Importação de equipamento ainda é entrave para o árbitro de vídeo



Coronel Marinho, chefe do apito nacional (Foto: Igor Siqueira)

Coronel Marinho, chefe do apito nacional, que está cuidando da operação (Foto: Igor Siqueira)

Enquanto os árbitros passam pelo treinamento em Águas de Lindóia, a CBF segue “remando” para tentar viabilizar equipamentos visando à implantação do árbitro de vídeo. A entidade está recebendo propostas de empresas nacionais e internacionais para a operação. Um obstáculo que ameaça emperrar o processo é a necessidade de importação de equipamentos para montagem do local em que as imagens (que virão da Globo) serão analisadas. É preciso aparato suficiente para 10 jogos simultâneos.

A CBF está estudando alternativa de usar equipamentos nacionais, mas é preciso verificar ainda se isso atenderia aos requisitos técnicos determinados pelo Ifab. E mesmo assim ainda não haveria maquinário suficiente para todos os jogos de uma rodada da Série A. O planejamento é realizar, antes da implantação para valer, dois testes offline (quando o aparato é montado, mas as decisões não influenciam na partida e nem há contato com o árbitro principal).



  • Etienes R

    Isso sim preocupa, o fato de se introduzir empresas na operação; outra coisa é: Porque as imagens tem que ser cedidas pela REDE GLOBO? Exigência do chamado PROTOCOLO Fifa. Se se quer automia não deveria a CBF, gerar as imagens do jogo?

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