Ação do MP contra CBF tem dúvida de juiz sobre competência



O juiz Guilherme Schilling, que recebeu a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Rio contra a CBF pela assembleia geral que mudou o estatuto, deu despacho que deixou a entidade satisfeita. Ele não apreciará qualquer petição até que haja definição sobre qual setor do MP tem a competência para atuar no processo. A representação contra CBF chegou tanto na Promotoria de Cidadania quanto na do Consumidor. A segunda é chefiada pelo promotor Rodrigo Terra, autor da ação civil.

Quem vai definir o “dono” da competência é a Procuradoria-Geral de Justiça. Ou seja, pode ser que Rodrigo Terra não atue mais no caso, já que a competência corre risco de ir para outra promotoria. Vale lembrar que o pedido de liminar feito por ele envolve a invalidação da assembleia – que mudou o colégio eleitoral sem a presença dos clubes na reunião – e o afastamento da diretoria da CBF.



  • Julio Cezar Carvalho

    O problema é que a CBF derrama dinheiro para várias farras feitas pelos homens do Judiciário, com certeza muitos deles estão com o rabo preso com a Confederação e farão de tudo para atrasar ou até mesmo arquivar o processo. Triste sina deste nosso país.

  • Rafael

    Trouxeram o processo contra o Ricardo Teixeira para o Brasil, para poderem engavetar ele a mando da Globo Fake News. Pq se o RT resolve delatar, os Marinho vão pra cadeia e sobra até pro Galvão. #GloboCorrupta

    • Roberto Carlos Almeida De Souz

      Rafael, o processo na Espanha é possível que o Enganot consiga engavetar, mas o que vai ferrar o Ricardo Teixeira e a Globosta são os processos existentes nos EUA, fala-se que alguns dos mais famosos jogadores brasileiros terão suas imagens arranhadas.

MaisRecentes

Placar das finanças: Corinthians batalha para fechar 2017 perto do ‘0 a 0’



Continue Lendo

Curso de treinador sem chancela de Conmebol e Fifa liga sinal de alerta



Continue Lendo

Nabil aposta em apoio de ‘notáveis’ na eleição do Santos



Continue Lendo