Cargos de vice-presidentes têm gerado desconforto entre grupos políticos no Vasco



O presidente vascaíno Alexandre Campello terá trabalho para manter o apoio dos grupos políticos. Crédito: Divulgação

Há tempos, o Vasco vive uma turbulência política que sacode cada centímetro do clube. Dividido em várias correntes, os conselheiros e sócios cruz-maltinos até conseguiram uma coalizão para disputar a última eleição. Porém, os últimos acontecimentos têm apontado para uma direção ainda mais segmentada dos grupos. Apesar da importante vitória no Conselho Deliberativo, na segunda-feira, o presidente Alexandre Campello terá muito trabalho para manter esses grupos unidos.

A reaproximação de Alexandre Campello com Júlio Brant, precisa ser analisada de duas maneiras:

Primeiro, é claro que Brant não confia no presidente vascaíno e opta por não participar da sua administração. Porém, ele garante força no Conselho Deliberativo e vai proteger Campello de todos os ataques.

No segundo aspecto, há a influência de Júlio Brant sobre os diversos grupos que compõe a sua base aliada. Na última sexta-feira, dois integrantes de um desses grupos, a “Cruzada Vascaína”, João Marcos Amorim e João Ernesto, aceitaram o convite para assumirem as vice-presidências de finanças e relações especializada.

Isso gerou um desconforto com o grupo “Sempre Vasco” de Brant. Porém, apesar da divergência política, não houve racha.



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