMETA-SE DE QUE NÃO MAIS USARÁ O FAKE SÓCRATES CACHAÇA E O SENHOR SERÁ DEIXADO EM PAZ, CARO BIRA CAGÃO! O MESMO VALE PARA O SENHOR MANX COM O FAKE O JUSTICEIRO! SEM SUAS PALAVRAS DE QUE NÃO MAIS OS USARÃO, EU CONTINUAREI A LHES SOMBREAR, AMIGOS! DECIDAM! #@#

  • Carlos Ramos

    Meu caro paulo Cesar, prudência nunca foi e nunca será demais e se por outro lado for colocado tamanha responsabilidade sobre o garoto e ele se queimar, não conseguir segurar a onda, o fato dele ficar no banco, é como eu disse, mas sempre ir colocando-o no segundo tempo, até porque se ele continuar bem, mataremos o adversário nessa etapa da partida, também como eu disse, se continuar dando conta do recado, quem sabe ele forme uma dupla com o Rafael de Oliveira, que me pareceu um ótimo jogador quando enfrentou o Botafogo na Copa do Brasil, então acho que nem ele nem o Botafogo irá perder com essa cautela, o ideal é que o jogador vá adquirindo maturidade aos poucos, com o Rafael de Oliveira e ele entrando nos intervalos, o ataque do Botafogo não mais será aquela monotonia de quando o Búfalo Bill jogava, ele Bill impediu que o Botafogo já estivesse ao menos uns 6 pontos do segundo colocado, quanto a venda do garoto se ele continuar indo bem, claro logo será titular absoluto e consequentemente ficará valorizado.

    • paulo cesar oliveira

      Carlos Ramos, com as dívidas trabalhistas, rombos , atrasos e falcatruas do MA que estão aparecendo toda semana quanto tempo vc espera que o Luiz Henrique continue no Botafogo? Não vamos ter como segura-lo, então é melhor que jogue. Qualquer time de peteca europeu tem grana para leva-lo, vc lembra do Vitinho? ganhava 15 mil morando no Alemão ,foi aumentado para 35 mas o mafioso russo o levou com salario de 500 mil. Um garoto de 19 anos da favela não tem como recusar isso. O que pode acontecer na reserva é ele aparecer menos e com isso retardar o interesse mas enquanto estamos aqui trocando msgs os lavadores de dinheiro da mafia de jabazeiros já está preparando o book de modelos que vão contratar pra botar na cama dele, a mansão para os pais, os videogames de ultima geração e o mega salario que não podemos cobrir.
      A vaca do futebol brasileiro já está no brejo há muito tempo, atolada as quatro patas ! Só espero que nossa camisa seja respeitada nesse processo.

      • BOTAFOGO RECEBE A PRIMEIRA DAS QUATRO PARCELAS PELA VENDA DO DÓRIA! – Botafogo muda postura com Prefeitura. E ganha R$ 2,3 milhões após pressão… Fonte: UOL

        EU COMENTEI: Que terão a nos dizer agora os que aqui viviam dizendo que o MA havia se apoderado do dinheiro da venda do Dória? O Botafogo só agora estar recebendo a primeira das quatro parcelas acordadas para o seu pagamento… Será que os que acusaram ao dirigente de ladrão não teriam que lhe pedir desculpas agora, hein seu Manx? E o senhor que diz disse seu Paulinho Jabá? A mentira tem pernas curtas!

        ****

        O PRESIDENTE CEP SE ACOVARDA E VERGONHOSAMENTE DAR PARA TRÁS… – Botafogo não vai processar Adidas e Fla, e ação será contra “Porta dos Fundos”. Após rival carioca e empresa negarem qualquer participação na produção do vídeo “Patrocínio”, clube confirma que acionará apenas grupo humorístico por danos morais… Fonte: GLOBOESPORTE

        EU COMENTEI: Certamente neste novo arranjo tem truta! O cara deve ter se acordado com o Flamengo e com a ADIDAS em troca de algum jabá, para apenas insistir em processar a parte mais frágil do tal imbróglio em que o Flamengo e a ADIDAS zombaram do Botafogo e de sua torcida! O covarde e azarado CEP jamais poderia dar para trás e recuar de forma tão covarde e estranha! Que tem caroço neste angu, quem me nega?

        • Bira Fogão

          O Botafoguense até num simples Blog tem que conviver com inimigos inescrupulosos.
          Esta senhora Paula Zuza está entre nós em conluio com o próprio dono do Blog promovendo e praticando politicagem rasteira e covarde contra o presidente CEP.
          O Clube foi asfixiado e dilapidado pelo seu grupo político comandado pelo MA e essa senhora que perdeu espaço político encontrou nesse espaço o fórum ideal para destilar todo o seu ódio e rancor contra os Botafoguenses. Já bastou a ruína promovida pelos seus asseclas, ela quer destruir de vez com essa Instituição. É LAMENTÁVEL!!!! ISSO SIM QUE É UMA COVARDIA!!!!!
          PAULA ZUZA E NILTON SEVERIANO VÃO FAZER POLITICAGEM NAS PUTAS QUE AS PARIU!!!!!!

          • Infelizmente o amigo Birinha da mamãe mais se preocupa em fazer ilações sem sentido contra minha pessoa e contra o próprio General Severiano que o abriga do que em contestar com argumentos válidos e convincentes as minhas afirmações!

            Sem ter o que no dizer para nos desmentir, o senhor faz igual aos partidos políticos no Brasil: passam mais tempo a desancar a todo país, escamando suas mazelas do que em apresentar alternativa aos que eles querem apontar como errado e feio! São os políticos mafiosos e tipos como o senhor que mais se ocupam escamando as nossas feridas que nos apresentando soluções! Ver o senhor postar suas leviandades aqui é o mesmo que ver o quanto é contraditório o deputado direitista Bolsonaro quando agora diz que o lugar do povo é nas ruas para garantir sua liberdade! É ou não é hipocrisia? Ele esquece que como milico durante a ditadura a que serviu o objetivo era de impedir que o povo fosse às ruas, ou não, seu Bira?

            Quando finalmente O SENHOR DEIXARÁ DE SER CÍNICO e passará a agir como um homem, hein? Se não tinha o que nos dizer, não seria minhoca lá?

      • paulo cesar oliveira

        O PB Filha da Puta! Pare de distorcer a verdade! O MA fez merda e o dinheiro do Doria foi embargado. O MA roubou outras rendas, inclusive de alguns jabás do Doria e outros. O safado é teu patrão , todo mundo sabe, só que ele não te pagou como não pagou a ninguem, é caloteiro e ladrão, e foi pra Miami. Vc vai ficar lá dentro do canal do maraca. Panaca demente!

        • O senhor é dos tais que nem sendo esfregadas todas as provas da inocência do MA em seu nariz o senhor as acreditará! Não é estranho que antes quando a mídia fazias suas acusações sem prova o senhor a tudo dava crédito e agora quando a verdade vem finalmente a tona o senhor a desacredita?

          Que tem o senhor a dizer pelo fato de o Botafogo só agora estar recebendo a primeira parcela das quatro acertadas para o pagamento da venda do Dória? Como o senhor explica ter dado crédito as mentiras publicadas antes a verdade que agora conhecemos? Não tem o que nos dizer, é minhoca lá, amigo! Ofensas e chulismos não farão o senhor mais acreditado por suas mentiras, caro Paulinho Jabá!

          Assim como as acusações que faz a mim, o senhor nada prova do que diz como acontece a todo mentiroso, né mesmo? Tenha um bom dia se sua consciência lhe permitir, fofo!

          • MANX disse:
            4 de julho de 2015 às 18:34
            The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

            Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

            O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

            Índice
            [esconder] 1 Sinopse
            2 Elenco
            3 Produção
            4 Filmagem
            5 Inspirações
            6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
            6.2 Publicidade
            6.3 Reação

            7 Reboot
            8 Novelização
            9 Lançamento em Blu-ray
            10 Ver também
            11 Referências
            12 Ligações externas

            Sinopse[editar código-fonte]

            O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

            Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

            Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

            Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

            O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

            Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

            Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

            Elenco[editar código-fonte]
            Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
            Treat Williams — Xander Drax
            Kristy Swanson — Diana Palmer
            Catherine Zeta-Jones — Sala
            Radmar Agana Jao — Guran
            James Remar — Quill
            Patrick McGoohan — pai de Fantasma
            Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
            Bill Smitrovich — Dave Palmer
            Casey Siemaszko — Morgan
            David Proval — Charlie Zephro
            Joseph Ragno — Ray Zephro
            Samantha Eggar — Lily Palmer
            Jon Tenney — Jimmy Wells

            Produção[editar código-fonte]

            Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

            Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

            Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

            Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

            Filmagem[editar código-fonte]

            As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

            O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

            Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

            Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

            No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

            Inspirações[editar código-fonte]

            O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

            As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

            Lançamento[editar código-fonte]

            Cenas deletadas[editar código-fonte]

            Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

            Publicidade[editar código-fonte]

            Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

            Reação[editar código-fonte]

            O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

            Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

            Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

            Reboot[editar código-fonte]

            Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

            Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

            Novelização[editar código-fonte]

            A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

            Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

            The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

            Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

            O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

            Índice
            [esconder] 1 Sinopse
            2 Elenco
            3 Produção
            4 Filmagem
            5 Inspirações
            6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
            6.2 Publicidade
            6.3 Reação

            7 Reboot
            8 Novelização
            9 Lançamento em Blu-ray
            10 Ver também
            11 Referências
            12 Ligações externas

            Sinopse[editar código-fonte]

            O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

            Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

            Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

            Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

            O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

            Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

            Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

            Elenco[editar código-fonte]
            Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
            Treat Williams — Xander Drax
            Kristy Swanson — Diana Palmer
            Catherine Zeta-Jones — Sala
            Radmar Agana Jao — Guran
            James Remar — Quill
            Patrick McGoohan — pai de Fantasma
            Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
            Bill Smitrovich — Dave Palmer
            Casey Siemaszko — Morgan
            David Proval — Charlie Zephro
            Joseph Ragno — Ray Zephro
            Samantha Eggar — Lily Palmer
            Jon Tenney — Jimmy Wells

            Produção[editar código-fonte]

            Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

            Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

            Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

            Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

            Filmagem[editar código-fonte]

            As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

            O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

            Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

            Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

            No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

            Inspirações[editar código-fonte]

            O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

            As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

            Lançamento[editar código-fonte]

            Cenas deletadas[editar código-fonte]

            Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

            Publicidade[editar código-fonte]

            Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

            Reação[editar código-fonte]

            O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

            Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

            Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

            Reboot[editar código-fonte]

            Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

            Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

            Novelização[editar código-fonte]

            A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

            Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

          • Bira(Miami) disse:

            27 de junho de 2015 às 12:34

            Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
            Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
            Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
            Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
            Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
            E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
            SDAN!

            Paulo Barreto disse:

            4 de julho de 2015 às 11:10

            OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

            PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

            FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

            SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?$%*&

  • Loco Rodolpho

    Ontem foi um dia memorável, ver esta nova joia alvinegra despontando no gramado com imponência e atitude. É neste momento que todo torcedor ainda não associado, se associar ao clube, mesmo com a menor quantia, para conseguirmos ao menos segurar financeiramente o elenco e evitar que as AVES DE RAPINA do futebol fiquem assediando o jogador e a nossa diretoria.

    Um HIP HURRA para o garoto, que jogou como HOMEM ontem no NILTÃO, e eu estava lá cantando AHH, É LUIZ HENRIQUE.

    • Loco Rodolpho

      O time todo esta de parabéns também, principalmente pela volta do JEFERSON, da boa atuação do LUIZ EDUARDO, do WILLIAN ARÃO, do PIMPÃO e do TOMAS.

      É preciso avaliar a defesa, estava um pouco lenta nos rebotes. Mas o jogo foi ótimo.

      • FALAR EM DOAR RECURSOS AO BOTAFOGO, NINGUÉM FALA… – Como o senhor explica, caro Rodolpho de Palha, que sendo tão íntimo do Jeferson, ainda não tenhamos visto o seu nome entre os que passaram o anel em prol da Campanha Fica Jeferson? Será que sua paixão pelo moço é só da boca para fora como as falsas juras de amor que muitos aqui vivem a fazer sem que jamais tenham dado um só alfinete ao clube, caro De Palha? Não se faça de fingido porque o senhor é uma das tais aves de rapina que vivem dos subsídios que o clube lhe garante, vai negar? Gostaria de vê-lo dando ao Botafogo com a disposição com que eu dou sem ser sócio proprietário ou torcedor oficial do clube!

        AMAR AO BOTAFOGO É CONVERTER O AMOR QUE SENTIMOS NOS RECURSOS DE QUE O CLUBE PRECISA PARA VIVER! Por que será que é tão difícil à nossa torcida entender isto? Por que a nossa torcida tanta questão faz de ser subsidiada pelo Botafogo se sabe que o clube não pode faze-lo por falta de recursos? Por que somos tão mãos de vacas se sabemos que no Céu ou no Inferno não encontraremos agências bancárias? Não sabe a nossa torcida que é dando que receberemos os títulos que tanto sonhamos?

        TODO AQUELE QUE DOA RECURSOS AO SEU CLUBE É, SOB TODOS ASPECTOS, UM TORCEDOR MUITO MAIS FELIZ QUE O BIRA CAGÃO, que só acena um adeus de punhos cerrados por medo de perder as unhas… Tanto que quem dar uma vez, não para mais de dar, né mesmo, seu Manx?

        • MANX disse:
          4 de julho de 2015 às 18:34
          The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

          Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

          O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

          Índice
          [esconder] 1 Sinopse
          2 Elenco
          3 Produção
          4 Filmagem
          5 Inspirações
          6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
          6.2 Publicidade
          6.3 Reação

          7 Reboot
          8 Novelização
          9 Lançamento em Blu-ray
          10 Ver também
          11 Referências
          12 Ligações externas

          Sinopse[editar código-fonte]

          O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

          Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

          Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

          Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

          O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

          Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

          Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

          Elenco[editar código-fonte]
          Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
          Treat Williams — Xander Drax
          Kristy Swanson — Diana Palmer
          Catherine Zeta-Jones — Sala
          Radmar Agana Jao — Guran
          James Remar — Quill
          Patrick McGoohan — pai de Fantasma
          Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
          Bill Smitrovich — Dave Palmer
          Casey Siemaszko — Morgan
          David Proval — Charlie Zephro
          Joseph Ragno — Ray Zephro
          Samantha Eggar — Lily Palmer
          Jon Tenney — Jimmy Wells

          Produção[editar código-fonte]

          Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

          Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

          Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

          Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

          Filmagem[editar código-fonte]

          As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

          O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

          Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

          Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

          No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

          Inspirações[editar código-fonte]

          O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

          As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

          Lançamento[editar código-fonte]

          Cenas deletadas[editar código-fonte]

          Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

          Publicidade[editar código-fonte]

          Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

          Reação[editar código-fonte]

          O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

          Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

          Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

          Reboot[editar código-fonte]

          Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

          Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

          Novelização[editar código-fonte]

          A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

          Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

          The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

          Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

          O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

          Índice
          [esconder] 1 Sinopse
          2 Elenco
          3 Produção
          4 Filmagem
          5 Inspirações
          6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
          6.2 Publicidade
          6.3 Reação

          7 Reboot
          8 Novelização
          9 Lançamento em Blu-ray
          10 Ver também
          11 Referências
          12 Ligações externas

          Sinopse[editar código-fonte]

          O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

          Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

          Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

          Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

          O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

          Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

          Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

          Elenco[editar código-fonte]
          Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
          Treat Williams — Xander Drax
          Kristy Swanson — Diana Palmer
          Catherine Zeta-Jones — Sala
          Radmar Agana Jao — Guran
          James Remar — Quill
          Patrick McGoohan — pai de Fantasma
          Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
          Bill Smitrovich — Dave Palmer
          Casey Siemaszko — Morgan
          David Proval — Charlie Zephro
          Joseph Ragno — Ray Zephro
          Samantha Eggar — Lily Palmer
          Jon Tenney — Jimmy Wells

          Produção[editar código-fonte]

          Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

          Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

          Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

          Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

          Filmagem[editar código-fonte]

          As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

          O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

          Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

          Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

          No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

          Inspirações[editar código-fonte]

          O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

          As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

          Lançamento[editar código-fonte]

          Cenas deletadas[editar código-fonte]

          Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

          Publicidade[editar código-fonte]

          Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

          Reação[editar código-fonte]

          O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

          Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

          Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

          Reboot[editar código-fonte]

          Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

          Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

          Novelização[editar código-fonte]

          A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

          Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

          • Bira(Miami) disse:

            27 de junho de 2015 às 12:34

            Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
            Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
            Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
            Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
            Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
            E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
            SDAN!

            Paulo Barreto disse:

            4 de julho de 2015 às 11:10

            OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

            PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

            FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

            SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?@#$

  • Bruno Fogão

    Vou tirar uma pausa em falar do Luis Henrique para falar do Tomas. Eu acho que estavam escalando ele errado, eu acho que ele vai render mais jogando mais a frente, como segundo atacante ou centro avante, o cara chuta bem, de vez em quando solta uns petardos ou uns chutes bem colocados.

    • paulo cesar oliveira

      Bem observado, mas eu mudaria o esquema em prol da defesa. O Tomas é um dos canhotos que podem assumir a ala ou meia esquerda e se apresentar para conclusão, como vc viu. Hoje não temos como jogar com especialistas nas posições, todos tem que fazer muito mais do que suas posições originais, inclusive o Jeferson ,que chuta muito mal e deveria treinar isso. O sistema defensivo do nosso time é muito falho e se os caras estivessem com pontaria ontem a diferença não seria tão pronunciada como foi. Chutaram umas quatro vezes para fora quase da pequena área. O time continua dando espaço para a criação adversaria. Fazia tempo eu não via o Jeferson dando tanta bronca.
      Mas vamos ver como o time se sai lá no Castelão na terça, contra o Ceará .Eles costuma engrossar contra nós mas agora a diferença dos elencos está a nosso favor.

      • Quando o senhor finalmente vai entender que o torcedor comum e muito menos os tais que nunca vão as arquibancadas não tem qualquer direito de se imiscuir em ações e atividades que não lhes dizem respeito, seu Paulinho Jabá? Não sabe o senhor que o torcedor não escala, não substituem nem se mete com o time, cuja escolha é exclusiva do Renê Simões, amigo? O pior é que o senhor nem é torcedor oficial do clube, sequer vai arquibancadas ou já deu ao Botafogo sequer um alfinete para seu uso, não acha? Por que o senhor não vai pescar um namorado que é coisa que o senhor entende? Ou por que o senhor simplesmente não vai praticar o seu esporte preferido, a peteca? Deixe os problemas do Botafogo para os seus fiéis torcedores, amigo! O senhor não é nem botafoguense e sim um flamenguista como o Bira Cagão, vai negar?

