Conmebol passa a checar ‘ficha-limpa’ de dirigentes, que podem ser afastados



A Conmebol iniciou nesta semana a verificar a integridade de dirigentes sul-americanos que podem assumir cargos na entidade, que são presidente e vices das confederações. A iniciativa faz parte da nova política adotada pela Conmebol após os escândalos de corrupção que atingiram a entidade no “Fifagate”. A averiguação da “ficha-limpa” dos dirigentes está sendo feita pela Comissão de Governança e Transparência – criada no ano passado com a aprovação do novo estatuto da Conmebol – por meio da Subcomissão de Controle.

O colegiado é formado por três dos sete membros que compõem a Comissão de Governança e Transparência da Conmebol: o colombiano Ernesto Lucena Barrero (presidente), o brasileiro Wladimyr Camargos (vice) e o equatoriano Galo Yerovi. A primeira reunião sobre os trabalhos de “checagem” dos dirigentes ocorreu na última segunda-feira, na sede da Federação Colombiana de Futebol, em Bogotá.

O representante brasileiro ressalta que qualquer dirigente do alto escalão das confederações poderá ser afastado caso a Subcomissão encontre irregularidades durante a gestão. Além disso, os candidatos na próxima eleição da Conmebol também terão que ter o aval do colegiado.

– Não posso citar casos concretos mas essa é a nova política da Conmebol. Se o dirigente não estiver dentro das novas normas, poderá ser afastado – comentou Camargos.



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