Um misto de tristeza e orgulho



Caros alvinegros! O dia hoje promete ser de tristeza. Nosso camisa 10, ao que tudo indica, nos deixará. Confesso que entendo a decisão dele. Eu não seria injusto a ponto de crucificá-lo, mas não existia pior momento para ele nos deixar do que este, com a Libertadores batendo à porta.

Confesso que não esperava tal atitude do nosso Diamante. Seedão  deve deixar o Fogão seis meses antes da hora. Mas se é para sermos o último clube que ele defendeu na carreira, diminui um pouco a minha mágoa.

Sei que muitos garotos vão dizer aos seus filhos e netos, no futuro, que viram Seedorf vestir a 10 do Botafogo, tal como eu faço hoje com os meus ao lembrar de Garrincha e Nilton Santos. Claro que o Clarence não chegou perto deles na história do nosso clube, mas é um nome que ficará marcado por muito tempo como a contratação mais ousada do futebol brasileiro.

Por tudo que fez, pela mudança de mentalidade que impôs aos nossos garotos da base, Seedorf revolucionou o Botafogo. Nosso time tem personalidade forte hoje e muito disso passa por esse holandês naturalizado, nascido no Suriname, quee resolveu apostar as últimas fichas de sua tão vitoriosa carreira na Estrela Solitária.

Por tudo que fez e pelo que vai deixar de fazer, que é participar da campanha do nosso primeiro título da Libertadores, obrigado, meu amigo Clarence. Boa sorte se decidir se aventurar neste novo desafio. Você vestiu com empenho o nosso manto. Conquistou um título e nos reconduziu à Libertadores depois de 18 anos. Fica a tristeza, obviamente, mas também o orgulho de ter visto você jogar com a camisa do Botafogo.



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