  • Bira Fogão

    O Botafoguense até num simples Blog tem que conviver com inimigos inescrupulosos.
    Esta senhora Paula Zuza está entre nós em conluio com o próprio dono do Blog promovendo e praticando politicagem rasteira e covarde contra o presidente CEP.
    O Clube foi asfixiado e dilapidado pelo seu grupo político comandado pelo MA e essa senhora que perdeu espaço político encontrou nesse Blog o fórum “ideal” para destilar todo o seu ódio e rancor contra os Botafoguenses. Já não bastou a ruína promovida pelos seus asseclas, ela quer destruir de vez com a nossa Instituição. É LAMENTÁVEL!!!! ISSO SIM QUE É UMA COVARDIA!!!!!
    PAULA ZUZA E NILTON SEVERIANO VÃO FAZER POLITICAGEM NAS PUTAS QUE AS PARIU!!!!!!

    • O SAFADO SE REPETE MESMO QUANDO SE PASSA POR FAKE… – Infelizmente o amigo Birinha da Mamãe mais se preocupa em fazer ilações sem sentido contra minha pessoa e contra o próprio General Severiano que o abriga do que em contestar com argumentos válidos e convincentes as minhas afirmações!

      Sem ter o que no dizer para nos desmentir, o senhor faz igual aos partidos políticos no Brasil: passam mais tempo a desancar a todo país, escamando suas mazelas do que em apresentar alternativa aos que eles querem apontar como errado e feio! São os políticos mafiosos e tipos como o senhor que mais se ocupam escamando as nossas feridas que nos apresentando soluções! Ver o senhor postar suas leviandades aqui é o mesmo que ver o quanto é contraditório o deputado direitista Bolsonaro quando agora diz que o lugar do povo é nas ruas para garantir sua liberdade! É ou não é hipocrisia? Ele esquece que como milico durante a ditadura a que serviu o objetivo era de impedir que o povo fosse às ruas, ou não, seu Bira?

      Quando finalmente O SENHOR DEIXARÁ DE SER CÍNICO e passará a agir como um homem, hein? Se não tinha o que nos dizer, não seria minhoca lá?

      Infelizmente o amigo Birinha da mamãe mais se preocupa em fazer ilações sem sentido contra minha pessoa e contra o próprio General Severiano que o abriga do que em contestar com argumentos válidos e convincentes as minhas afirmações!

      Sem ter o que no dizer para nos desmentir, o senhor faz igual aos partidos políticos no Brasil: passam mais tempo a desancar a todo país, escamando suas mazelas do que em apresentar alternativa aos que eles querem apontar como errado e feio! São os políticos mafiosos e tipos como o senhor que mais se ocupam escamando as nossas feridas que nos apresentando soluções! Ver o senhor postar suas leviandades aqui é o mesmo que ver o quanto é contraditório o deputado direitista Bolsonaro quando agora diz que o lugar do povo é nas ruas para garantir sua liberdade! É ou não é hipocrisia? Ele esquece que como milico durante a ditadura a que serviu o objetivo era de impedir que o povo fosse às ruas, ou não, seu Bira?

      Quando finalmente O SENHOR DEIXARÁ DE SER CÍNICO e passará a agir como um homem, hein? Se não tinha o que nos dizer, não seria minhoca lá?

      ERA MAIS QUE EVIDENTE QUE O SENHOR SE SABENDO SEM CREDIBILIDADE ALGUMA ENTRE NÓS FARIA USO DO ESCROTO SÓCRATES CACHAÇA, para se fazer notado, caro Bira Cagão! DE UM SAFADO COMO O SENHOR SÓ ESPERAMOS ISTO MESMO!

      VADE RETRO, SEU FILHO DE UMA PUTA! Sócrates, aqui, só se for FOGÃO, Cachaça, DEFINITIVAMENTE, não!

      • MANX disse:
        4 de julho de 2015 às 18:34
        The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

        Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

        O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

        Índice
        [esconder] 1 Sinopse
        2 Elenco
        3 Produção
        4 Filmagem
        5 Inspirações
        6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
        6.2 Publicidade
        6.3 Reação

        7 Reboot
        8 Novelização
        9 Lançamento em Blu-ray
        10 Ver também
        11 Referências
        12 Ligações externas

        Sinopse[editar código-fonte]

        O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

        Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

        Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

        Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

        O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

        Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

        Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

        Elenco[editar código-fonte]
        Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
        Treat Williams — Xander Drax
        Kristy Swanson — Diana Palmer
        Catherine Zeta-Jones — Sala
        Radmar Agana Jao — Guran
        James Remar — Quill
        Patrick McGoohan — pai de Fantasma
        Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
        Bill Smitrovich — Dave Palmer
        Casey Siemaszko — Morgan
        David Proval — Charlie Zephro
        Joseph Ragno — Ray Zephro
        Samantha Eggar — Lily Palmer
        Jon Tenney — Jimmy Wells

        Produção[editar código-fonte]

        Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

        Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

        Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

        Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

        Filmagem[editar código-fonte]

        As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

        O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

        Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

        Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

        No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

        Inspirações[editar código-fonte]

        O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

        As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

        Lançamento[editar código-fonte]

        Cenas deletadas[editar código-fonte]

        Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

        Publicidade[editar código-fonte]

        Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

        Reação[editar código-fonte]

        O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

        Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

        Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

        Reboot[editar código-fonte]

        Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

        Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

        Novelização[editar código-fonte]

        A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

        Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

        The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

        Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

        O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

        Índice
        [esconder] 1 Sinopse
        2 Elenco
        3 Produção
        4 Filmagem
        5 Inspirações
        6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
        6.2 Publicidade
        6.3 Reação

        7 Reboot
        8 Novelização
        9 Lançamento em Blu-ray
        10 Ver também
        11 Referências
        12 Ligações externas

        Sinopse[editar código-fonte]

        O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

        Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

        Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

        Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

        O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

        Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

        Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

        Elenco[editar código-fonte]
        Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
        Treat Williams — Xander Drax
        Kristy Swanson — Diana Palmer
        Catherine Zeta-Jones — Sala
        Radmar Agana Jao — Guran
        James Remar — Quill
        Patrick McGoohan — pai de Fantasma
        Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
        Bill Smitrovich — Dave Palmer
        Casey Siemaszko — Morgan
        David Proval — Charlie Zephro
        Joseph Ragno — Ray Zephro
        Samantha Eggar — Lily Palmer
        Jon Tenney — Jimmy Wells

        Produção[editar código-fonte]

        Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

        Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

        Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

        Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

        Filmagem[editar código-fonte]

        As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

        O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

        Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

        Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

        No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

        Inspirações[editar código-fonte]

        O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

        As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

        Lançamento[editar código-fonte]

        Cenas deletadas[editar código-fonte]

        Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

        Publicidade[editar código-fonte]

        Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

        Reação[editar código-fonte]

        O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

        Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

        Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

        Reboot[editar código-fonte]

        Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

        Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

        Novelização[editar código-fonte]

        A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

        Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

        • Bira(Miami) disse:

          27 de junho de 2015 às 12:34

          Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
          Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
          Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
          Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
          Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
          E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
          SDAN!

          Paulo Barreto disse:

          4 de julho de 2015 às 11:10

          OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

          PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

          FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

          SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?*&¨%

    • paulo cesar oliveira

      Valeu, Bira! Vc foi preciso ! É isso mesmo o que o PB Safado faz aqui. Uma beleza sua mensagem !

      • VÁ SE ENTENDER A TORCIDA DO BOTAFOGO… NÃO É INCRÍVEL QUE JUSTAMENTE QUANDO ESTAMO A LIDERAR A SÉRIE B SEJA JUSTAMENTE AI QUE A NOSSA TORCIDA PARE OU DEIXE DE AJUDAR AO CLUBE? O PROJETO BOTAFOGO SEM DÍVIDA, INFORMA: Há mais de três dias que o projeto não recebe qualquer doação…

        Dívida ativa do clube em 05/07/2015: R$ 129.520.180,74

        Valor pago até o momento: R$ 224.837,61

        Torcedores cadastrados no site: 4.707

        DÍVIDA QUE ESTAMOS PAGANDO AGORA:

        Inscrição: 70.7.03.014082-10
        Valor: R$ 26.468,91
        Confirmados: R$ 8.270,00
        A confirmar: R$ 210,00
        Restam: R$ 17.988,91

        CONTRIBUIDORES DA DIVIDA ATUAL e os mesmos há três meses:

        1 Paulo Barreto RJ R$2.050,00
        2 Luciane Guedes RJ R$1.000,00
        3 Augusto Teixeira RJ R$600,00
        4 Luiz José Ferreira SP R$550,00
        5 Flavio Rebello RJ R$500,00
        6 Resenha Alvinegra R$420,00
        7 Ubiratan Sousa RJ R$300,00
        8 Marcio L G Estrella RJ R$200,00
        9 Eduardo Bouzin RJ R$200,00
        10 Gustavo Oliveira RJ R$200,00

        EIS OS DEZ MAIORES CONTRIBUIDORES DE SEMPRE DE TODO PROJETO BOTAFOGO SEM DIVIDA (até parece que os maiores torcedores do Botafogo são apenas estes, não?):

        1 Paulo Barreto RJ R$ 15.500,00
        2 Júlio Costa RJ R$ 11.000,00
        3 Enzo MT R$ 10.500,00
        4 Ricardo Bacellar RJ R$ 8.000,00
        5 Loucos Botafogo RJ R$ 6.050,00
        6 João Pereira de Almeida Neto SP R$ 3.737,00
        7 Luciane Guedes RJ R$ 3.400,00
        8 Luiz José Ferreira SP R$ 3.250,00
        9 Rafael Nunes Moreira Barbosa TO R$ 2.720,00
        10 João Villaverde SP R$ 2.700,00

        QUALQUER DUVIDA, POR FAVOR, CONSULTE O SITE ABAIXO:
        http://www.botafogosemdividas.com.br/ – QUE OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, que ainda não se cadastraram no site acima, imitem aos bons!!

        • MANX disse:
          4 de julho de 2015 às 18:34
          The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

          Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

          O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

          Índice
          [esconder] 1 Sinopse
          2 Elenco
          3 Produção
          4 Filmagem
          5 Inspirações
          6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
          6.2 Publicidade
          6.3 Reação

          7 Reboot
          8 Novelização
          9 Lançamento em Blu-ray
          10 Ver também
          11 Referências
          12 Ligações externas

          Sinopse[editar código-fonte]

          O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

          Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

          Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

          Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

          O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

          Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

          Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

          Elenco[editar código-fonte]
          Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
          Treat Williams — Xander Drax
          Kristy Swanson — Diana Palmer
          Catherine Zeta-Jones — Sala
          Radmar Agana Jao — Guran
          James Remar — Quill
          Patrick McGoohan — pai de Fantasma
          Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
          Bill Smitrovich — Dave Palmer
          Casey Siemaszko — Morgan
          David Proval — Charlie Zephro
          Joseph Ragno — Ray Zephro
          Samantha Eggar — Lily Palmer
          Jon Tenney — Jimmy Wells

          Produção[editar código-fonte]

          Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

          Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

          Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

          Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

          Filmagem[editar código-fonte]

          As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

          O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

          Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

          Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

          No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

          Inspirações[editar código-fonte]

          O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

          As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

          Lançamento[editar código-fonte]

          Cenas deletadas[editar código-fonte]

          Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

          Publicidade[editar código-fonte]

          Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

          Reação[editar código-fonte]

          O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

          Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

          Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

          Reboot[editar código-fonte]

          Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

          Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

          Novelização[editar código-fonte]

          A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

          Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

          The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

          Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

          O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

          Índice
          [esconder] 1 Sinopse
          2 Elenco
          3 Produção
          4 Filmagem
          5 Inspirações
          6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
          6.2 Publicidade
          6.3 Reação

          7 Reboot
          8 Novelização
          9 Lançamento em Blu-ray
          10 Ver também
          11 Referências
          12 Ligações externas

          Sinopse[editar código-fonte]

          O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

          Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

          Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

          Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

          O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

          Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

          Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

          Elenco[editar código-fonte]
          Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
          Treat Williams — Xander Drax
          Kristy Swanson — Diana Palmer
          Catherine Zeta-Jones — Sala
          Radmar Agana Jao — Guran
          James Remar — Quill
          Patrick McGoohan — pai de Fantasma
          Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
          Bill Smitrovich — Dave Palmer
          Casey Siemaszko — Morgan
          David Proval — Charlie Zephro
          Joseph Ragno — Ray Zephro
          Samantha Eggar — Lily Palmer
          Jon Tenney — Jimmy Wells

          Produção[editar código-fonte]

          Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

          Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

          Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

          Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

          Filmagem[editar código-fonte]

          As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

          O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

          Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

          Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

          No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

          Inspirações[editar código-fonte]

          O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

          As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

          Lançamento[editar código-fonte]

          Cenas deletadas[editar código-fonte]

          Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

          Publicidade[editar código-fonte]

          Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

          Reação[editar código-fonte]

          O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

          Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

          Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

          Reboot[editar código-fonte]

          Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

          Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

          Novelização[editar código-fonte]

          A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

          Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

          • Bira(Miami) disse:

            27 de junho de 2015 às 12:34

            Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
            Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
            Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
            Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
            Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
            E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
            SDAN!

            Paulo Barreto disse:

            4 de julho de 2015 às 11:10

            OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

            PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

            FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

            SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?%$#&

  • Sem palavras! Vocês já postaram tudo que se pode dizer com relação a estréia do menino Luiz Henrique. As preocupações com os assédios que virão, a preparação psicológica do garoto pra que se foque só no continuar jogando seu futebol, enfim. Mais uma vez parabenizo o colega Paulo Cesar de Oliveira pelos comentários precisos postados acima. Agora, que nos enche de emoção ver um menino desses estreando dessa forma, isso enche! Esse é o tipo de acontecimento que vêm provar que o nosso BOTAFOGO é imortal. Não precisa ser vidente pra entender que o futuro dos clubes passa por um trabalho responsável nas categorias de base. Parabéns ao menino Luiz Henrique, parabéns a toda comissão de base do clube e parabéns a todos nós desse blog pois li centenas e centenas de postagens aqui nesse espaço pedindo a ascensão desse garoto aos profissionais.

    • paulo cesar oliveira

      Caro Jorge, agradeço suas palavras mas eu temo pelo futuro dos clubes brasileiros pois não vejo solução proxima. O brazuca ixpertu se infiltrou em todos os setores da nossa sociedade e finalmente acabou com um dos poucos orgulhos que tínhamos, a qualidade do nosso futebol. Varios conterraneos vem lucrando com a liquidação dos craques nessas vendas malucas ao exterior. Depois de vender tudo o que se aproxime de um campo de futebol desde guris a vendedores de pipoca já estão vendendo bebês, fetos e até espermatozóides! Ninguem que jogar o que o Luiz Henrique demonstrou fica livre de sair . A esta altura já deve ter um monte de aliciadores preparando seus ataques, porque simplesmente não tem mais craque nenhum atuando no Brasil. O Fluminense tem uns dois juniores sendo vendidos mas nunca se consagraram, o clube vai fazer caixa com eles, e eu temo que o mesmo rumo vai acontecer com o luiz Henrique. O Botafogo está numa pindaíba de dar pena e os clubes de São Paulo nos roubaram os jogadores Gabriel, Daniel e Andrey. Não recebemos nada e eles apareceram com nossa camisa, foi aqui que se formaram. Doria e Vitinho sairam por meia duzia de refrigerantes, o mesmo com Hyuri e Jadson. Estamos formando gente e não está adiantando nada. E estamos na segundona.
      Mas é muito legal ver o clube revelando atacantes de novo. A lista de cracaços saídos da General Severiano é enorme, a prata da casa ajudou a mudar a historia desse esporte e não foi com penteados de indio moicano e corpos tatuados, foi com estrelinhas na camisa amarela. Os caras dos outros clubes nos devem muito mas preferem nos derrubar de todo jeito sujo que conhecem, até na imprensa atuam contra nós. Mas com firmeza e boa gestão o Botafogo poderá nos dar mais alegrias, como estamos sentindo hoje. Esse garoto me lembrou o time de aspirantes de 70 – 71, só tinha moleque azedume! Muitos sumiram mas era bem legal ver os caras que o Nenem Prancha descobria. O Nilson ele trouxe das peladas do Aterro, direto pra jogar com Jair, Zequinha e Paulo Cesar no ataque da Selefogo de 71. Muito bom jogador o Luiz Henrique , torço para que suba as alturas , com a Estrela Solitaria! Saudações alvinegras!

      • FOOOOOOOOOOOOOOOGOOOOO

        GRANDE PCOLIVEIRA PARABÉNS PELOS COMENTÁRIOS SÓBRIOS E REALISTAS.
        MAS NA SEGUNDA PASSADA O TELEJORNAL BOM DIA RIO PASSOU TODOS OS GOLS DA DERROTA DO FOGÃO PRO MACAÉ.
        NUNCA DERAM COBERTURA PROS JOGOS DO FOGÃO.
        SERÁ QUE ELES TERÃO A DECÊNCIA DE MOSTRAR AGORA NOSSA VITÓRIA POR GOLEADA?
        ACHO DIFÍCIL.
        E SOBRE O LUIZ HENRIQUE ACHO TAMBÉM QUE NÃO FICARÁ MUITO TEMPO.
        ENTÃO O JEITO É APROVEITAR A FASE.

        CONTRA TUDO E CONTRA TODOS!!!

        QUEBRA TUDO LUIZ HENRIQUE!!!

        QUEBRA TUDO FOGÃO!!

        • Dado o meu recado, que fiquem os senhores com os seus cagados! Tenham todos um bom dia e que a luz da Estrela Solitária nos ilumine a todos nos com sua luz e sabedoria!

          POR ISSO, CONTRA TUDO E CONTRA TODOS, IREMOS COM O BOTAFOGO ONDE ELE ESTIVER, CANTANDO O NOSSO HINO MAIOR!

          Botafogo, Botafogo, campeão desde 1907.
          Sempre heroico em cada jogo
          Botafogo, por isso é que tu és
          e hás de ser, nosso imenso prazer,

          Tradições, tens também aos milhões…
          Tu és o Glorioso e vencerás sempre
          a quem bem quiseres!
          Noutros esportes tua vibra está presente,
          Honrando o preto e o branco da nossa brava gente.
          Na estradas dos louros
          um moço gentil, tu hás de sempre ser a luz
          que brilhará no meu Brasil!

