Acertos na parte elétrica e permuta: meios de baratear Parque Olímpico



Foto: Gabriel Heusi/brasil2016.gov.br

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Uma questão que dificulta a projeção exata de custo de operação para cada uma das arenas do Parque Olímpico da Barra tem a ver com energia elétrica. Apesar de as Arenas Cariocas 1 e 2 estarem com o Ministério do Esporte e a Arena 3 ser de responsabilidade da Prefeitura, elas estão conectadas ao mesmo relógio. Ou seja, a cota de luz é “casada”. A ideia, por conta disso, é individualizar a alimentação de eletricidade e também água de cada equipamento.

Outra estratégia para evitar o crescimento de gastos é fazer uma espécie de permuta com organizações ou confederações que utilizam o espaço do Parque para eventos. O plano é simplificar. Em vez de cobrar um montante de aluguel, o que faria com o que o dinheiro demorasse a retornar em forma de investimento para o espaço, o “preço” pelo uso se transforma em um serviço determinado, como ajustes de acabamento necessários após o processo de desmonte da estrutura olímpica. Ainda que seja “pintar uma parede”.



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