Globo vê perda de visibilidade da Seleção em transmissão feita pela CBF



Nos corredores do Grupo Globo, a avaliação é que a Seleção Brasileira perdeu visibilidade e houve “depreciação do produto” após o novo sistema de transmissão da equipe adotado pela CBF e que deixou de fora a emissora carioca. Segundo informações da coluna, os comentários de diretores da Globo é que todos no país perderam: torcedores, patrocinadores e a própria equipe comandada por Tite.

Para basear a avaliação, a Globo aponta números de audiência obtidos com o amistoso contra o Japão, realizado em 2014, em Cingapura, e que ocorreu em horário semelhante (entre 7h45 e 9h45) ao do confronto contra a Argentina. Segundo a emissora, nesta partida foi registrado uma audiência de 11,1 pontos em São Paulo.

Segundo dados da prévia do Ibope obtidos pela coluna, a TV Brasil atingiu 0,6 e a TV Cultura 2,3 pontos de audiência. Além dessas emissoras, a CBF também exibiu a partida em outros três plataformas de mídia: celular (Vivo), internet (Uol) e rede social (Facebook).

 



  • Ernesto Antunes

    Concordo plenamente. O problema é o monopólio da Globo em relação a nossa Seleção. Vi o jogo pela TV Cultura e graças a Deus, sem o bobão Galvão Bueno.

    • Cleiton Oliveira

      tirando que o jogo é narrado, não comentando o jogo inteiro, hoje pude saber o nomes dos jogadores coisas que a anos a globo não fala nome de jogador ..

  • Larissa Kelly

    A Globo ainda não entendeu que a maior parte das pessoas assistiram pela internet. E justamente porque não foi transmitido por ela! Que a CBF, os clubes brasileiros e os patrocinadores não caiam nesse papo!

  • Marco Aurélio Amaral

    Esse papo da Globo é pra boi dormir, eu assisti o jogo na Tv Brasil e adorei não ter ouvido as vozes dos bobões Galvão, Arnaldo e Casagrande…..tirando os comentários do Pelé a transmissão foi ótima. CBF por favor continue assim…valeu.

    • Kosmo Ferreira

      Marcos Aurélio Amaral, só pra constar, essa avaliação partiu nos corredores do Grupo Globo, ou seja, opinião interna que não corresponde ao da massa.

  • Sergio Roquette

    Aqui é complicado saber o que é PIOR: escutar o “mala” Galvão Bueno, que NÃO transmite o jogo, ou dar força para essa CBF de ladrões, corruptos e safados. A CBBleFe.

  • Fabio Silva

    Grandes empresas nao costumam dar tiro no pé, a CBF pediu um valor absurdo para a globo transmitir 2 jogos da seleção , se não me engano foram r$ 14 mi. , Horário ruim e numa sexta feira = retorno ruim , se fosse num final de semana e um jogo importante com certeza a globo teria comprado a transmissão , afinal são só negócios meu povo.

  • Ri_Kardao

    Pior que é verdade, a grande massa nem se quer sabia que iria ter jogo. Eu por exemplo, mesmo que soubesse não deixaria de fazer outras coisas no meu pc, pra ver jogo da seleção. Agora se fosse do meu Mengão, ai se eu largaria tudo.

  • Dalton S

    Curiosamente, o Brasil ganhou mais copas do mundo num tempo em que a sua visibilidade no exterior era pequena: Em 1958 o mundo descobriu Pelé.

    Em 1962, descobriu que não necessitávamos do Pelé, mas tínhamos Garrincha.

    Em 1966, quando o mundo imaginava que com os dois ganharíamos novamente, veio o maior dos nossos fiascos.

    Em 1970, quando mundo nem supunha o que poderia haver por detrás daquela administração militar do futebol, ganhamos novamente com a melhor seleção de todos os tempos.

    Isso chamou a atenção do mundo e só voltamos a ganhar outra em 1994, quando ele já havia nos esquecido como ganhadores e havíamos conseguido perder duas copas seguidas com um futebol apenas bonito.

    O tetra foi o grande responsável por colocar-nos de vez na atual “Vitrine” em que ganhamos o penta de 2002.

    Depois disso, só conseguimos perder novamente uma copa em casa, na única vez em que uma seleção europeia conseguiu sagrar-se campeã em território americano e, atualmente, o mundo vem observando com os imensos olhos da imprensa o sucesso da atual dupla: Neymar-Tite.

    Pra finalizar, três desses cinco títulos aconteceram antes da globo tomar definitivamente as rédeas do nosso país do futebol, logo, a propaganda dela entende muito mais de derrotas do que de vitórias.

    • Dalton S

      nota – Sexta-feira cedo o torcedor brasileiro aprendeu uma lição:

      – Até uma derrota pro nosso maior rival continental fica menos dolorosa sem o galvão bueno narrando.

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