          Botafogo, Botafogo, campeão desde 1907.
          Sempre heroico em cada jogo
          Botafogo, por isso é que tu és
          e hás de ser, nosso imenso prazer,
          Tradições, tens também aos milhões…
          Tu és o Glorioso e vencerás sempre
          a quem bem quiseres!

          • MANX disse:
            4 de julho de 2015 às 18:34
            The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

            Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

            O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

            Índice
            [esconder] 1 Sinopse
            2 Elenco
            3 Produção
            4 Filmagem
            5 Inspirações
            6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
            6.2 Publicidade
            6.3 Reação

            7 Reboot
            8 Novelização
            9 Lançamento em Blu-ray
            10 Ver também
            11 Referências
            12 Ligações externas

            Sinopse[editar código-fonte]

            O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

            Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

            Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

            Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

            O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

            Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

            Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

            Elenco[editar código-fonte]
            Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
            Treat Williams — Xander Drax
            Kristy Swanson — Diana Palmer
            Catherine Zeta-Jones — Sala
            Radmar Agana Jao — Guran
            James Remar — Quill
            Patrick McGoohan — pai de Fantasma
            Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
            Bill Smitrovich — Dave Palmer
            Casey Siemaszko — Morgan
            David Proval — Charlie Zephro
            Joseph Ragno — Ray Zephro
            Samantha Eggar — Lily Palmer
            Jon Tenney — Jimmy Wells

            Produção[editar código-fonte]

            Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

            Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

            Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

            Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

            Filmagem[editar código-fonte]

            As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

            O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

            Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

            Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

            No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

            Inspirações[editar código-fonte]

            O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

            As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

            Lançamento[editar código-fonte]

            Cenas deletadas[editar código-fonte]

            Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

            Publicidade[editar código-fonte]

            Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

            Reação[editar código-fonte]

            O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

            Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

            Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

            Reboot[editar código-fonte]

            Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

            Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

            Novelização[editar código-fonte]

            A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

            Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

            The Phantom (Brasil/Portugal: O Fantasma) é um filme de super-herói Norte Americano de 1996 dirigido por Simon Wincer. Baseado nas histórias em quadrinhos O Fantasma de Lee Falk, o filme é estrelado por Billy Zane como um combatente do crime aparentemente imortal e sua batalha contra todas as formas do mal. O Fantasma também é estrelado por Treat Williams, Kristy Swanson, Catherine Zeta-Jones, James Remar e Patrick McGoohan. O filme foi livremente inspirado em três das histórias do Fantasma, “The Singh Brotherhood”, “The Sky Band”,1 e “The Belt”; mas adiciona elementos sobrenaturais e vários novos personagens.

            Sergio Leone expressou interesse em desenvolver O Fantasma e destinando-se a segui-lo com Mandrake, o mágico. No entanto, o projeto nunca foi realizado. No início de 1990, o produtor executivo Joe Dante assinou como diretor. No entanto, quando o filme foi adiado, Wincer foi abordado como diretor. A filmagem principal começou em outubro de 1995 e concluído em 13 de fevereiro de 1996. O filme foi rodado na Califórnia, Tailândia e Austrália.

            O Fantasma foi lançado em 7 de junho de 1996, e recebeu críticas mistas dos críticos de cinema. Apesar de decepção financeira em seu lançamento, o filme, desde então, fez sucesso em VHS e DVD.2

            Índice
            [esconder] 1 Sinopse
            2 Elenco
            3 Produção
            4 Filmagem
            5 Inspirações
            6 Lançamento 6.1 Cenas deletadas
            6.2 Publicidade
            6.3 Reação

            7 Reboot
            8 Novelização
            9 Lançamento em Blu-ray
            10 Ver também
            11 Referências
            12 Ligações externas

            Sinopse[editar código-fonte]

            O filme abre com uma recapitulação “For Those Who Came In Late”, narrada pelo falecido pai do Fantasma (Patrick McGoohan), que aparece com seu filho durante todo o filme (se ele é um fantasma, ou simplesmente uma figura de memória do Fantasma, é deixada ambígua):

            Há quatrocentos anos, um menino vê seu pai ser morto pelo grande Kabai Sengh durante um ataque a seu navio pela implacável Irmandade Sengh. Ele é lavado em terra em uma ilha chamada Bengalla e encontrado na praia por uma tribo que levá-lo para sua aldeia. Lá ele é dado o anel e jura a uma Caveira de dedicar sua vida à destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça. Na idade adulta, ele adota a identidade de “O Fantasma”, um vingador mascarado. O papel de O Fantasma é passada de pai para filho ao longo dos séculos, levando as pessoas a acreditar em uma única figura, imortal e, consequentemente, para o apelido “The Ghost Who Walks” (O Fantasma Que Caminha) e “The Man Who Never Dies” (O Homem Que Nunca Morre).

            Em 1938, Kit Walker (Billy Zane), o Fantasma 21, encontra um mercenário chamado Quill (James Remar) à procura de uma das ‘caveiras de Touganda’, a posse de que concede ao proprietário um poder destrutivo tremendo. O Fantasma salva o menino nativo que havia seqüestrado como seu guia e capta os homens de Quill, entregá-los para a Patrulha da Selva. No entanto, Quill – revela-se como um membro da Irmandade Sengh, e o homem que matou o pai de Kit – consegue escapar com a Caveira e volta para os Estados Unidos da América.

            Em Nova York , ex-namorada de Kit da faculdade, Diana Palmer (Kristy Swanson), é enviado por seu tio Dave (Bill Smitrovich), o proprietário do jornal “A Tribuna”, para Bengalla para investigar alegações de que o empresário sedento de poder de New York, Xander Drax (Treat Williams), o chefe de Quill, está recorrendo à pirataria. No caminho, a Pan Am Clipper em que Diana viaja é forçado para baixo sobre o oceano por mulheres “piratas do ar” empregados por Drax e liderados pela femme fatale, Sala (Catherine Zeta-Jones). Diana é raptada e levado para a base de piratas em Bengalla. O Fantasma, fala sobre o sequestro de Diana com o capitão Phillip Horton da Patrulha da Selva (Robert Coleby), resgata Diana e escapa de Quill e os seus homens ao seu quartel-general, a Caverna da Caveira (com a ajuda de seu cavalo branco Heroi, seu lobo pet Capeto, e seus amigos da selva da corda de pessoas). Lá, Diana se encontra com o Capitão Horton onde ela é informada pelo Fantasma e Horton que ela se confunde com a Irmandade Sengh. O Fantasma diz a Horton para usar a Patrulha da Selva para cuidar de Diana e devolvê-la para Nova York, enquanto ele vai atrás da Irmandade. Diana começa a discutir a ser enviada para casa, mas O Fantasma desaparece profundamente na Caverna da Caveira, com o capitão Horton dizendo a Diana que “Ninguém discute com O Fantasma e ganha”.

            O Fantasma, em seguida, viaja para Nova York como Kit Walker para se encontrar com Dave Palmer, e onde ele se reúne com Diana. Com a ajuda de informação dada a eles por pretenso pretendente de Diana Jimmy Wells, eles localizar a segunda Caveira no Museu de História Natural. Eles são capturados por Drax e os seus homens, que roubam a segunda Caveira e unem com o primeiro, revelando a localização da terceira Caveira em uma ilha desconhecida conhecido como Vortex do Diabo, no Mar Amarelo. Kit consegue escapar de Quill e seus capangas e, como O Fantasma, ilude a polícia (Drax foi aliado no crime com o comissário de polícia corrupto, de Nova York , assim como o prefeito) . Enquanto isso, Sala voa Drax, Quill, e a sequestrada Diana ( “seguro fantasma” de Drax depois é revelado que ela é sua namorada) para Vortex do Diabo, sem saber que O Fantasma conseguiu pegar uma carona em um dos pontões de pouso do avião.

            Na ilha, Drax reúne-se com o pirata Kabai Sengh (Cary-Hiroyuki Tagawa), um descendente do líder da Irmandade original (o grande Kabai Sengh), que possui a terceira Caveira. Sengh adverte Drax da existência de uma “Quarta Caveira”, que controla o poder dos outros. O Fantasma aparece e batalha com ambos os homens, com Kabai Sengh morto por sua própria piscina de tubarões, como Diana e Sala cooperar para derrotar os outros vilões. Drax une as três caveiras e transforma-los contra O Fantasma ( inadvertidamente matando Quill no processo), apenas para ser destruído quando O Fantasma usa a quarta caveira – o seu próprio anel – para superar os outros. Como a ilha é consumido em chamas, O Fantasma escapa com Diana e Sala.

            Na despedida de Diana depois, O Fantasma revela o seu segredo e sua identidade dupla com ela, dizendo-lhe que ele está apenas autorizado a revelar todos os seus segredos para uma pessoa, a mulher que ele tem a intenção de se casar, mas ela sai novamente para Nova York. Para encerrar a narração do filme, o pai de Kit lamenta fracasso de seu filho para perseguir Diana, mas tranquiliza o público que ela vai voltar a selva do Fantasma, e Kit, um dia.

            Elenco[editar código-fonte]
            Billy Zane — Fantasma/Kit Walker
            Treat Williams — Xander Drax
            Kristy Swanson — Diana Palmer
            Catherine Zeta-Jones — Sala
            Radmar Agana Jao — Guran
            James Remar — Quill
            Patrick McGoohan — pai de Fantasma
            Cary-Hiroyuki Tagawa — o grande Kabai Sengh
            Bill Smitrovich — Dave Palmer
            Casey Siemaszko — Morgan
            David Proval — Charlie Zephro
            Joseph Ragno — Ray Zephro
            Samantha Eggar — Lily Palmer
            Jon Tenney — Jimmy Wells

            Produção[editar código-fonte]

            Rumores de uma adaptação do filme Fantasma começou primeiro a circular quando o diretor Sergio Leone expressou seu interesse no projeto em uma entrevista. Leone tinha começado a escrever um roteiro e locais de escoteiros para sua versão cinematográfica proposta do Fantasma, que ele planejou a ser seguido por uma adaptação de outro herói de quadrinhos de Lee Falk, Mandrake, o mágico.3 O segundo projeto nunca foi finalizado.

            Joe Dante foi originalmente ligado a dirigir um filme Fantasma para a Paramount Pictures no início da década de 1990, e ele desenvolveu um rascunho do roteiro junto com Jeffrey Boam. No entanto, quando a Paramount adiou o filme em um ano, Dante partiu para outros compromissos, e eventualmente acabou sendo creditado como um dos produtores executivos.4 Joel Schumacher foi considerado para dirigir o filme, mas o trabalho foi dado a Simon Wincer, que tinha sido um fã do personagem desde a infância.[carece de fontes]

            Wincer então lançou Billy Zane, que ganhou elogios por seu trabalho como um psicopata em Dead Calm, como O Fantasma. Zane, um fã da banda desenhada depois de ter sido apresentado a ele no set de Dead Calm,5 ganhou o papel após a competição de Bruce Campbell e ator da Nova Zelândia Kevin Smith. Depois de sua escolha, ele passou mais de um ano e meio para obter a aparência muscular do Fantasma. Ele também estudou a linguagem corporal do personagem na obra em quadrinhos, cuidadosamente imitá-la em sua performance.6 Um traje do personagem Batman do filme homônimo exibindo músculos falsos foi feito por ele a roupa; mas com o tempo as filmagens começaram, Zane não precisava disso.

            Os efeitos especiais do traje do Fantasma foram fornecidos por Jim Henson Creature Shop.

            Filmagem[editar código-fonte]

            As filmagens começaram em 3 de outubro de 1995, em Los Angeles no Greystone Park. Para o estilo exterior inglês da mansão dos Palmers a mansão da revista Playboy de Hugh Hefner, um fã de longa data do Fantasma, foi usado.

            O jardim zoológico de Los Angeles, em Griffith Park foi mudado para Central Park Zoo, em Nova York, o cenário para uma seqüência de perseguição. Gravação continuou nas ruas backlot de estúdio de Hollywood que recriou a versão 1938 de Nova York. Mais de cinqüenta carros antigos foram usados ​​nas ruas, e quatrocentos figurantes trajados em autênticas roupas de época estavam empregadas.

            Em outubro, a produção viajou para a Tailândia para sete semanas de filmagens lá, com o país representando o país de origem ficcional do Fantasma, Bengalla. Cenas de ação, como O Fantasma salvando um menino de uma ponte de corda em colapso foram filmados aqui. O desenhista de produção Paul Peters adaptou um armazém abandonado na cidade de Krabi em um grande palco de som, onde a Caverna da Caveira morada do Fantasma foi erguido, incluindo sua Câmara Chronicle, cofre e sala de rádio e do tesouro.

            Em dezembro, a equipe viajou para Brisbane, na Austrália, onde a produção foi concluída no Warner Roadshow Movie World Studios. O Fantasma filmado em três etapas, incluindo Stage 5, que tinha um piso removível e tanques de água profunda. Aqui, a Singh Pirates Cave foi construído, constituindo a maior configuração interior já construída no país. Os escritórios de Xander Drax em New York foram construídos no Stage 6. Filmar em Queensland também aproveitou a produção para o Brisbane City Hall, onde o lobby interior foi redecorado para se assemelhar a um museu de Nova York, onde Kit Walker encontra uma das três caveiras de Touganda. Manor Apartment Hotel em Brisbane foi usado como um suporte para um arranha-céu de Nova York.

            No último dia de filmagem, a produção mudou-se para Los Angeles, para completar uma cena que iria finalmente acabar excluída do corte final do filme, onde O Fantasma luta co, um leão. A filmagem terminou em 13 de fevereiro de 1996.7

            Inspirações[editar código-fonte]

            O filme apresenta vários elementos das duas primeiras histórias do Fantasma de Lee Falk, The Singh Brotherhood e The Sky Band. Cary-Hiroyuki Tagawa desempenha Kabai Sengh, líder da Irmandade Sengh (o nome da irmandade foi mudado para ‘Sengh’ no filme, para evitar ofender as pessoas nomeadas Singh) e Catherine Zeta-Jones interpreta Sala, líder da Sky Band, um grupo de mulheres – piratas do ar, ambos os personagens tendo aparecido nas histórias acima mencionadas. Jon Tenney tem uma pequena parte como Jimmy Wells, um playboy rico que apareceu em um papel semelhante em A Irmandade Singh.

            As parcelas mais realistas de histórias originais de Falk foi abandonada em favor de um conto de aventura que caracterizou as sobrenaturais Caveiras de Touganda. A história de Falk The Belt, onde O Fantasma luta contra o assassino de seu pai, também foi uma grande influência sobre a história; mas o nome do assassino é alterada de Rama para Quill, e do 20º Fantasma, interpretado por Patrick McGoohan, é retratado como um homem muito mais velho no filme do que nos quadrinhos.

            Lançamento[editar código-fonte]

            Cenas deletadas[editar código-fonte]

            Muitas cenas em desenvolvimento do romance entre O Fantasma/Kit Walker e Diana Palmer foram cortadas, a fim de tornar o filme mais acelerado. Uma cena de ação com O Fantasma lutando com um leão e um com ele lutando contra uma cobra também foram cortadas. A cena com O fantasma e seu herói cavalo empinado no por do sol foi cortada do filme, mas mostrado no final de 1996 no documentário da A&E Network The Phantom: Comic Strip Crusader.

            Publicidade[editar código-fonte]

            Para coincidir com a estreia do filme, O Fantasma foi usado como parte da campanha do Got Milk?, com base em leite de consumo do personagem nos quadrinhos.8 Duas figuras de ação do Fantasma diferentes foram feitas pela Street Player,9 e promocionais anéis do Fantasma. Diferentes conjuntos de figurinhas do Fantasma também estavam disponíveis em países como os EUA, Austrália, Finlândia e Suécia. Copos de pipoca de cinema e copos de papel de refrigerante apresentando cartaz do filme também foram usados ​​para ajudar a promover o filme.

            Reação[editar código-fonte]

            O filme sofreu o mesmo destino de outras duas adaptações de quadrinhos/tiras do período de peças da década de 1990, The Shadow (1994) e The Rocketeer (1991), e não se saiu muito bem nas bilheterias nos EUA, estreando no número seis no fim de semana de 7 de junho de 1996.10 No entanto, desde então tem vendido bem em VHS e DVD.11

            Comentários foram mistos12 com Roger Ebert chamando-o de um dos melhores filmes que ele já tinha visto, dando ao filme três estrelas e meia em cada quatro.13 Kim Newman escreveu para Empire Magazine que o filme “tem uma sensação agradável – alguns super-heróis têm sido tão ensolarado e otimista – como Zane através de perseguições e lutas, para o gracejo estranho – e amigos ao redor com um cavalo heróico, um cão arrojado e o fantasma útil de seu pai”, e deu ao filme três de cinco estrelas.14 O filme detém actualmente uma classificação de 43% no Rotten Tomatoes, com base em 42 comentários.15

            Desempenho de Billy Zane foi elogiada pelo cineasta James Cameron, que o escolheu para a Titanic por causa disso.[carece de fontes]

            Reboot[editar código-fonte]

            Billy Zane, assinado originalmente até fazer duas continuações, mas isso não aconteceu por causa da venda decepcionante de bilhetes para O Fantasma nos cinemas.16

            Em 6 de setembro de 2008, a colunista de fofocas Liz Smith escreveu que a Paramount Pictures estava colocando uma sequência de The Phantom em desenvolvimento, com Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones retornando como atores, por causa das boas vendas de fitas VHS e DVD do primeiro filme.17 Suas declarações foram provadas serem erradas em 16 de dezembro de 2008, quando foi anunciado que um reboot da série O Fantasma está em obras, chamado The Phantom: Legacy.18 O novo filme é produzido por Bruce Sherlock, que também era o executivo-produtor de O Fantasma. O roteirista é Tim Boyle.

            Novelização[editar código-fonte]

            A novelização de O Fantasma foi escrito por Rob MacGregor, o autor de uma série de romances que apresentam “Indiana Jones”. Este romance inclui uma visão mais detalhada sobre o passado de muitos personagens, e a origem de “O Fantasma”. Várias cenas que foram omitidos do corte final do filme também estão incluídos.

            Lançamento em Blu-ray[editar código-fonte]

          • Bira(Miami) disse:

            27 de junho de 2015 às 12:34

            Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
            Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
            Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
            Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
            Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
            E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
            SDAN!

