Ederson: Processo por doping para, mas Fla ainda tem algo a fazer




Como houve o diagnóstico de tumor no testículo de Ederson, está congelado o processo gerado pelos resultados analíticos adversos obtidos nas análises de doping do meia do Fla. Flagrado duas vezes em competições nacionais, ele não foi suspenso de forma preventiva, já que a suspeita é de que o aumento dos níveis do hormônio HCG sejam pela doença. O caso está na comissão de gestão de resultados da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, comunicada pela comissão de controle de doping da CBF.

Para acabar de vez com o processo, o Flamengo precisará enviar a biópsia pós-cirurgia de retirada do tumor, bem como exames de imagem (tomografia, ultrassom e PET Scan) e um embasamento teórico mostrando que tumor no testículo muda os níveis de HCG no corpo. Os documentos a serem enviados pelo Fla irão posteriormente para a Fifa e a Agência Mundial Antidoping (Wada).

Os próprios integrantes da comissão médica da CBF, entre eles o presidente Jorge Pagura, acharam que havia algo indevido com a saúde do jogador porque os resultados de HCG não são comuns no futebol. O contato com o departamento médico do Fla foi feito, com a sugestão da realização de exames. O clube logo se prestou a averiguar a situação e o diagnóstico se confirmou.



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