Sob intenso ataque político, Campello não consegue formar vice-presidentes do Vasco



O presidente Alexandre Campello ainda não conseguiu repor os 13 vice-presidentes que perdeu. Crédito: Divulgação

No meio de um bombardeio político pesado, o presidente do Vasco, Alexandre Campello, não tem obtido êxito em outro tema de grande importância no clube: a formação dos seus vice-presidentes. Com a debandada de 13 vice-presidentes, sob o comando de Roberto Monteiro, presidente do Conselho Deliberativo, Campello não tem encontrado respaldo entre os diversos grupos políticos que fatiam o Vasco, atualmente.

Ele vem recebendo negativas de todos os lados, de velhos e de novos integrantes. A diretoria recebeu, na semana passada, o acendo de um personagem tradicional. O ex-técnico Antônio Lopes teria sido indicado para colaborar com o futebol, mas, devido à sua proximidade com Eurico Miranda, esse apoio foi descartado.

Por outro, um apoio quase certo, vindo da direção de Fernando Horta, que foi candidato nas últimas eleições, foi sacramentado. Porém, um dos fatores que afastou Otto de Carvalho (aliado de Horta) de Alexandre Campello teria sido a mudança do José Pinto Monteiro da Social para Infanto Juvenil. Isso porque, Otto tinha indicado o nome de Ricardo Figueiredo para esta pasta.



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