Andrés diz que só virou candidato para evitar dissidência maior no Corinthians




Com Márcio Porto

Agora publicamente candidato à presidência do Corinthians, Andrés Sanchez garante que só topou concorrer ao pleito de 3 de fevereiro para evitar um racha ainda maior no grupo político ao qual pertence.

“Eu relutei muito. Fiquei falando que achava que tinha que ser outras pessoas. Mas já teve dissidência dentro do grupo e se eu não fosse candidato a dissidência seria maior ainda. Então, tive que aceitar”, disse o deputado federal, que não quer saber de um novo mandato em Brasília.

Indagado sobre a relação com a CBF e o fato de ex-dirigentes da entidade, que trabalharam com ele – como Ricardo Teixeira e José Maria Marin – estarem enrolados na Justiça, Andrés evitou condenação.

“É triste. Mas eu mesmo sou acusado de muita coisa que não cometi. Então, não vou pré-julgar os outros. Tem que ser investigado e o mais rápido possível decidir se tem culpa ou não tem culpa”, emendou.



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