            Paulo Barreto disse:

            4 de julho de 2015 às 11:10

            OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

            PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

            FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

            SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?&#$

  • O JOBSON NÃO TEM JEITO MESMO… – Jobson é detido por dirigir alcoolizado no interior do Pará…

    Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/07/04/suspenso-jobson-e-detido-por-dirigir-alcoolizado-no-interior-do-para.htm

    “Suspenso pela Fifa após se recusar a fazer antidoping na época em que jogava na Arábia Saudita, o atacante Jóbson foi preso no município de Redenção, no Pará, na sexta-feira (3).

    Segundo a polícia, o jogador foi detido por estar dirigindo alcoolizado e resistir à prisão. Ele foi liberado na manhã deste sábado após pagar fiança. A informação foi confirmada pela delegacia local…”

    • Onça-pintada

      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Ir para: navegação, pesquisa

      Onça-pintada2

      Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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      Pg

      N

      Onça-pintada

      Estado de conservação

      Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

      Classificação científica

      Reino:

      Animalia

      Filo:

      Chordata

      Classe:

      Mammalia

      Ordem:

      Carnivora

      Família:

      Felidae

      Subfamília:

      Pantherinae

      Género:

      Panthera

      Espécie:

      P. onca

      Nome binomial

      Panthera onca
      (Linnaeus, 1758)

      Distribuição geográfica

      Atual Original
      Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

      Subespécies

      Ver texto

      A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

      Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

      Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

      Índice
      [esconder] 1 Etimologia
      2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
      2.2 Subespécies e variação Geográfica

      3 Distribuição geográfica e habitat
      4 Descrição 4.1 Melanismo

      5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
      5.2 Território e comportamento social
      5.3 Reprodução e ciclo de vida

      6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
      6.2 Conservação nos Estados Unidos

      7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
      7.2 Cultura contemporânea

      8 Referências
      9 Ver também
      10 Ligações externas

      Etimologia[editar código-fonte]

      “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

      “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

      A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

      Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

      Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
      A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

      Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

      Relações filogenéticas da onça-pintada.8

      Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

      Panthera tigris – tigre

      Panthera uncia – leopardo-das-neves

      Panthera pardus – leopardo

      Panthera leo – leão

      Panthera onca – onça-pintada

      Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

      Ancestral asiático[editar código-fonte]

      Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

      Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

      A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

      Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

      As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
      1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

      2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
      P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
      P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
      P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

      3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

      O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

      Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

      A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
      A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

      A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

      A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

      A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

      Descrição[editar código-fonte]

      A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
      A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

      Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

      A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

      Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
      Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

      Melanismo[editar código-fonte]

      Ver também: Melanismo em felinos

      Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

      A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

      Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

      Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

      Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

      A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
      A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

      A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

      Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

      Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

      A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
      A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

      A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

      Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

      Território e comportamento social[editar código-fonte]

      Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

      Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

      A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

      Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

      Mãe pegando filhote pelo pescoço.
      As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

      O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

      Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

      Conservação[editar código-fonte]

      O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
      Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

      Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

      A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

      Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

      Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

      Conservação no Brasil[editar código-fonte]

      O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

      Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

      Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

      O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
      Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

      No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

      O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

      Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

      Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

      Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

      A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
      Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

      Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

      Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

      O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

      Aspectos culturais[editar código-fonte]

      Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

      Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

      Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
      Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

      Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

      Cultura contemporânea[editar código-fonte]

      A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

      O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

      Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

      Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

      TORCIDA DO BOTAFOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOGO !!!

      • Bira(Miami) disse:

        27 de junho de 2015 às 12:34

        Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
        Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
        Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
        Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
        Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
        E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
        SDAN!

        Paulo Barreto disse:

        4 de julho de 2015 às 11:10

        OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

        PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

        FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

        SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?%¨$

  • UM REINADO SEM GRANDES TITULOS E SEM UM CURRICULO DE RESPEITO… – Jefferson pode ficar atrás apenas de N. Santos e Garrincha no Botafogo…

    Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/07/05/jefferson-pode-ficar-atras-apenas-de-n-santos-e-garrincha-no-botafogo.htm

    “Jefferson fez história na última sexta-feira durante a goleada de 5 a 0 sobre o Sampaio Corrêa, no Niltão. O goleiro entrou no Top10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo. Foram 387, o que o coloca ao lado de Osmar na lista liderada por Nilton Santos, com 721. O ex-lateral esquerdo, inclusive, dificilmente será ultrapassado, mesmo caso de Mané Garrincha, com 612.”

    É uma pena que os 387 jogos que fez por nós, o Jeferson não tenha refletido em ganhos de títulos e conquistas! Nestes dez anos foram um somatório só de alijamentos e apenas dois reles títulos cariocas! Com um currículo deste este cara já deveria ter sai mandado para os quintos dos infernos quando tivesse chegado a metade do seu nada produzir em benefício do Botafogo! INFELIZMENTE GOSTAMOS DE SER ENGANADOS! O Jeferson e seu medíocre currículo que o diga! Ve-lo entre os nossos verdadeiros ídolos e um acinte!

    • Onça-pintada

      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Ir para: navegação, pesquisa

      Onça-pintada2

      Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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      Onça-pintada

      Estado de conservação

      Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

      Classificação científica

      Reino:

      Animalia

      Filo:

      Chordata

      Classe:

      Mammalia

      Ordem:

      Carnivora

      Família:

      Felidae

      Subfamília:

      Pantherinae

      Género:

      Panthera

      Espécie:

      P. onca

      Nome binomial

      Panthera onca
      (Linnaeus, 1758)

      Distribuição geográfica

      Atual Original
      Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

      Subespécies

      Ver texto

      A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

      Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

      Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

      Índice
      [esconder] 1 Etimologia
      2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
      2.2 Subespécies e variação Geográfica

      3 Distribuição geográfica e habitat
      4 Descrição 4.1 Melanismo

      5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
      5.2 Território e comportamento social
      5.3 Reprodução e ciclo de vida

      6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
      6.2 Conservação nos Estados Unidos

      7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
      7.2 Cultura contemporânea

      8 Referências
      9 Ver também
      10 Ligações externas

      Etimologia[editar código-fonte]

      “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

      “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

      A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

      Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

      Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
      A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

      Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

      Relações filogenéticas da onça-pintada.8

      Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

      Panthera tigris – tigre

      Panthera uncia – leopardo-das-neves

      Panthera pardus – leopardo

      Panthera leo – leão

      Panthera onca – onça-pintada

      Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

      Ancestral asiático[editar código-fonte]

      Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

      Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

      A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

      Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

      As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
      1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

      2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
      P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
      P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
      P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

      3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

      O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

      Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

      A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
      A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

      A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

      A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

      A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

      Descrição[editar código-fonte]

      A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
      A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

      Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

      A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

      Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
      Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

      Melanismo[editar código-fonte]

      Ver também: Melanismo em felinos

      Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

      A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

      Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

      Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

      Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

      A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
      A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

      A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

      Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

      Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

      A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
      A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

      A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

      Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

      Território e comportamento social[editar código-fonte]

      Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

      Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

      A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

      Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

      Mãe pegando filhote pelo pescoço.
      As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

      O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

      Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

      Conservação[editar código-fonte]

      O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
      Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

      Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

      A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

      Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

      Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

      Conservação no Brasil[editar código-fonte]

      O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

      Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

      Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

      O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
      Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

      No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

      O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

      Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

      Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

      Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

      A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
      Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

      Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

      Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

      O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

      Aspectos culturais[editar código-fonte]

      Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

      Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

      Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
      Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

      Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

      Cultura contemporânea[editar código-fonte]

      A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

      O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

      Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

      Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

      NAÇÃO BOTAFOGUENSE !!!

      • Bira(Miami) disse:

        27 de junho de 2015 às 12:34

        Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
        Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
        Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
        Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
        Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
        E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
        SDAN!

        Paulo Barreto disse:

        4 de julho de 2015 às 11:10

        OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

        PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

        FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

        SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?#@#

  • RAFAEL OLIVEIRA, UM IMBRÓGLIO SEM FIM – Ausente de treino, Rafael Oliveira acompanha impasse sobre seu futuro. Atacante é liberado de atividade deste sábado para acompanhar negociações, e dirigente do Botafogo acredita em solução nos próximos dias…

    Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2015/07/ausente-de-treino-rafael-oliveira-acompanha-impasse-sobre-seu-futuro.html

    COMO NO CASO DO ALFARO que foi anunciado e nunca chegou ao clube, o caso do Rafael Oliveira é bem típicos das negociações que jamais tem fim ou acabam… “Até a véspera do jogo seria ele o titular. Mas no dia seguinte à vitória por 5 a 0 sobre o Sampaio Corrêa, quando o Botafogo ainda celebrava a atuação destacada de Luis Henrique, o Rafael Oliveira foi ausência no treino deste sábado, no Estádio Nilton Santos. O atacante foi liberado para tentar agilizar os trâmites de seu contrato e, assim, poder finalmente ser apresentado.

    O acordo chegou a ser dado como certo informalmente pelas duas partes na última quarta-feira. No entanto, o Santa Rita-AL, que detém os direitos federativos de Rafael Oliveira, decidiu pleitear mudanças em algumas cláusulas do contrato….”

    • Onça-pintada

      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Ir para: navegação, pesquisa

      Onça-pintada2

      Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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      T

      J

      K

      Pg

      N

      Onça-pintada

      Estado de conservação

      Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

      Classificação científica

      Reino:

      Animalia

      Filo:

      Chordata

      Classe:

      Mammalia

      Ordem:

      Carnivora

      Família:

      Felidae

      Subfamília:

      Pantherinae

      Género:

      Panthera

      Espécie:

      P. onca

      Nome binomial

      Panthera onca
      (Linnaeus, 1758)

      Distribuição geográfica

      Atual Original
      Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

      Subespécies

      Ver texto

      A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

      Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

      Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

      Índice
      [esconder] 1 Etimologia
      2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
      2.2 Subespécies e variação Geográfica

      3 Distribuição geográfica e habitat
      4 Descrição 4.1 Melanismo

      5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
      5.2 Território e comportamento social
      5.3 Reprodução e ciclo de vida

      6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
      6.2 Conservação nos Estados Unidos

      7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
      7.2 Cultura contemporânea

      8 Referências
      9 Ver também
      10 Ligações externas

      Etimologia[editar código-fonte]

      “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

      “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

      A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

      Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

      Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
      A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

      Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

      Relações filogenéticas da onça-pintada.8

      Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

      Panthera tigris – tigre

      Panthera uncia – leopardo-das-neves

      Panthera pardus – leopardo

      Panthera leo – leão

      Panthera onca – onça-pintada

      Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

      Ancestral asiático[editar código-fonte]

      Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

      Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

      A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

      Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

      As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
      1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

      2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
      P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
      P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
      P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

      3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

      O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

      Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

      A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
      A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

      A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

      A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

      A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

      Descrição[editar código-fonte]

      A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
      A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

      Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

      A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

      Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
      Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

      Melanismo[editar código-fonte]

      Ver também: Melanismo em felinos

      Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

      A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

      Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

      Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

      Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

      A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
      A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

      A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

      Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

      Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

      A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
      A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

      A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

      Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

      Território e comportamento social[editar código-fonte]

      Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

      Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

      A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

      Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

      Mãe pegando filhote pelo pescoço.
      As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

      O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

      Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

      Conservação[editar código-fonte]

      O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
      Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

      Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

      A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

      Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

      Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

      Conservação no Brasil[editar código-fonte]

      O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

      Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

      Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

      O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
      Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

      No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

      O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

      Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

      Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

      Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

      A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
      Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

      Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

      Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

      O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

      Aspectos culturais[editar código-fonte]

      Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

      Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

      Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
      Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

      Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

      Cultura contemporânea[editar código-fonte]

      A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

      O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

      Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

      Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

      ESTRELA SOLITÁRIA !!!

      • Bira(Miami) disse:

        27 de junho de 2015 às 12:34

        Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
        Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
        Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
        Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
        Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
        E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
        SDAN!

        Paulo Barreto disse:

        4 de julho de 2015 às 11:10

        OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

        PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

        FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

        SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?!!

  • O FLAMENGO E O BAHIA NÃO SABEM O QUE PERDERAM… – Na esteira de Dória, Botafogo deu chance a Luis Henrique após dispensa. Após ser rejeitado pelo Flamengo e receber não do Bahia, atacante faz testes no Alvinegro ao ser indicado por agente de zagueiro vendido ao Olympique de Marselha…

    Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2015/07/na-esteira-de-doria-botafogo-deu-chance-luis-henrique-apos-dispensa.html#equipe-botafogo

    “O Botafogo ainda aguarda com ansiedade o depósito da primeira parcela da venda de Dória para o Olympique de Marselha – cerca de R$ 3,5 milhões. Mas mesmo antes disso o clube pode dizer já lucrou. Isso porque Luis Henrique, a nova joia, teve sua entrada no Alvinegro facilitada no momento em que a diretoria discutia um novo contrato com o zagueiro.

    Os dois jogadores são agenciados pelo mesmo empresário, Jolden Vergette. Em 2013, ele discutia com o Botafogo a renovação do contrato de Dória, que, naquele momento, se firmava como titular na equipe profissional e se mostrava um dos grandes destaques formados no clube. Então, o empresário sugeriu que Luis Henrique, outro de seus clientes, fosse submetido a um teste no Alvinegro…”

    • Onça-pintada

      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Ir para: navegação, pesquisa

      Onça-pintada2

      Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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      K

      Pg

      N

      Onça-pintada

      Estado de conservação

      Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

      Classificação científica

      Reino:

      Animalia

      Filo:

      Chordata

      Classe:

      Mammalia

      Ordem:

      Carnivora

      Família:

      Felidae

      Subfamília:

      Pantherinae

      Género:

      Panthera

      Espécie:

      P. onca

      Nome binomial

      Panthera onca
      (Linnaeus, 1758)

      Distribuição geográfica

      Atual Original
      Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

      Subespécies

      Ver texto

      A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

      Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

      Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

      Índice
      [esconder] 1 Etimologia
      2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
      2.2 Subespécies e variação Geográfica

      3 Distribuição geográfica e habitat
      4 Descrição 4.1 Melanismo

      5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
      5.2 Território e comportamento social
      5.3 Reprodução e ciclo de vida

      6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
      6.2 Conservação nos Estados Unidos

      7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
      7.2 Cultura contemporânea

      8 Referências
      9 Ver também
      10 Ligações externas

      Etimologia[editar código-fonte]

      “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

      “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

      A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

      Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

      Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
      A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

      Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

      Relações filogenéticas da onça-pintada.8

      Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

      Panthera tigris – tigre

      Panthera uncia – leopardo-das-neves

      Panthera pardus – leopardo

      Panthera leo – leão

      Panthera onca – onça-pintada

      Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

      Ancestral asiático[editar código-fonte]

      Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

      Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

      A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

      Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

      As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
      1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

      2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
      P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
      P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
      P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

      3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

      O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

      Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

      A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
      A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

      A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

      A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

      A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

      Descrição[editar código-fonte]

      A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
      A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

      Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

      A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

      Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
      Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

      Melanismo[editar código-fonte]

      Ver também: Melanismo em felinos

      Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

      A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

      Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

      Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

      Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

      A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
      A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

      A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

      Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

      Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

      A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
      A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

      A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

      Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

      Território e comportamento social[editar código-fonte]

      Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

      Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

      A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

      Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

      Mãe pegando filhote pelo pescoço.
      As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

      O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

      Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

      Conservação[editar código-fonte]

      O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
      Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

      Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

      A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

      Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

      Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

      Conservação no Brasil[editar código-fonte]

      O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

      Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

      Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

      O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
      Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

      No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

      O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

      Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

      Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

      Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

      A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
      Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

      Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

      Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

      O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

      Aspectos culturais[editar código-fonte]

      Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

      Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

      Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
      Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

      Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

      Cultura contemporânea[editar código-fonte]

      A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

      O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

      Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

      Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

      BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGATAS !!!

      • Bira(Miami) disse:

        27 de junho de 2015 às 12:34

        Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
        Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
        Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
        Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
        Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
        E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
        SDAN!

        Paulo Barreto disse:

        4 de julho de 2015 às 11:10

        OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

        PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

        FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

        SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?

  • JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

    O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

    1 – Nilton Santos 721 jogos
    2 – Garrincha 612 jogos
    3 – Waltencir 453 jogos
    4 – Quarentinha 444 jogos
    5 – Manga 442 jogos
    6 – Carlos Roberto 440 jogos
    7 – Geninho 425 jogos
    8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
    10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

    Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

    O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

    Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

    Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

    Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

    Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

    Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

    QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM PARA ENXERGAREM A LUZ!!..

    • Onça-pintada

      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Ir para: navegação, pesquisa

      Onça-pintada2

      Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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      Pg

      N

      Onça-pintada

      Estado de conservação

      Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

      Classificação científica

      Reino:

      Animalia

      Filo:

      Chordata

      Classe:

      Mammalia

      Ordem:

      Carnivora

      Família:

      Felidae

      Subfamília:

      Pantherinae

      Género:

      Panthera

      Espécie:

      P. onca

      Nome binomial

      Panthera onca
      (Linnaeus, 1758)

      Distribuição geográfica

      Atual Original
      Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

      Subespécies

      Ver texto

      A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

      Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

      Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

      Índice
      [esconder] 1 Etimologia
      2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
      2.2 Subespécies e variação Geográfica

      3 Distribuição geográfica e habitat
      4 Descrição 4.1 Melanismo

      5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
      5.2 Território e comportamento social
      5.3 Reprodução e ciclo de vida

      6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
      6.2 Conservação nos Estados Unidos

      7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
      7.2 Cultura contemporânea

      8 Referências
      9 Ver também
      10 Ligações externas

      Etimologia[editar código-fonte]

      “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

      “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

      A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

      Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

      Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
      A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

      Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

      Relações filogenéticas da onça-pintada.8

      Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

      Panthera tigris – tigre

      Panthera uncia – leopardo-das-neves

      Panthera pardus – leopardo

      Panthera leo – leão

      Panthera onca – onça-pintada

      Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

      Ancestral asiático[editar código-fonte]

      Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

      Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

      A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

      Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

      As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
      1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

      2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
      P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
      P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
      P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

      3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

      O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

      Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

      A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
      A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

      A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

      A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

      A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

      Descrição[editar código-fonte]

      A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
      A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

      Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

      A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

      Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
      Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

      Melanismo[editar código-fonte]

      Ver também: Melanismo em felinos

      Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

      A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

      Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

      Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

      Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

      A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
      A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

      A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

      Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

      Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

      A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
      A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

      A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

      Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

      Território e comportamento social[editar código-fonte]

      Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

      Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

      A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

      Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

      Mãe pegando filhote pelo pescoço.
      As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

      O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

      Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

      Conservação[editar código-fonte]

      O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
      Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

      Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

      A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

      Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

      Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

      Conservação no Brasil[editar código-fonte]

      O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

      Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

      Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

      O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
      Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

      No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

      O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

      Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

      Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

      Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

      A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
      Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

      Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

      Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

      O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

      Aspectos culturais[editar código-fonte]

      Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

      Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

      Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
      Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

      Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

      Cultura contemporânea[editar código-fonte]

      A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

      O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

      Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

      Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

      CARLOS EDUARDO PEREIRA O MELHOR PRESIDENTE DO BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGAAS!!!

