Intervalo entre jogos no STJD? Fenapaf promete vigiar quem voltar das seleções



Diante da homologação na Justiça do Trabalho do acordo entre a Fenapaf e a CBF para que seja respeitado o intervalo mínimo de 66 horas entre partidas, o sindicato dos atletas promete que ficará de olho até no procedimento dos clubes em relação a jogadores que defendem as respectivas seleções nacionais e “voam” para entrar em campo menos de 66 horas após defenderem os países. A ideia é evitar que um jogador atue, por exemplo, na terça e na quinta da mesma semana ou até em intervalo menor.

Pelo acordo homologado ontem, a CBF se comprometeu em tornar os clubes que desonrarem o intervalo de 66 horas passíveis de denúncia no STJD por escalação irregular de jogadores (artigo que prevê perda de pontos). Diante disso, a ideia da Fenapaf é enviar notícia de infração ao Tribunal, caso algum jogador de seleção vá a campo sem o tempo regulamentar de descanso.

A audiência de ontem que selou a homologação do acordo teve uma situação inusitada porque o ex-presidente da Fenapaf, Rinaldo Martorelli, que preside o sindicato de São Paulo, apareceu no TRT de Campinas tentando melar o acordo. O argumento dele, que não faz mais parte da Fenapaf e cujo sindicato está suspenso da entidade nacional, era que o intervalo acertado era pouco. Mas aí a juíza responsável interveio e rejeitou a argumentação. Martorelli é oposição à atual administração da Fenapaf.



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