Já separei minha camisa da sorte!



Caros alvinegros, confesso que apesar de respeitar todas as religiões, nunca fui muito ligado a nenhuma delas. Minha religião é o maior clube do mundo.

E como bom alvinegro, tenho minhas superstições. Hoje não vou ao estádio, então sento no banco direito do meu sofá, com o controle remoto do lado esquerdo. E sozinho. Se a minha esposa chegar na sala, será convidada a se retirar. Caso ela fique no recinto, a derrota é certa. Sorte que ela vai hoje para a minha sogra. Tudo isso com a minha camisa do Carioca de 1989, autografada por todo o elenco, que resiste ao tempo.

Em dias de ida ao Maraca, ponho outra camisa, a do Brasileiro de 1995, com autógrafos do Túlio, e do Wilson Goiano. Paro no Bar do Escadinha, na Tijuca, tomo minha cerveja, parto para o Maior do Mundo e entro faltando meia hora.

Isso é ser alvinegro! Rumo à Libertadores, Fogão!



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