      • Bira(Miami) disse:

        27 de junho de 2015 às 12:34

        Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
        Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
        Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
        Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
        Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
        E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
        SDAN!

        Paulo Barreto disse:

        4 de julho de 2015 às 11:10

        OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

        PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

        FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

        • VOCÊ NÃO CONSEGUE RESPEITAR OS COMENTÁRIOS DOS DEMAISBOTAFOGUENSES PORTANTO EU TAMBÉM NÃO CONSIGUEREI RESPEITAR SEUS COMENTÁRIOS!!!

          Bom dia , bom dia , boooooooooooooooooooooooooooooooooooom diiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiia !!!!

          Obs: Ninguém está nem ai para suas postagens de 200 linhas, pois EU E NENHUM BOTAFOGUENSE COM CERTEZA NINGUÉM LER, POIS NÃO ????

          • TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

            JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

            O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

            1 – Nilton Santos 721 jogos
            2 – Garrincha 612 jogos
            3 – Waltencir 453 jogos
            4 – Quarentinha 444 jogos
            5 – Manga 442 jogos
            6 – Carlos Roberto 440 jogos
            7 – Geninho 425 jogos
            8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
            10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

            Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

            O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

            Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

            Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

            Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

            Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

            Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

            QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

            O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

            COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

            Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

            QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!@#@

            ****
            Bira(Miami) disse:

            27 de junho de 2015 às 12:34

            Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
            Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
            Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
            Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
            Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
            E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
            SDAN!

            *****
            Paulo Barreto disse:

            4 de julho de 2015 às 11:10

            OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

            PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

            FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

            SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?

            Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

            O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

    • DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

      O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

      COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

      Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

      QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

      • VOCÊ NÃO CONSEGUE RESPEITAR OS COMENTÁRIOS DOS DEMAISBOTAFOGUENSES PORTANTO EU TAMBÉM NÃO CONSIGUEREI RESPEITAR SEUS COMENTÁRIOS!!!

        Bom dia , bom dia , boooooooooooooooooooooooooooooooooooom diiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiia !!!!

        • Paulo Barreto denuncia a cegueira da nossa mídia e torcida:

          5 de julho de 2015 às 9:07

          JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

          O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

          1 – Nilton Santos 721 jogos
          2 – Garrincha 612 jogos
          3 – Waltencir 453 jogos
          4 – Quarentinha 444 jogos
          5 – Manga 442 jogos
          6 – Carlos Roberto 440 jogos
          7 – Geninho 425 jogos
          8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
          10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

          Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

          O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

          Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

          Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

          Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

          Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

          Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

          QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

          O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

          COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

          Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

          QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!@#@

          ****
          Bira(Miami) disse:

          27 de junho de 2015 às 12:34

          Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
          Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
          Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
          Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
          Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
          E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
          SDAN!

          *****
          Paulo Barreto disse:

          4 de julho de 2015 às 11:10

          OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

          PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

          FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

          SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?

          Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

  • Paulo Barreto denuncia a cegueira da nossa mídia e torcida:

    5 de julho de 2015 às 9:07

    JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

    O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

    1 – Nilton Santos 721 jogos
    2 – Garrincha 612 jogos
    3 – Waltencir 453 jogos
    4 – Quarentinha 444 jogos
    5 – Manga 442 jogos
    6 – Carlos Roberto 440 jogos
    7 – Geninho 425 jogos
    8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
    10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

    Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

    O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

    Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

    Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

    Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

    Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

    Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

    QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

    O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

    COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

    Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

    QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!@#@

    ****
    Bira(Miami) disse:

    27 de junho de 2015 às 12:34

    Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
    Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
    Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
    Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
    Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
    E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
    SDAN!

    *****
    Paulo Barreto disse:

    4 de julho de 2015 às 11:10

    OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

    PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

    FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

    SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?

    • Manx disse:
      5 de julho de 2015 às 9:31
      Onça-pintada

      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Ir para: navegação, pesquisa

      Onça-pintada2

      Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

      PreЄ

      Є

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      S

      D

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      J

      K

      Pg

      N

      Onça-pintada

      Estado de conservação

      Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

      Classificação científica

      Reino:

      Animalia

      Filo:

      Chordata

      Classe:

      Mammalia

      Ordem:

      Carnivora

      Família:

      Felidae

      Subfamília:

      Pantherinae

      Género:

      Panthera

      Espécie:

      P. onca

      Nome binomial

      Panthera onca
      (Linnaeus, 1758)

      Distribuição geográfica

      Atual Original
      Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

      Subespécies

      Ver texto

      A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

      Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

      Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

      Índice
      [esconder] 1 Etimologia
      2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
      2.2 Subespécies e variação Geográfica

      3 Distribuição geográfica e habitat
      4 Descrição 4.1 Melanismo

      5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
      5.2 Território e comportamento social
      5.3 Reprodução e ciclo de vida

      6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
      6.2 Conservação nos Estados Unidos

      7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
      7.2 Cultura contemporânea

      8 Referências
      9 Ver também
      10 Ligações externas

      Etimologia[editar código-fonte]

      “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

      “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

      A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

      Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

      Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
      A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

      Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

      Relações filogenéticas da onça-pintada.8

      Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

      Panthera tigris – tigre

      Panthera uncia – leopardo-das-neves

      Panthera pardus – leopardo

      Panthera leo – leão

      Panthera onca – onça-pintada

      Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

      Ancestral asiático[editar código-fonte]

      Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

      Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

      A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

      Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

      As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
      1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

      2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
      P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
      P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
      P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

      3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

      O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

      Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

      A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
      A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

      A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

      A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

      A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

      Descrição[editar código-fonte]

      A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
      A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

      Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

      A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

      Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
      Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

      Melanismo[editar código-fonte]

      Ver também: Melanismo em felinos

      Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

      A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

      Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

      Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

      Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

      A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
      A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

      A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

      Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

      Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

      A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
      A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

      A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

      Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

      Território e comportamento social[editar código-fonte]

      Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

      Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

      A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

      Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

      Mãe pegando filhote pelo pescoço.
      As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

      O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

      Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

      Conservação[editar código-fonte]

      O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
      Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

      Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

      A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

      Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

      Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

      Conservação no Brasil[editar código-fonte]

      O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

      Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

      Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

      O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
      Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

      No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

      O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

      Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

      Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

      Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

      A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
      Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

      Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

      Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

      O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

      Aspectos culturais[editar código-fonte]

      Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

      Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

      Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
      Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

      Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

      Cultura contemporânea[editar código-fonte]

      A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

      O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

      Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

      Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

      CARLOS EDUARDO PEREIRA O MELHOR PRESIDENTE DO BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGAAS!!!

      Responder
      Paulo Barreto disse:
      5 de julho de 2015 às 9:44
      Bira(Miami) disse:

      27 de junho de 2015 às 12:34

      Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
      Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
      Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
      Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
      Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
      E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
      SDAN!

      Paulo Barreto disse:

      4 de julho de 2015 às 11:10

      OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

      PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

      FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

      • TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

        Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

        O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

        JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

        O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

        1 – Nilton Santos 721 jogos
        2 – Garrincha 612 jogos
        3 – Waltencir 453 jogos
        4 – Quarentinha 444 jogos
        5 – Manga 442 jogos
        6 – Carlos Roberto 440 jogos
        7 – Geninho 425 jogos
        8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
        10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

        Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

        O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

        Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

        Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

        Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

        Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

        Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

        QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

        O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

        COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

        Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

        QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS! @#@

  • VOCÊ NÃO CONSEGUE RESPEITAR OS COMENTÁRIOS DOS DEMAIS BOTAFOGUENSES PORTANTO EU TAMBÉM NÃO CONSIGUEREI RESPEITAR SEUS COMENTÁRIOS!!!

    Bom dia , bom dia , boooooooooooooooooooooooooooooooooooom diiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiia !!!!

    Obs: Ninguém está nem ai para suas postagens de 200 linhas, pois ASSIM COMO VOCÊ IGNORA OS NOSSOS COMENTÁRIOS EU E TODOS NÓS BOTAFOGUENSE COM CERTEZA IGNORAMOS TAMÉM OS SEUS , POIS NÃO ????

    • TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

      Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

      O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

      JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

      O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

      1 – Nilton Santos 721 jogos
      2 – Garrincha 612 jogos
      3 – Waltencir 453 jogos
      4 – Quarentinha 444 jogos
      5 – Manga 442 jogos
      6 – Carlos Roberto 440 jogos
      7 – Geninho 425 jogos
      8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
      10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

      Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

      O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

      Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

      Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

      Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

      Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

      Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

      QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

      O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

      COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

      Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

      QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!@#@

      PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

      FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

      SE NÃO TEM ARGUMENTO PARA NOS CONTESTAR, MANS, AO MENOS MANTENHA SUA COERENCIA E APENAS POSTE ALGO RELACIONADO AO BOTAFOGO… SE O SENHOR NÃO FAZ ASSIM COMO QUER QUE LHE RESPEITEMOS, AMIGO?

      • O SENHOR É O SER HUMANO MAIS SEM VERGONHA QUE AQUI TODOS CONHECERAM, OU NÃO SEU CARA DE PAU ????

        Manx disse:
        5 de julho de 2015 às 9:31
        Onça-pintada

        Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

        Ir para: navegação, pesquisa

        Onça-pintada2

        Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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        Pg

        N

        Onça-pintada

        Estado de conservação

        Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

        Classificação científica

        Reino:

        Animalia

        Filo:

        Chordata

        Classe:

        Mammalia

        Ordem:

        Carnivora

        Família:

        Felidae

        Subfamília:

        Pantherinae

        Género:

        Panthera

        Espécie:

        P. onca

        Nome binomial

        Panthera onca
        (Linnaeus, 1758)

        Distribuição geográfica

        Atual Original
        Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

        Subespécies

        Ver texto

        A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

        Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

        Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

        Índice
        [esconder] 1 Etimologia
        2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
        2.2 Subespécies e variação Geográfica

        3 Distribuição geográfica e habitat
        4 Descrição 4.1 Melanismo

        5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
        5.2 Território e comportamento social
        5.3 Reprodução e ciclo de vida

        6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
        6.2 Conservação nos Estados Unidos

        7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
        7.2 Cultura contemporânea

        8 Referências
        9 Ver também
        10 Ligações externas

        Etimologia[editar código-fonte]

        “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

        “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

        A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

        Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

        Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
        A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

        Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

        Relações filogenéticas da onça-pintada.8

        Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

        Panthera tigris – tigre

        Panthera uncia – leopardo-das-neves

        Panthera pardus – leopardo

        Panthera leo – leão

        Panthera onca – onça-pintada

        Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

        Ancestral asiático[editar código-fonte]

        Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

        Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

        A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

        Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

        As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
        1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

        2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
        P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
        P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
        P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

        3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

        O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

        Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

        A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
        A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

        A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

        A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

        A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

        Descrição[editar código-fonte]

        A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
        A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

        Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

        A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

        Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
        Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

        Melanismo[editar código-fonte]

        Ver também: Melanismo em felinos

        Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

        A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

        Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

        Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

        Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

        A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
        A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

        A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

        Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

        Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

        A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
        A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

        A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

        Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

        Território e comportamento social[editar código-fonte]

        Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

        Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

        A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

        Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

        Mãe pegando filhote pelo pescoço.
        As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

        O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

        Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

        Conservação[editar código-fonte]

        O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
        Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

        Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

        A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

        Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

        Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

        Conservação no Brasil[editar código-fonte]

        O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

        Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

        Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

        O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
        Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

        No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

        O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

        Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

        Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

        Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

        A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
        Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

        Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

        Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

        O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

        Aspectos culturais[editar código-fonte]

        Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

        Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

        Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
        Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

        Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

        Cultura contemporânea[editar código-fonte]

        A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

        O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

        Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

        Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

        CARLOS EDUARDO PEREIRA O MELHOR PRESIDENTE DO BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGAAS!!!

        PORRA PAULO BARRETO, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR AOS COMENTÁRIOS ALHEISO POR SUAS POSTAGENS DE 200 LINHAS ? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM NÃO RESPEITAR OS COMENTÁRIOS DOS DEMAIS BOAFOGUENSES, SEU IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER

        RESPEITADO?!

        VOCÊ NÃO CONSEGUE RESPEITAR OS COMENTÁRIOS DOS DEMAIS BOTAFOGUENSES PORTANTO EU TAMBÉM NÃO CONSIGUEREI RESPEITAR SEUS COMENTÁRIOS!!!

        Bom dia , bom dia , boooooooooooooooooooooooooooooooooooom diiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiia !!!!

        Obs: Ninguém está nem ai para suas postagens de 200 linhas, pois ASSIM COMO VOCÊ IGNORA OS NOSSOS COMENTÁRIOS EU E TODOS NÓS BOTAFOGUENSE COM CERTEZA IGNORAMOS TAMÉM OS SEUS , POIS NÃO ????

        • PERDOE-ME, AMIGO MANXADO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÓVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

          TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

          Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

          O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

          JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

          O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

          1 – Nilton Santos 721 jogos
          2 – Garrincha 612 jogos
          3 – Waltencir 453 jogos
          4 – Quarentinha 444 jogos
          5 – Manga 442 jogos
          6 – Carlos Roberto 440 jogos
          7 – Geninho 425 jogos
          8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
          10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

          Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

          O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

          Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

          Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

          Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

          Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

          Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

          QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

          O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

          COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

          Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

          QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

  • Manx disse:
    5 de julho de 2015 às 9:31
    Onça-pintada

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Ir para: navegação, pesquisa

    Onça-pintada2

    Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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    Є

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    Onça-pintada

    Estado de conservação

    Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

    Classificação científica

    Reino:

    Animalia

    Filo:

    Chordata

    Classe:

    Mammalia

    Ordem:

    Carnivora

    Família:

    Felidae

    Subfamília:

    Pantherinae

    Género:

    Panthera

    Espécie:

    P. onca

    Nome binomial

    Panthera onca
    (Linnaeus, 1758)

    Distribuição geográfica

    Atual Original
    Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

    Subespécies

    Ver texto

    A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

    Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

    Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

    Índice
    [esconder] 1 Etimologia
    2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
    2.2 Subespécies e variação Geográfica

    3 Distribuição geográfica e habitat
    4 Descrição 4.1 Melanismo

    5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
    5.2 Território e comportamento social
    5.3 Reprodução e ciclo de vida

    6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
    6.2 Conservação nos Estados Unidos

    7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
    7.2 Cultura contemporânea

    8 Referências
    9 Ver também
    10 Ligações externas

    Etimologia[editar código-fonte]

    “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

    “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

    A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

    Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

    Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
    A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

    Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

    Relações filogenéticas da onça-pintada.8

    Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

    Panthera tigris – tigre

    Panthera uncia – leopardo-das-neves

    Panthera pardus – leopardo

    Panthera leo – leão

    Panthera onca – onça-pintada

    Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

    Ancestral asiático[editar código-fonte]

    Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

    Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

    A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

    Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

    As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
    1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

    2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
    P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
    P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
    P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

    3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

    O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

    Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

    A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
    A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

    A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

    A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

    A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

    Descrição[editar código-fonte]

    A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
    A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

    Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

    A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

    Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
    Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

    Melanismo[editar código-fonte]

    Ver também: Melanismo em felinos

    Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

    A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

    Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

    Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

    Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

    A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
    A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

    A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

    Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

    Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

    A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
    A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

    A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

    Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

    Território e comportamento social[editar código-fonte]

    Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

    Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

    A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

    Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

    Mãe pegando filhote pelo pescoço.
    As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

    O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

    Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

    Conservação[editar código-fonte]

    O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
    Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

    Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

    A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

    Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

    Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

    Conservação no Brasil[editar código-fonte]

    O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

    Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

    Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

    O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
    Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

    No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

    O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

    Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

    Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

    Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

    A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
    Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

    Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

    Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

    O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

    Aspectos culturais[editar código-fonte]

    Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

    Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

    Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
    Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

    Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

    Cultura contemporânea[editar código-fonte]

    A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

    O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

    Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

    Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

    CARLOS EDUARDO PEREIRA O MELHOR PRESIDENTE DO BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGAAS!!!

    Responder
    Paulo Barreto disse:
    5 de julho de 2015 às 9:44
    Bira(Miami) disse:

    27 de junho de 2015 às 12:34

    Sr.Paulo Barreto,venho por meio desta “Missiva”pedir desculpas por as vzs ao ler alguns cometarios Da Vossa Pessoa,em não nutrir simpatia a Ti!
    Porem ao ver a relação Dos Quem tem contribuido com O BSD Passo A Ter Respeito por Ti!
    Sobre As Outras Pessoas que sempre O está cutucando,Deveriam fazer Melhor Que a Vc!
    Pois Suas Críticas,São de Amor Ao Glorioso!
    Meus Respeito,Sr.Paulo Barreto!
    E Aos Demais….Ajudem para que depois Tenham como argumentar(Propriedade)!
    SDAN!

    Paulo Barreto disse:

    4 de julho de 2015 às 11:10

    OS VERDADEIROS BOTAFOGUENSES, CARO BIRA (MIAMI), NÃO SÃO OS QUE VIVEM DE FAZER FALSAS JURAS DE AMOR AO CLUBE, MAS, OS QUE CONVERTEM O AMOR QUE SENTEM PELO CLUBE NOS RECURSOS DE QUER O MESMO PRECISA! Eu faço isso, com certeza! Mas, será que o senhor Paulinho Jabá, o viado Bira Cagão e o corno do Manxado, fazem-no?

    PORRA MANX, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR POR SEU NADA DIZER? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM SE MOSTRAR TÃO IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER RESPEITADO?!

    FAÇA O QUE FAÇA O SENHOR E NÃO CONSEGUIRÁ IMPEDIR QUE EU SEJA LIDO! TUDO QUE AQUI EU TENHO POSTADO, TENHO FEITO TAMBÉM NO NINGUÉM CALA E EM OUTROS BLOGS, AMIGO! O SENHOR PERDE SEU TEMPO! VÁ PESCAR QUE O SENHOR FAZ MELHOR NEGÓCIO! OU SERÁ QUE O SENHOR QUER MESMO SER TRATADO POR CORNO E GAY?

    • TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

      Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

      O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

      JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

      O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

      1 – Nilton Santos 721 jogos
      2 – Garrincha 612 jogos
      3 – Waltencir 453 jogos
      4 – Quarentinha 444 jogos
      5 – Manga 442 jogos
      6 – Carlos Roberto 440 jogos
      7 – Geninho 425 jogos
      8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
      10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

      Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

      O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

      Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

      Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

      Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

      Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

      Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

      QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

      O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

      COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

      Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

      QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS! @#@ !

