Ação de despejo alertava para possível saída de Maxi López do Vasco no começo de maio



O atacante Maxi López dexou o Vasco nesta última semana. Crédito: LANCE!

Com David Nascimento

A saída do atacante Maxi López do Vasco pode não ter sido tão repentina como pareceu. Um documento oficial já previa uma saída do jogador desde o início de maio. Uma ação de despejo, movida pela empresa proprietária do imóvel que o argentino ocupava, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, cobrava aluguéis atrasados e ainda fazia o alerta de que o inquilino poderia deixar o estado, ou até mesmo, o país em breve.

A empresa “Diana Brasil Projetos de Gestão Empresarial e Planejamentos LTDA” cobra de Maxi, por intermédio do processo 0012993-64.2019.8.0209, a quantia de R$ 57.074,17, referentes a aluguéis em aberto. Entretanto, no começo de maio, a juíza Rafaella Avila de Souza Tuffy Felippe, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, da 7ª Vara Civel, indeferiu a liminar de cobrança por entender que não havia como provar que o inquilino deixaria a cidade e, havia um depósito caução de R$ 120 mil, que cobria os débitos em questão.

Maxi Lopez recebia um auxílio moradia incluído nos seus vencimentos e, com o atraso de dois meses nos pagamentos, o jogador estava inadimplente com o aluguel da sua residência.  Veja abaixo o documento do TJ-RJ:



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