TCU cita trabalho ‘parcial’ mas não irá multar presidente da APO



O Tribunal de Contas da União (TCU) considerou que a Autoridade Pública Olímpica (APO) – criado para coordenar as ações para a Rio-2016 envolvendo os três níveis de governo – cumpriu apenas parte das determinações contidas na Matriz de Responsabilidades dos Jogos Olímpicos. E que as justificativas apresentadas pelo então presidente da APO, Marcelo Pedroso, foram “acatadas parcialmente”. Entretanto, o TCU optou por não aplicar multa a Pedroso, responsável pelo órgão.

A posição do TCU é resultado de reunião no dia 29 de março, dois dias antes da extinção da APO, que deixou de existir sem apresentar o custo final das arenas esportivas da Rio-2016.

O relatório do ministro do TCU Augusto Nardes chama a atenção do governo, Ministério do Esporte e dos governos estaduais e municipais do Rio, dizendo que “a não execução dos projetos previstos no Dossiê de Candidatura caracteriza descumprimento de obrigação assumida” junto ao COI, citando, como exemplo, a despoluição da Baía de Guanabara.



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