    • Manx disse:
      5 de julho de 2015 às 9:31
      Onça-pintada

      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

      Ir para: navegação, pesquisa

      Onça-pintada2

      Ocorrência: Pleistoceno – Recente, 0.51–0 Ma

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      N

      Onça-pintada

      Estado de conservação

      Quase ameaçada (IUCN 3.1) 3

      Classificação científica

      Reino:

      Animalia

      Filo:

      Chordata

      Classe:

      Mammalia

      Ordem:

      Carnivora

      Família:

      Felidae

      Subfamília:

      Pantherinae

      Género:

      Panthera

      Espécie:

      P. onca

      Nome binomial

      Panthera onca
      (Linnaeus, 1758)

      Distribuição geográfica

      Atual Original
      Apesar do espaço “vazio” em parte da Amazônia brasileira, isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie: a presença da onça-pintada foi confirmada em tal região.1

      Subespécies

      Ver texto

      A onça-pintada (nome científico: Panthera onca), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, acanguçu, canguçu, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.

      Se assemelha ao leopardo fisicamente, se diferindo desse, porém, pelo padrão de manchas na pele e pelo tamanho maior. As características do seu comportamento e do seu habitat são mais próximas às do tigre. Pode ser encontrada principalmente em ambientes de florestas tropicais, mas também é encontrada em ambientes mais abertos. A onça-pintada está fortemente associada com a presença de água e é notável, juntamente com o tigre, como um felino que gosta de nadar. É, geralmente, solitária. É um importante predador, desempenhando um papel na estabilização dos ecossistemas e na regulação das populações de espécies de presas. Tem uma mordida excepcionalmente poderosa, mesmo em relação aos outros grandes felinos. Isso permite que ela fure a casca dura de répteis como a tartaruga e de utilizar um método de matar incomum: ela morde diretamente através do crânio da presa entre os ouvidos, uma mordida fatal no cérebro.

      Seu número está em queda e a espécie está ameaçada de extinção, principalmente por causa da perda e da fragmentação do seu habitat. Embora o comércio internacional de onças ou de suas partes esteja proibida, o felino ainda é frequentemente morto por seres humanos, particularmente em conflito com fazendeiros e agricultores na América do Sul. Apesar de reduzida, sua distribuição geográfica ainda é ampla. Ela faz parte da mitologia de diversas culturas indígenas americanas, incluindo a dos maias, astecas e guarani. Na mitologia maia, apesar de ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros.

      Índice
      [esconder] 1 Etimologia
      2 Taxonomia e evolução 2.1 Ancestral asiático
      2.2 Subespécies e variação Geográfica

      3 Distribuição geográfica e habitat
      4 Descrição 4.1 Melanismo

      5 Ecologia e comportamento 5.1 Dieta, forrageamento e caça
      5.2 Território e comportamento social
      5.3 Reprodução e ciclo de vida

      6 Conservação 6.1 Conservação no Brasil
      6.2 Conservação nos Estados Unidos

      7 Aspectos culturais 7.1 Culturas mesoamericanas
      7.2 Cultura contemporânea

      8 Referências
      9 Ver também
      10 Ligações externas

      Etimologia[editar código-fonte]

      “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino luncea e do termo italiano lonza.4 No Brasil, o nome “onça-pintada” é o mais utilizado, sendo que “pintada” é uma alusão à pelagem cheia de manchas e rosetas, ao contrário da outra “onça”, a onça-parda.4

      “Jaguar” origina-se do termo tupi ya’wara, e pode ser traduzido como “fera” e até “cão”, já que o termo era utilizado pelos indígenas para se referir a qualquer “fera” antes da chegada dos europeus.5 Com a colonização européia e a chegadas dos cães, a palavra passou a ser usada apenas como referência aos cachorros, e “ya’wara-etê” passou a se referir à onça-pintada, originando o termo “jaguaretê”.5 Este último termo significa “fera verdadeira”, através da junção de ya’wara (fera) e eté (verdadeiro).5 “Yaguareté” é um nome usado em países de língua espanhola em que há muitos descendentes dos guaranis, como a Argentina e Paraguai.5 “Acanguçu” e “canguçu” originam-se do termo tupi akãgu’su, que significa “cabeça grande”, através da junção de akanga (cabeça) e usu (“grande”).4 “Jaguarapinima” vem do tupi ya’wara (onça) e pi’nima (pintada)4 . “Tigre” é um termo de origem iraniana.4

      A designição “pantera”, vem do latim, panthera, que também é o primeiro componente do nome científico. Panthera, em grego, é uma palavra para leopardo, πάνθηρ. A palavra é uma composição de παν- “todos” e θήρ vem de θηρευτής “predador”, significando “predador de todos” (animais), apesar de que esta deve ser considerada uma etimologia popular.6 A palavra deve ter uma origem do Sânscrito, “pundarikam”, que significa “tigre”.7

      Taxonomia e evolução[editar código-fonte]

      Embora numerosas subespécies foram reconhecidas no passado, estudos recentes sugerem a existência de três apenas.
      A onça-pintada é o único membro atual do gênero Panthera no Novo Mundo. Filogenias moleculares evidenciaram que o leão, o tigre, o leopardo, o leopardo-das-neves e o leopardo-nebuloso compartilham um ancestral em comum exclusivo, e esse ancestral viveu entre seis e dez milhões de anos atrás apesar do registro fóssil apontar o surgimento do gênero Panthera entre 2 000 000 e 3 800 000 de anos atrás.8 9 Estudos filogenéticos geralmente mostram o leopardo-nebuloso como um táxon basal ao gênero Panthera.8

      Baseado em evidências morfológicas, o zoológo britânico Reginald Pocock concluiu que a onça-pintada é mais próxima ao leopardo.10 Entretanto, filogenias baseadas no DNA são inconclusivas à posição da onça-pintada em relação às outras espécies do gênero, mas coloca a onça-pintada como mais próxima do leão.8 Fósseis de espécies extintas do gênero Panthera, como o jaguar-europeu (Panthera gombaszoegensis) e o leão-americano(Panthera atrox), mostram características tanto da onça-pintada quanto do leão.10 Entretanto, é possível que o jaguar-europeu seja uma subespécie da atual onça-pintada.11 Análise do DNA mitocondrial apontam para o surgimento da espécie entre 280 000 e 510 000 anos atrás, bem depois do que é sugerido pelo registro fóssil.12

      Relações filogenéticas da onça-pintada.8

      Neofelis nebulosa – pantera-nebulosa

      Panthera tigris – tigre

      Panthera uncia – leopardo-das-neves

      Panthera pardus – leopardo

      Panthera leo – leão

      Panthera onca – onça-pintada

      Filogenia inferida a partir de estudos citogenéticos e moleculares.

      Ancestral asiático[editar código-fonte]

      Apesar de habitar o continente americano, a onça-pintada descende de felinos do Velho Mundo. Cerca de 2,87 milhões de anos atrás, a onça-pintada, o leão e o leopardo, compartilharam um ancestral comum na Ásia.8 13 No início do Pleistoceno, os precursores da atual onça atravessaram a Beríngia e chegaram na América do Norte: a partir daí alcançaram a América Central e a América do Sul.13 A linhagem da onça-pintada se separou da linhagem do leão (que compartilham um ancestral comum exclusivo, sendo a espécie mais próxima da onça-pintada), há cerca de 2 milhões de anos.8

      Subespécies e variação Geográfica[editar código-fonte]

      A última delineação taxonômica foi feita por Pocock em 1939. Baseado em origens geográficas e morfologia de crânio, ele reconheceu oito subespécies. Entretanto, ele não teve acesso a um número suficiente de espécimes para fazer uma análise crítica das subespécies, e expressou dúvida sobre a validade de várias delas. Uma reconsideração posterior reconheceu apenas três subespécies.14

      Estudos recentes não demonstraram a existência de subespécies bem definidas, e muitos nem reconhecem a existência delas.15 Larson (1997) estudou a variação morfológica na onça-pintada e demonstrou que existe variação clinal entre a ocorrência sul e norte da espécie, mas a variação dentro das subespécies é maior do que entre elas, e portanto, não há garantia da existência das subespécies.16 Um estudo genético confirmou a ausência de divisões geográficas entre as populações, apesar de que foi demonstrado que grandes barreiras geográficas, como o rio Amazonas, limita o fluxo gênico entre as populações.12 Um estudo subsequente, caracterizou mais detalhadamente a variação genética e encontrou diferenças populacionais nas onças da Colômbia.17

      As divisões de Pocock (1939) ainda são regularmente citadas em muitas decrições do felino. Seymour reconhece apenas três subespécies.2 14
      1.Panthera onca onca Linnaeus, 1758: Venezuela através da bacia amazônica, incluindo P. onca peruviana Blainville, 1843: costa do Peru

      2.P. onca hernandesii Gray, 1857: oeste do México – incluindo P. onca centralis Mearns, 1901: El Salvador até Colômbia
      P. onca arizonensis Goldman, 1932: sul do Arizona até Sonora, México
      P. onca veraecrucis Nelson & Goldman, 1933: centro do Texas até o sudeste do México
      P. onca goldmani Mearns, 1901: península de Yucatán até Belize e Guatemala

      3.P. onca palustris Ameghino, 1888(a maior subespécie, pesando mais de 135 kg):18 Ocorre no Pantanal, regiões do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, ao longo da bacia do rio Paraguai no Paraguai e nordeste da Argentina.

      O Mammal Species of the World continua a reconhecer nove subespécies, adicionando P. o. paraguensis Hollister, 1914.2

      Distribuição geográfica e habitat[editar código-fonte]

      A onça-pintada vive em uma ampla variedade de habitats, desde campos abertos até florestas densas, mas geralmente, associados a cursos d’água permanentes.
      A onça-pintada é presente desde o México, passando pela América Central, até a América do Sul, incluindo toda a bacia Amazônica, no Brasil.19 Os países que a onça-pintada ocorrem são: Argentina, Belize, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica (particularmente na península de Osa), Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Estados Unidos e Venezuela. Foi extinta de El Salvador e do Uruguai.3 Ocorre nos 400 km² do Reserva Natural de Cockscomb em Belize, nos 5 300 km² da Reserva da Biosfera Sian Ka’an, no México, nos 15 000 km² do Parque Nacional de Manú no Peru, nos 26 000 km² do Parque Indígena do Xingu e nos cerca de 1 800 km² do Parque Nacional do Iguaçu, ambos no Brasil, e em muitas outras unidades de conservação ao longo de sua distribuição.

      A inclusão dos Estados Unidos na lista é baseada em ocorrências casuais no sudoeste do país, nos estados do Arizona, Texas e Novo México.20 No início do século XX, a onça-pintada ocorria ao norte até o Grand Canyon e ao oeste até o Sul da Califórnia.20

      A ocorrência histórica da espécie inclui a metade sul dos Estados Unidos no limite norte, e quase todo continente sul-americano, no limite sul. Atualmente, sua distribuição ao norte recuou 1 000 km, e ao sul, cerca de 2 000 km. Fósseis de onça-pintada, datados entre 40 000 e 15 000 anos atrás, mostram a ocorrência dessa espécie na era do Gelo até o Missouri.21

      A onça-pintada habita florestas tropicais na América do Sul e América Central, áreas abertas, e com inundações periódicas, como o Pantanal. Há uma preferência por áreas de floresta densa e chuvosa, sendo escassa em regiões mais secas, como nos pampas argentinos, nas secas savanas do México, e sudoeste dos Estados Unidos.22 A onça ocorre em florestas tropicais, subtropicais e secas (incluindo, historicamente, as florestas de carvalho nos Estados Unidos). A onça-pintada é dependente de cursos d’água permanentes, vivendo preferencialmente próximo a rios e pântanos, e florestas chuvosas. Não ocorre em altitudes maiores de 3 800 m, e evitam florestas montanas no México e nos Andes.22

      Descrição[editar código-fonte]

      A cabeça da onça-pintada é robusta e a mandíbula é extremamente poderosa. O tamanho dos indivíduos tende a ser maior quanto mais longe das regiões equatoriais.
      A onça-pintada é um animal robusto e musculoso. Tamanho e peso variam consideravelmente: o peso normalmente está entre 56 a 96 kg. Os maiores machos registrados pesavam até 158 kg (tendo o peso de uma leoa ou tigresa), e as menores fêmeas chegavam a ter 36 kg.23 15 As fêmeas são entre 10 a 20 % menores que os machos. O comprimento da ponta do focinho até a ponta da cauda varia de 1,12 m a 1,85 m.15 24 Sua cauda é a menor dentre os grandes felinos, tendo entre 45 e 75 cm de comprimento. Suas pernas também são curtas, consideravelmente mais curtas se comparadas a um tigre ou leão com mesma massa corporal, mas são mais grossas e robustas. A onça-pintada tem entre 63 a 76 cm na altura da cernelha.25 Comparada ao leopardo, a onça é maior, mais pesada e atarracada.14

      Variações no tamanho são observadas ao longo das regiões de ocorrência da onça, com o tamanho tendendo a aumentar nos indivíduos nos limites norte e sul da distribuição geográfica, com os menores indivíduos sendo encontrados na Amazônia e regiões equatoriais adjacentes. Um estudo realizado na Reserva da Biosfera Chamela-Cuixmala na costa do Pacífico no México, reportou medidas de massa corporal ao redor de 50 kg, não muito maior que uma suçuarana.26 Em contraste, no Pantanal, a média de peso foi de cerca de 100 kg, e machos mais velhos não raramente chegavam a pesar mais de 130 kg.27 28 Onças que ocorrem em ambientes florestais frequentemente são mais escuras na coloração da pelagem e menores do que aquelas encontradas em regiões de campos abertos (como no Pantanal), possivelmente, devido ao menor número de presas de grande porte em florestas.22

      A forma corporal atarracada e robusta torna a onça-pintada capaz de nadar, rastejar e escalar.25 A cabeça é grande e a mandíbula é desenvolvida e forte.29 A onça-pintada possui a mordida mais forte de todos os felinos, capaz de alcançar até 910 kgf. É duas vezes a força da mordida de um leão e só não é maior que a da mordida de uma hiena; tal força é capaz de quebrar o casco de tartarugas.30 Um estudo comparativo colocou a onça-pintada como em primeiro lugar em força de mordida, ao lado do leopardo-das-neves, e à frente do leão e do tigre.31 É dito que uma onça é capaz de arrastar um touro de até 360 kg por 8 m e quebrar ossos com as mandíbulas.32 A onça-pintada caça grandes herbívoros de até 300 kg em florestas densas, como a anta, e seu corpo forte e atarracado é uma adaptação a esse tipo de presa e ambiente. A cor de fundo da pelagem da onça é uma amarelo acastanhado, mas pode chegar ao avermelhado e marrom e preto, para todo o corpo.25 As áreas ventrais são brancas.25 A pelagem é coberta por rosetas, que servem como camuflagem, usando o jogo de luz e sombra do interior de florestas densas. As manchas variam entre os indivíduos: rosetas podem incluir um ou várias pontas em seu interior, e a forma das pintas também pode variar. As manchas e pintas da cabeça e pescoço costumam ser sólidas, e na cauda, elas se unem, de forma a aparecer bandas.

      Variedades melânicas da onça-pintada ocorrem com uma frequência de 6% nas populações selvagens.
      Enquanto a onça-pintada lembra o leopardo, além dela ser maior e mais robusta, as rosetas são diferentes nessas duas espécies: as rosetas da pelagem da onça-pintada são maiores, menos numerosas, mais escuras, são formadas por linhas mais grossas e possuem pintas no meio delas, que não são encontradas nas rosetas do leopardo. As onças também possuem cabeças maiores e arredondadas, e membros mais atarracados se comparados com os do leopardo.33

      Melanismo[editar código-fonte]

      Ver também: Melanismo em felinos

      Polimorfismo na cor ocorre na espécie. Variedades melânicas são frequentes. Em indivíduos totalmente pretos, quando visto sob a luz e de perto, é possível observar as rosetas.

      A forma totalmente preta (chamada de onça-preta) é mais rara que a forma de cor amarelo-acastanhado, representando cerca de 6 % da população, o que é uma frequência muito maior do que a taxa de mutação.34 Portanto, a seleção natural contribuiu para a frequência de indivíduos totalmente negros na população. Existem evidências de que o alelo para o melanismo na onça-pintada é dominante.35 Ademais, a forma melânica é um exemplo de vantagem do heterozigoto; mas dados de cativeiro não são conclusivos quanto a isso.

      Apesar de ser conhecida popularmente como onça-preta, é apenas uma variação natural, não sendo uma espécie propriamente dita.

      Indivíduos albinos são muito raros, e foi reportada a ocorrência na onça-pintada, assim como em outros grandes felinos.22 Como é usual com o albinismo na natureza, a seleção natural mantém a frequência da característica próxima à taxa de mutação.

      Ecologia e comportamento[editar código-fonte]

      A onça-pintada tem uma mordida excepcionalmente forte que permite quebrar cascos de tartarugas.
      A onça-pintada é um superpredador, o que significa que está no topo da cadeia alimentar e não é predada no ambiente em que vive. Também pode ser considerada como uma espécie-chave, já que é importante no controle das populações de mamíferos herbívoros e granívoros, contribuindo para a manutenção da integridade dos ecossistemas florestais.36 37 Entretanto, qual o efeito que a onça-pintada tem no ecossistema é difícil, pois os dados devem ser comparados com ambientes em que ela não ocorre, e controlar o efeito das atividades humanas em tais ambientes. É aceito que presas de tamanho médio aumentam de população na ausência de superpredadores, e pensa-se que isso tem um efeito cascata negativo no ecossistema.38 Porém, trabalhos de campo mostraram que isso pode ser uma variabilidade natural, e que o aumento populacional não se sustenta. Portanto, a hipótese do superpredador não é largamente aceita.39

      A onça-pintada também possui um efeito em outros predadores. Ela e a suçuarana ou onça-parda, são frequentemente simpátricos e são estudadas em conjunto. Onde a suçuarana é simpátrica com a onça-pintada, o tamanho da primeira tende a ser menor que o das onça-pintadas locais. Estas últimas tendem a matar presas maiores, geralmente, com mais de 22 kg, e a suçuarana, menores, entre 2 e 22 kg.40 41 Esta parece ser uma situação vantajosa para a onça-parda. Sua capacidade de expandir seu nicho ecológico, incluindo, de se alimentar de presas menores, a torna mais adaptável que a onça-pintada a ambientes perturbados pelo homem;36 o que se reflete em sua maior distribuição geográfica e menor risco de extinção.

