Sem protocolo de controle, Guerrero pode ter ingerido chá contaminado



O atacante peruano Paolo Guerrero foi suspenso por causa de doping, enquanto servia a seleção do Peru. Crédito: Conmebol

A tese da defesa científica do atacante Paolo Guerrero no caso do doping do jogador, formulada pelo bioquímico brasileiro L. C. Cameron, é a de que houve, acidentalmente, uma contaminação de uma bebida ingerida pelo peruano. E, segundo informações, essa contaminação teria ocorrido em um local sem o controle da federação peruana, uma vez que, Guerrero, estava a serviço da sua seleção.

O atacante, que estava concentrado em um hotel junto com a delegação do Peru, recebeu a visita da família. Para ter mais privacidade, ele deixou o recinto que estava com o protocolo de controle (de bebidas e comidas, feito pela federação peruana) e se dirigiu a uma ala mais distante.

Neste novo ambiente, sem controle da cozinha por parte da federação, todos pediram as duas bebidas e, num possível erro de manipulação, acabou tendo o seu chá de anis contaminado por uma substância proibida, muito provavelmente, por um chá de coca, muito consumido no país.



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