Restituição crescente de verba dá ‘gás’ para Ministério do Esporte lutar por orçamento



Leonardo Picciani é o ministro do Esporte (Foto: Francisco Medeiros/ME)

Leonardo Picciani é o ministro do Esporte (Foto: Francisco Medeiros/ME)

O Ministério do Esporte conseguiu aumentar o montante de dinheiro recuperado graças a uma “marcação” mais cerrada na prestação de contas de contratos antigos e atuais firmados com a pasta. Segundo levantamento de setembro, já retornaram aos cofres públicos neste ano R$ 52,4 milhões. O reembolso da verba deve-se, por exemplo, à constatação de que houve sobra de dinheiro na execução de contratos de convênios e, por isso, há restituição. Dede 2015, R$ 86,1 milhões já foram recuperados.

O argumento de que a pasta está economizando foi usado junto ao Ministério do Planejamento para evitar o corte pesado no orçamento, como está desenhado na Lei Orçamentária Anual. Pelo documento, já remetido ao Congresso, o Esporte terá à disposição em 2018 cerca R$ 220 milhões, sendo que, em 2017, a pasta contou com R$ 1,24 bilhão. Para chegar aos R$ 86 milhões restituídos, o Ministério foi atrás de R$ 20,2 milhões em 2016 e R$ 13,4 milhões em 2015.

Além das restituições com as prestações de conta dos convênios, o Ministério do Esporte está cortando gastos em outras frentes. Com renegociação contratual, caiu em 22% o valor pago para aluguel de um escritório em Brasília (R$ 18 milhões para R$ 14 milhões por ano). Outros serviços mais baratos entraram na lista, como telefonia (caiu 75%) e tecnologia da informação (27%).



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