      Dieta, forrageamento e caça[editar código-fonte]

      Como todos os felinos, a onça-pintada é um carnívoro obrigatório, se alimentando somente de carne. É um caçador oportunista, e sua dieta inclui até 87 espécies de animais. A onça pode predar, teoricamente, qualquer vertebrado terrestre ou semi-aquático nas Américas Central e do Sul, com preferência por presas maiores. Ela regularmente preda jacarés, veados, capivaras, antas, porcos-do-mato, tamanduás e até mesmo sucuris.14 42 43 Entretanto, o felino pode comer qualquer pequena espécie que puder pegar, como ratos, sapos, aves (principalmente mutuns), peixes, preguiças, macacos e tartarugas; um estudo conduzido no Santuário de Cockscomb, em Belize, revelou que a dieta das onças era constituída principalmente por tatus e pacas.44 Em áreas mais povoadas ou com grande número de pecuaristas, a onça-pintada preda o gado doméstico, e muitas vezes parece ter um preferência por esse tipo de presa (no Pantanal, foi constatado que até 31,7% de sua alimentação era constituída por bezerros de gado bovino).43 45 Pelo grande porte, é capaz de se alimentar até de outros felinos de tamanho menor, como a jaguatirica (Leopardus pardalis), apesar de ser incomum.46

      A onça-pintada mata preferencialmente com uma mordida na base da nuca.
      A onça-pintada geralmente mata com uma mordida no pescoço, sufocando a presa, como é típico entre os mesmo do gênero Panthera, mas às vezes ela mata por uma técnica única entre os felinos: ela morde o osso temporal no crânio, entre as orelhas da presa (especialmente se for uma capivara) com os caninos, acertando o cérebro.47 48 Isto também permite quebrar cascos de tartaruga, após as extinções do Pleistoceno, quelônios podem ter se tornado presas abundantes em seu habitat.22 49 A mordida na cabeça é empregada em mamíferos, principalmente, enquanto que em répteis, como jacarés, a onça-pintada ataca o dorso do animal, acertando a coluna cervical, imobilizando o alvo. Embora capaz de rachar o casco de tartarugas, a onça pode simplesmente esmagar o escudo com a pata e retirar a carne.50 Quando ataca tartarugas-marinhas que vão nidificar na praia, a onça ataca a cabeça, e frequentemente decapita o animal, antes de arrastá-la para comer.51 Ao caçar cavalos, a onça pode pular sobre o dorso, colocar uma pata no focinho e outra na nuca, de forma de deslocar o pescoço. Moradores de ambientes em que ocorre a onça-pintada já contaram anedotas de uma onça que atacou um par de cavalos, e depois de ter matado um, ainda arrastou o outro, ainda vivo.52 Em presas pequenas, como pequenos cães, uma pancada forte com as patas é suficiente para matar.

      A onça-pintada caça em espreita e formando emboscadas, perseguindo pouco a presa. O felino anda de forma lenta, ouvindo e espreitando a presa, antes de armar a emboscada ou atacá-la. Ela ataca por cima, através de algum ponto cego da presa, com um salto rápido: as habilidades de espreita e emboscada dessa espécie são consideradas inigualáveis tanto por povos indígenas quanto por pesquisadores, e tal capacidade deve derivar do papel de ser um superpredador nos ambientes em que vive. Quando arma a emboscada, a onça pode saltar na água enquanto persegue a presa, já que é capaz de carregar grandes presas nadando, sua força permite levar novilhos para a copa das árvores.50

      Após matar a presa, a onça arrasta a carcaça para alguma capoeira ou outro lugar seguro. Começa a comer pelo pescoço e peito, em vez de começar pelo ventre. O coração e pulmões são consumidos, seguidos pelos ombros.50 A necessidade diária alimentar de um indivíduo com 34 kg (que é menor peso encontrado em um indivíduo adulto) é de 1,4 kg.20 Para animais em cativeiro, pesando entre 50 a 60 kg, mais de 2 kg de carne são recomendados.53 Em liberdade, o consumo é naturalmente mais irregular: felinos selvagens gastam considerável energia e tempo para obter alimento, e podem comer até 25 kg de carne de uma só vez, seguidos por longos períodos sem se alimentar.54 Ao contrário das outras espécies do gênero Panthera, a onça-pintada raramente ataca seres humanos. Muitos dos escassos casos reportados mostram que se tratava de indivíduos velhos ou feridos, com dentes danificados. Às vezes, se feridas ou ameaçadas, as onças podem atacar os tratadores em zoológicos.55

      Território e comportamento social[editar código-fonte]

      Como muitos felinos, a onça-pintada é solitária, exceto quando formam pequenos grupos de mãe e filhotes. Adultos encontram-se somente no período de corte e acasalamento (embora socializações não relacionadas a esses eventos foram observados anedoticamente50 ) e mantém grandes territórios para si. Os territórios das fêmeas, que têm entre 25 e 40 km² de área, podem se sobrepor, mas os animais geralmente se evitam nesses locais. Machos podem ter áreas duas vezes maiores do que essas, variando o tamanho de acordo com a disponibilidade de recursos, e seus territórios nunca se sobrepõem.50 56 A onça-pintada usa marcas de arranhões, urina e fezes para marcar território.44 57

      Como outros grandes felinos, a onça é capaz de rugir58 59 e faz isso para repelir competidores: ataques com indivíduos intrusos podem ser observados em liberdade.49 Seu rugido lembra uma repetitiva tosse, e as vocalizações podem consistir também de grunhidos.28 Brigas por cópulas entre machos podem ocorrer, mas são raras, e comportamentos evitando a agressão podem ser observados44 Quando ocorre, o conflito é tipicamente territorial: o território de um macho geralmente compreende o de uma ou duas fêmeas, e eles não toleram a invasão por intrusos.50

      A onça-pintada é geralmente descrita como um animal noturno, mas é, mais especificamente, crepuscular (pico de atividade é durante a madrugada ou o crepúsculo). Ambos os sexos caçam, mas os machos se deslocam para mais longe do que as fêmeas, diariamente, o que é condizente com seus grandes territórios. A onça-pintada pode caçar durante o dia se existe caça disponível; é um felino relativamente enérgico, com cerca de 50 a 60% do tempo mantendo-se ativo.22 A natureza arredia e a inacessibilidade de seus habitats preferidos tornam a onça-pintada um animal difícil de ser avistado e de ser estudado.

      Reprodução e ciclo de vida[editar código-fonte]

      Mãe pegando filhote pelo pescoço.
      As fêmeas da onça-pintada alcançam a maturidade sexual com cerca de 2 anos de idade, e os machos entre 3 e 4 anos. Acredita-se que esse felino copule durante todo o ano em estado selvagem, embora os nascimentos se concentrem em épocas que as presas abundem.60 Pesquisas com machos em cativeiro suportam a hipótese de que os acasalamentos ocorrem durante o ano todo, com nenhuma variação em características do sêmen e da ejaculação: baixo sucesso reprodutivo também tem sido observado em cativeiro.61 O estro dura entre 6 e 17 dias, em um ciclo de 37 dias, e fêmeas demonstram o período fértil com marcação de urina e aumento nas vocalizações.60 Ambos os sexos se deslocam mais durante o período da corte.

      O casal se separa após o ato sexual e as fêmeas providenciam todo o cuidado parental. A gestação dura entre 93 e 105 dias: elas podem dar à luz a até quatro filhotes, mas o mais comum é nascerem dois de cada vez. A mãe não tolera a presença de machos após o nascimento dos filhotes, visto o risco de infanticídio: tal comportamento também se observa no tigre.50

      Os filhotes nascem cegos, e abrem os olhos após duas semanas. São desmamados após três meses, mas podem permanecer no ninho por até 6 meses, quando passam a acompanhar a mãe nas caçadas.62 Eles continuarão com ela até os dois anos de idade, antes de estabelecerem um território sozinhos. Jovens machos são primeiramente nômades, competindo com outros mais velhos até que conseguem obter um território. Em estado selvagem, a onça-pintada vive entre 12 e 15 anos de idade, mas em cativeiro, pode viver até mais de 23 anos, sendo um dos felinos com maior longevidade.28

      Conservação[editar código-fonte]

      O comércio internacional de peles de onça-pintada é proibido.
      Atualmente, é classificada, pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, como “quase ameaçada”, visto sua ampla distribuição geográfica.3 A onça-pintada é regulada pelo Appêndice I da CITES: todo comércio internacional de onças-pintada é proibido. A caça é proibida na maior parte dos países onde ocorre: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Estados Unidos e Uruguai; sendo que a caça de “animais-problemas” (aqueles que atacam o gado doméstico) é permitida no Brasil, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.27 Na Guiana e no Equador, a espécie carece de proteção legal.27

      Estudos detalhados realizados pela Wildlife Conservation Society mostraram que a espécie perdeu 37 % da sua distribuição histórica, e possui um status de conservação desconhecido em 17 % da sua área de ocorrência atual.19 A onça-pintada foi extinta em grande parte do extremo norte e sul de sua distribuição geográfica, assim como em algumas regiões da América Central e no nordeste, leste e sul do Brasil.19 63 Encorajador para a conservação da espécie, é de que a probabilidade de sobrevivência a longo prazo é considerada alta em 70 % de seu habitat, notadamente nas regiões da Amazônia, do Gran Chaco e do Pantanal.19 Entretanto, apenas nesta regiões citadas a onça ainda tem chances de sobrevivência a longo prazo, enquanto que no restante de sua ocorrência, incluindo o México; a América Central; o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, no Brasil; ela encontra-se em algum grau de ameaça de extinção a curto e médio prazo.3 As estimativas populacionais variam ao longo da distribuição geográfica, sendo que em Belize, estimou-e que existiam cerca de 600 a mil onças no país; no México, há variação do grau de conservação ao longo do país , sendo que, em 1990, por exemplo, na província de Chiapas, havia 350 onças; e na Reserva da Biosfera Maya na Guatemala havia entre 465-550.27 As maiores ameaças à onça-pintada são a fragmentação de seu habitat e a caça.3 Em áreas mais alteradas pelo homem, atropelamentos em rodovias que cortam unidades de conservação são também fatores que diminuem significativamente as populações.64 65

      A caça para obtenção para o comércio de peles já foi um grande problema na conservação da espécie: na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15.000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.66 A implementação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, em 1973, resultou numa forte queda do comércio de peles.66

      Entretanto, é a caça por parte de fazendeiros, que considera o animal uma ameaça às criações de gado, uma das atividades que mais tem contribuído para extinções locais da espécie.27 Em áreas próximas a grandes populações humanas, como em Guaraqueçaba, as onças-pintadas acabam mostrando uma preferência pelo gado doméstico, talvez por uma diminuição na densidade populacional de suas presas habituais, o que acaba incomodando os criadores de gado.45

      Como observado na região da Mata Atlântica, as estratégias de conservação da onça-pintada são dificultadas pela intensa fragmentação de seu habitat em algumas regiões. Algumas unidades de conservação em que existem onças em pequeno número estão isoladas: como o caso da Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, que contam com menos de 20 indivíduos e são os únicos fragmentos de floresta capazes de abrigar onças-pintada. Sendo assim, é necessário que se criem “corredores” unindo as unidades de conservação, impedindo, inclusive, que os animais precisem sair de áreas florestadas e causar problemas às populações rurais.19 67 68 Foi criada a iniciativa, idealizada por Alan Rabinowitz, de que se una todas as áreas de ocorrência da onça-pintada, desde o norte do México até a América do Sul, constituindo o chamado Paseo del Jaguar.67 68

      Conservação no Brasil[editar código-fonte]

      O Brasil detém cerca de 50% das populações de onça-pintada em estado selvagem, a maior parte delas, na Amazônia.69 É no Brasil em que se foi registrada as maiores densidades da espécie, também. Ela ocorre em todos os biomas brasileiros (exceto nos Pampas, ao qual já foi extinta), com diferentes estados de conservação em cada um destes.69 Estudos demográficos concluíram que uma população de mais de 200 indivíduos em uma dada unidade de conservação é a adequada para uma sobrevivência a longo prazo da espécie: a maior parte destas áreas protegidas está na Amazônia e no Pantanal. Na Mata Atlântica, nenhuma população é viável por mais de 100 anos.69

      Dado esta situação, a onça-pintada é listada como “vulnerável” pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, entretanto, seu status de conservação varia pelo país, sendo considerada “criticamente em perigo” no estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro,70 71 o que alerta para uma extinção da espécie nesses estados em um futuro muito próximo.

      Na Mata Atlântica, a população total não ultrapassa estimativas entre 156 e 180 indivíduos, mas a população efetiva não é de mais de 50 indivíduos, sendo classificada como “criticamente em perigo”.72 73 74 Neste bioma, a Serra do Mar, o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual do Turvo (que são contínuos entre si por meio do “Corredor Verde”, da província de Misiones, na Argentina), o Pontal do Paranapanema, o Parque Nacional de Ilha Grande e as várzeas do rio Ivinhema são os locais com as maiores populações de onça-pintada.72 De fato, a espécie está restrita a unidades de conservação nestas regiões, e em número muito reduzido em algumas delas: no Parque Nacional do Iguaçu, um dos últimos locais no sul do Brasil onde ainda é encontrada, estima-se que exista no máximo 12 indivíduos,65 no Parque Nacional do Monte Pascoal, a estimativa está entre 1 e 5 animais, e apenas uma deve ocorrer na Serra do Espinhaço.72 A Mata Atlântica é o bioma tropical com maior probabilidade de extinção da onça-pintada a curto prazo, e apesar de 24% dos remanescentes de floresta serem adequados para a ocorrência da espécie, ela ocorre em apenas 7% deles.73 Ademais, a recuperação das populações de onça-pintada, neste bioma, é problemática, visto o alto grau de degradação e perda de habitat: é necessário a integração, via corredores ecológicos das unidades de conservação onde ela ainda ocorre.75

      O Pantanal, no Brasil, é uma das áreas em que existem as maiores populações de onça-pintada.
      Na Caatinga, a situação também é crítica, com estimativas não ultrapassando 250 indivíduos adultos, apesar de que pouco se conhece a cerca da demografia da onça-pintada neste bioma.76 A população está dividida em 5 subpopulações, sendo que apenas as que ocorrem no complexo dos parques nacionais da Serra da Capivara e da Serra das Confusões, no Piauí, possuem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.76 Nestes parques, a densidade de onças ultrapassa 2 indivíduos por 100 km², entretanto, ela é muito baixa em outras regiões, não chegando a 0,5 indivíduo por 100 km².76 Além da crescente perda de habitat, a onça-pintada na Caatinga é ameaçada pela caça, principalmente como forma de retaliação por fazendeiros.76

      No Cerrado, a onça-pintada é classificada como situação melhor que na Caatinga e Mata Atlântica, entretanto, ela também está ameaçada, principalmente por conta do agronegócio, que converteu mais da metade do Cerrado em campos cultivados nos últimos 50 anos.77 A construção de usinas hidrelétricas e a mineração também é razão para a perda do habitat.77 A caça como forma de retaliação por fazendeiros e a diminuição de presas disponíveis são ameaças diretas às populações remanescentes, mesmo em áreas protegidas.77 As estimativas é de que não exista mais de 323 indivíduos adultos, divididos em 11 subpopulações.77 A maior parte das onças do Cerrado encontra-se no complexo dos parques nacionais do Araguaia e das Nascentes do Rio Parnaíba, no complexo dos parques nacionais do Grande Sertão Veredas e Cavernas do Peruaçu e no norte de Goiás e sul do Tocantins.77

      O Pantanal possui uma das maiores densidades registradas da onça-pintada (entre 6,5 e 7 indivíduos por 100 km²).78 Além, disso, este bioma foi pouco alterado pelo homem, apesar de na bacia do Alto Paraguai mais de 50% da vegetação já ter sido alterada. Essa situação coloca a onça-pintada no Pantanal como “quase ameaçada”, situação melhor que no Cerrado (“em perigo”), na Mata Atlântica e Caatinga (ambas em situação “crítica”).78 Visto ser região com criação de gado, a caça como retaliação por conta de ataques ao gado, é uma das maiores ameaças.78 Entretanto, em unidades de conservação do Pantanal, como o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a onça-pintada tem boas perspectivas de sobrevivência a longo prazo.69 75

      Na Amazônia, apesar de ser estimado ocorrer até mais de 10.000 indivíduos adultos (a maior estimativa para todos os biomas), com uma densidade média de 1 a 2 onças a cada 100 km² (com maior densidade em áreas alagáveis bem preservadas), é considerada como “espécie vulnerável”: o crescente desmatamento, a caça e a diminuição de presas disponíveis coloca a onça-pintada em algum grau de ameaça na Amazônia brasileira.1 As populações não estão separadas, mas em um futuro próximo, ela pode estar divida entre 4 ou 5 subpopulações.1 Destas, 4 estariam no “arco do desflorestamento”, e se o atual ritmo de desmatamento continuar, as populações do sudoeste de Rondônia, nordeste do Mato Grosso norte do Maranhão estarão extintas em 100 anos (há chance de sobrevivência apenas das populações no sul do Pará).1 No século XX, principalmente nos anos 60, a grande ameaça à onça-pintada na Amazônia era o comércio internacional de peles, atividade que está proibida atualmente.1 Ainda assim, a caça por conta de conflito de interesses com fazendeiros de gado e a diminuição de presas disponíveis constituem-se em ameaças importantes.1

      Um plano nacional para a conservação da espécie foi estabelecido em 2009.79 foram definidas 20 unidades de conservação como prioritárias para a conservação da onça-pintada no Brasil, entre terras indígenas, áreas de uso sustentável e de proteção integral.79 Embora na Amazônia e Pantanal grande parte da vegetação é contínua, isso não ocorre nos outros biomas, principalmente na Mata Atlântica, o que torna necessário estudos de ecologia de paisagem para a aplicação do plano.79 Com a aplicação desse plano, com a integração das várias unidades de conservação da onça-pintada, é possível salvar a espécie da extinção, principalmente por conta de ainda existirem populações saudáveis e viáveis a longo prazo no Brasil.79

      Conservação nos Estados Unidos[editar código-fonte]

      A Serra de Santa Rita é local onde foi registrado um indivíduo de onça-pintada nos Estados Unidos.
      Nos Estados Unidos, a onça-pintada foi citada, historicamente, por Thomas Jefferson em 1799.80 Há inúmeras citações da espécie na Califórnia, duas tão ao norte quanto Monterey em 1814 (por Langsdorff) e em 1826 (por Beechey).81 O povo Kumeyaay de San Diego e o povo Cahuilla de Palm Springs tinham palavras para a onça-pintada e ela ocorreu neste locais até 1860.82 A única descrição de uma ninhada de onças nos Estados Unidos foi nas Montanhas Tehachapi da Califórnia, antes de 1860.81 Em 1843, Rufus Sage, um explorador e experiente observador registrou a presença da onça-pintada na nascente do rio Platte Norte, ao norte do Longs Peak no Colorado. O mapa de Sebastião Caboto de 1544 tinha um desenho de onça-pintada nos vales da Pensilvânia e Ohio. Historicamente, a espécie foi registrada no leste do Texas, norte do Arizona e Novo México. Entretanto, desde a década de 1940, a onça-pintada tem se limitado ao sul desses estados. Artefatos de nativos americanos relacionados a esse felino sugerem uma ocorrência desde o Noroeste Pacífico até a Pensilvânia e a Flórida.83

      Atualmente, os registros de onça-pintada nos Estados Unidos se resumem a avistamentos eventuais de machos, provavelmente não residentes.63 A espécie foi rapidamente eliminada pelos americanos nos Estados Unidos. A última fêmea foi morta em 1963, nas White Mountais, no Arizona. A caça da onça-pintada foi proibida em 1969, mas já não restava nenhuma fêmea, e os únicos dois machos encontrados foram mortos. Em 1996, Warner Glenn, um fazendo e guia de caça de Douglas, encontrou uma onça-pintada nas Montanhas Peloncillo e se tornou um pesquisador da espécie, instalando câmeras que registraram outros quatro indivíduos.84 Nenhum desses machos registrados no Arizona durante 15 anos foram avistados dede 2006.85 Até que, em 2009, um indivíduo nomeado Macho B, morreu logo após ter sido marcado pelo Arizona Game and Fish Department (AGFD). Em 2011, um macho de cerca de 90 kg foi fotografado perto de Cochise, sul do Arizona, após ter sido detectado por seus cães. Um segundo avistamento foi feito em 2011, também no Arizona, e pesquisadores confirmaram a presença de dois indivíduos próximo à fronteira com o México em 2010.86 Em setembro de 2012, outro indivíduo foi fotografado na Serra de Santa Rita do Arizona, o segundo registro em dois anos.87 aparentemente, esse mesmo indivíduo foi fotografado inúmeras vezes em 9 meses, até junho de 2013.88

      Em 1996 e 2004, guardas florestais no Arizona fotografaram e documentaram onças na parte sul do estado. Entre 2004 e 2007, dois ou três onças foram reportadas por pesquisadores ao redor do Refúgio Nacional da Vida Selvagem Buenos Aires no sul do Arizona. Um deles, chamado “Macho B”, já havia sido avistado em 1996.89 Para que exista uma população permanente e viável nos Estados Unidos, a proibição da caça, qa existência de presas, e a conectividade com populações do México são essenciais.90 Em 25 de fevereiro de 2009, um macho de 53,5 kg foi capturado e marcado em um área a sudoeste de Tucson, que é uma região muito ao norte do que esperado, significando que deva existir alguma população residente no sul do Arizona.91 Esse ano era o mesmo que foi fotografado em 2004.91 Em 2 de março de 2009, descobriu-se que esse indivíduo, “Macho B”, possuía insuficiência renal, e foi eutanasiado.92 É a onça-pintada com maior longevidade em estado selvagem.92

      O muro fronteiriço Estados Unidos-México pode inviabilizar o estabelecimento de populações de onça-pintada nos Estados Unidos, já que pode impedir o fluxo gênico com indivíduos residentes no México.93

      Aspectos culturais[editar código-fonte]

      Culturas mesoamericanas[editar código-fonte]

      Onça da cultura Moche (300 AD) Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera Lima, Peru.

      Guerreiro-jaguar na cultura asteca.
      Em culturas pré-colombianas das Américas Central e do Sul a onça-pintada foi um símbolo de força e poder. Entre as culturas andinas, o culto ao jaguar foi disseminado pela cultura Chavín e passou a ser aceito na maior parte do que é hoje o Peru a partir de 900 a.C. A cultura Moche, do norte do Peru, utilizava a onça como símbolo de poder em muitas das suas cerâmicas.94 95 96

      Na Mesoamérica, a cultura Olmeca, precoce e influente na região da Costa do Golfo, aproximadamente contemporânea da cultura Chavín, desenvolveu um distinto “homem-jaguar” motivo de esculturas e figuras que mostram onças estilizadas ou seres humanos com características de onça. Na civilização maia, acreditava-se que a onça-pintada facilitava a comunicação entre os vivos e os mortos e protegia a família real. Os maias viam esses felinos poderosos como os seus companheiros no mundo espiritual. Uma série de governantes maias tinham nomes que incorporavam a palavra maia para a onça-pintada, b’alam. A civilização asteca compartilhou essa imagem do jaguar como representante do governador e como guerreiro. Os astecas formaram uma classe de guerreiros de elite conhecidos como guerreiros jaguares. Na mitologia asteca, a onça-pintada foi considerada o animal totêmico do poderoso deus Tezcatlipoca.97

      Cultura contemporânea[editar código-fonte]

      A onça-pintada ainda é amplamente usada em manifestações simbólicas. É o animal nacional da Guiana, e é representada em seu brasão.98 A bandeira do Departamento do Amazonas, da Colômbia, representa uma silhueta preta de onça pulando em direção a um caçador.99 A onça-pintada também é representada na cédula de cinquenta reais, no Brasil.100 Mesmo em indígenas sul-americanos contemporâneos a onça faz parte da mitologia e folclore, sendo um animal que é capaz de dar aos homens, o poder sobre o fogo.

      O sinônimo de onça-pintada, “jaguar”, é utilizado amplamente em nomes de marcas, como no carro Jaguar. Esse mesmo nome também é utilizado em franquias esportivas, como no time da National Football League, Jacksonville Jaguars, e no time de futebol mexicano, Jaguares de Chiapas. Uma banda de rock ganhadora do Grammy, “Jaguares”, teve a escolha de seu nome baseada na imponência da onça-pintada, conhecida como jaguar em vários países da América Latina.

      Uma onça-preta perdida em uma cidade da América do Sul é o personagem central no romance de 1941, Black Alibi, de Cornell Woolrich.

      Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, na Cidade do México, uma onça-pintada

      CARLOS EDUARDO PEREIRA O MELHOR PRESIDENTE DO BOTAFOGO DE FUTEBOL E REGAAS!!!

      PORRA PAULO BARRETO, QUE GANHA O SENHOR EM CAGAR ASSIM AO BLOG DA NOSSA TORCIDA? NÃO SERIA MELHOR, PARA TODOS NÓS, QUE O SENHOR ACEITASSE O DEBATE DE FORMA CIVILIZADA E DIGNA, AO INVÉS DE TENTAR SE IMPOR AOS COMENTÁRIOS ALHEISO POR SUAS POSTAGENS DE 200 LINHAS ? QUE PRAZER PODE TER O SENHOR EM NÃO RESPEITAR OS COMENTÁRIOS DOS DEMAIS BOAFOGUENSES, SEU IDIOTA? É ASSIM QUE O SENHOR QUER SER

      RESPEITADO?!

      VOCÊ NÃO CONSEGUE RESPEITAR OS COMENTÁRIOS DOS DEMAIS BOTAFOGUENSES PORTANTO EU TAMBÉM NÃO CONSIGUEREI RESPEITAR SEUS COMENTÁRIOS!!!

      Bom dia , bom dia , boooooooooooooooooooooooooooooooooooom diiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiia !!!!

      Obs: Ninguém está nem ai para suas postagens de 200 linhas, pois ASSIM COMO VOCÊ IGNORA OS NOSSOS COMENTÁRIOS EU E TODOS NÓS BOTAFOGUENSE COM CERTEZA IGNORAMOS TAMÉM OS SEUS , POIS NÃO ????

      • PERDOE-ME, AMIGO MANXADO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR E CORNO MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÓVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

        TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

        Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

        O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

        JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

        O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

        1 – Nilton Santos 721 jogos
        2 – Garrincha 612 jogos
        3 – Waltencir 453 jogos
        4 – Quarentinha 444 jogos
        5 – Manga 442 jogos
        6 – Carlos Roberto 440 jogos
        7 – Geninho 425 jogos
        8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
        10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

        Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

        O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

        Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

        Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

        Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

        Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

        Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

        QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

        O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

        COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

        Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

        QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!

  • PERDOEM-ME, AMIGOS, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

    TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

    Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

    O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

    JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

    O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

    1 – Nilton Santos 721 jogos
    2 – Garrincha 612 jogos
    3 – Waltencir 453 jogos
    4 – Quarentinha 444 jogos
    5 – Manga 442 jogos
    6 – Carlos Roberto 440 jogos
    7 – Geninho 425 jogos
    8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
    10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

    Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

    O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

    Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

    Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

    Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

    Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

    Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

    QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

    O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

    COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

    Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

    QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!!

    • PERDOEM-ME, AMIGOS, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

      TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

      Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

      O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

      JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

      O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

      1 – Nilton Santos 721 jogos
      2 – Garrincha 612 jogos
      3 – Waltencir 453 jogos
      4 – Quarentinha 444 jogos
      5 – Manga 442 jogos
      6 – Carlos Roberto 440 jogos
      7 – Geninho 425 jogos
      8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
      10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

      Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

      O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

      Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

      Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

      Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

      Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

      Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

      QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

      O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

      COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

      Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

      QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!@!@

      • PERDOEM-ME, AMIGOS, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

        TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

        Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

        O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

        JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

        O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

        1 – Nilton Santos 721 jogos
        2 – Garrincha 612 jogos
        3 – Waltencir 453 jogos
        4 – Quarentinha 444 jogos
        5 – Manga 442 jogos
        6 – Carlos Roberto 440 jogos
        7 – Geninho 425 jogos
        8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
        10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

        Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

        O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

        Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

        Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

        Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

        Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

        Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

        QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

        O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

        COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

        Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

        QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!#$!

        • PERDOE-ME, AMIGO MANXADO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

          TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

          Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

          O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

          JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

          O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

          1 – Nilton Santos 721 jogos
          2 – Garrincha 612 jogos
          3 – Waltencir 453 jogos
          4 – Quarentinha 444 jogos
          5 – Manga 442 jogos
          6 – Carlos Roberto 440 jogos
          7 – Geninho 425 jogos
          8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
          10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

          Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

          O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

          Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

          Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

          Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

          Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

          Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

          QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

          O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

          COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

          Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

          QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!#$@

          • PERDOE-ME, AMIGO MANXADO, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

            TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

            Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

            O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MANTE-LA CEGA E IGNORANTE QUANTO AO QUE SE PASSA NO CLUBE! QUE CULPA TENHO SE O SENHOR NÃO SABE COMO ME CONTRADIZER COM ARGUMENTOS QUE A TODOS CONVENÇAM DE SUA VERDADE?

            JEFERSON – UM MITO FEITO DE MENTIRAS E ENGODOS! – Há certas coisas no mundo dos esportes que não dar para entendermos, ainda que muito nos esforcemos para tal. Uma delas é a maneira como a mídia avalia a importância de certos jogadores para os seus clubes!

            O goleiro Jeferson é, sem sombra de dúvidas, o atleta mais antigo em atividade no Botafogo! Tanto que já entrou em campo por mais de 385 vezes! Para sermos exatos, na verdade, até o momento, foram exatamente em 387 oportunidades, às vezes em que ele entrou em campo como o nosso goleiro! No jogo contra o Sampaio Correia ele entrou no Top 10 dos jogadores que mais vestiram a camisa do Botafogo conforme podemos ver abaixo:

            1 – Nilton Santos 721 jogos
            2 – Garrincha 612 jogos
            3 – Waltencir 453 jogos
            4 – Quarentinha 444 jogos
            5 – Manga 442 jogos
            6 – Carlos Roberto 440 jogos
            7 – Geninho 425 jogos
            8 – Jairzinho e Wagner 412 jogos
            10 – Jefferson e Osmar 387 jogos

            Pelo que podemos deduzir, no Botafogo, a longevidade dos seus atletas, nem sempre, corresponde aos seus títulos e conquistas… Poucos foram os que puderam acrescentar lhe suas conquistas e títulos maiores que os manjados Cariocas…

            O Jeferson é um desses… Em quase dez anos como goleiro do clube, pouco lhe acrescentou que outros goleiros mais comuns não lhe tivessem dado em termos de conquistas e títulos! A rigor, o Jeferson se caracteriza, no Botafogo, mais pelos muitos alijamentos que ele conseguiu nos impor, em todas as grandes competições que participamos, como, também, por ter ele escrito, para o clube, uma de suas páginas mais negra de sua história. A mesma passa pela eliminação, inesperada, em pleno Maracanã, de uma Libertadores, que há 17 anos dela não participávamos, a uma das piores participações do Botafogo em um Carioca, desde a sua criação, passando também pela vergonhosa e humilhante eliminação de uma Copa do Brasil, para culminar com mais um rebaixamento do Botafogo no Brasileirão, de forma tão vergonhosa e humilhante quanto a vez primeira em que fomos rebaixados!

            Como entender a idolatria que a nossa mídia e parte da nossa torcida dão ao Jeferson, se a sua permanência no clube não se faz em termos de conquistas e, sim, dos muitos fracassos que ele nos impôs? Quando a nossa torcida enxergará que estar sendo enganada e traída pelo Jeferson e que não é de hoje?

            Por que aos demais jogadores são impostos um controle rígido dos seus movimentos em campo que ao Jeferson não se impõe? Tudo que sabemos do Jeferson, no Botafogo, é o seu tempo de clube, e quantas vezes ele entrou em campo como nosso goleiro! Mas, nada sabemos de quantas vezes fomos vencedores, derrotados ou conseguimos empatar nossos jogos tendo ele como nosso goleiro, quem me nega?! Por que, dos jogadores de linha, sabemos todos seus números e, do nosso goleiro, não?

            Quantos gols tomou o Jeferson desde que chegou ao Botafogo? Quantas vezes ele, ao contrário de um Manga, deixou de nos servir pelos motivos mais banais? O Manga era nosso goleiro até com todos os dedos de suas mãos quebrados, e não deixava a peteca cair… Já o Jeferson, até um reles arranhão no dedo mínimo fez ele nos deixar não mão, ou não? Como justificar então o endeusamento que a mídia faz de um perdedor nato?

            Quando verão que nem como goleiro da nossa Seleção o Jeferson se mostrou à altura? Durante a Copa, como reserva, ele secou o Júlio César e isto nos deu o famoso 7×1… Já como titular, acabou contribuindo para a eliminação da Seleção na Copa América para o Paraguai, quando ele, tendo tido seis oportunidades para classificar o Brasil, pegando um dos pênaltis (bastaria ter ficado parado no meio do gol e ele teria defendido uns dois…), não o tenha conseguido?

            Será que não estamos sendo negligentes com aqueles a quem damos a condição de ídolo? Vejam os currículos do Rogério Ceni no São Paulo ou o do Fábio no Cruzeiro por igual período em seus clubes e vejam se não estamos sendo enganados, amigos! Por que esses dois clubes conquistaram a América e o Mundo por meio dos seus goleiros e o Jeferson até agora tudo que nos fez foi nos alijar e nos rebaixar? Não temos melhores critérios para avaliarmos aos que dizem nos servirem? Até quando aceitaremos este engodo?

            QUE OS QUE SE FINGEM DE CEGOS TENHAM CORAGEM DE ENXERGAR A LUZ… DENTRE OS DIVERSOS nomes dos jogadores que mais aturam pelo Botafogo temos três goleiros:

            O mito inigualável que foi o Manga com 442 jogos, muitos títulos nacionais e internacionais, vários Rio-São Paulo, Cariocas, entre suas conquistas, também temos o famoso e inesquecível Wagner, do título máximo de 95, Rio-São Paulo e outros títulos como a Taça Cidade Maravilhosa, de 97, com seus 412 jogos e finamente o Jeferson com seus dois desacreditados carioquinhas, todos os alijamentos de competições outras e o triste rebaixamento que nos impôs na temporada passada de triste memória com seu 387 jogos!

            COMPAREM seus currículos e os que insistem em não enxergar seus números se darão conta do quanto tem sido enganados pelos falsos elogios da mídia aquém nada nos conquistou! Será triste vermos o Jeferson se juntar àqueles e não ter currículos de títulos e conquista ao menos igual! Pelo que conquistou o Jeferson seria um goleiro digno de um América-MG e nunca de uma clube da tradição do Botafogo, com certeza! O que nos levou a esta cegueira? O fato de termos blindado ao Jeferson como se ele não fosse falho como quaisquer outros jogadores? Ao menos foi esta blindagem que lhe fez a nossa torcida quem lhe deu força para ele nos rebaixar porquanto para não contrariá-la nossos dirigentes temeram afasta-lo do elenco! E isto deu no que deu…

            Espero que os que comigo não concordarem ao menos tenham a gentileza de darem-nos seus argumentos de forma convincente e digna, sem ataques e sem chulismo… É assim que se debate, concordando ou não com o que foi dito… É do controverso que a lua se fará, ao final!

            QUE TENHAMOS CORAGEM DE FAZER O BOM DEBATE SEM MEDO E SEM SUBTERFUGIOS!&*¨%

  • PERDOEM-ME, AMIGOS, MAS, EM RAZÃO DA TENTATIVA DO SENHOR MANX EM ESCONDER OS MEUS POSTADOS, ME VEJO OBRIGADO A ME AGREGAR AO SEU PARA PODER ME TORNAR VISÍVEL AOS SEUS OLHOS! SORRY!

    TODOS AQUI QUEREM LER O QUE O PAULO BARRETO TEM A NOS DIZER, MEU CARO MANX! MENOS O SENHOR, NATURALMENTE, QUE NÃO APRECIA A VERDADE, NEM TEM COMO CONTRADIZER-ME, E, POR ISSO, TENTA IMPEDIR A QUE OS OUTROS A CONHEÇAM, VAI NEGAR?!

    Quem a ninguém aqui respeita é o senhor, amigo! EU VINHA FAZENDO O MEU TRABALHO NUMA BOA SEM ATACAR AO SENHOR, MEU CARO! NÃO TENHO CULPA SE O SENHOR POR NÃO COMO ME CONTESTAR, RESOLVA AO BLOG BAGUNÇAR POR BURRICE E PICUINHA INFANTIS!

    O SENHOR TEM É MEDO DE QUE A NOSSA TORCIDA ABRA OS OLHOS EM RELAÇÃO AO ENGODO QUE O JEFERSON TEM SIDO PARA O BOTAFOGO E POR ISSO TUDO FAZ PARA MAN