Presidente do Flamengo cita decreto de lei para pôr fim às dúvidas no Profut



A última assembleia geral da CBF que alterou o estatuto da entidade gerou polêmica por conta do veto à participação dos clubes na reunião ocorrida no mês passado. Parte dos dirigentes, entre eles o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, cita que o artigo 22 do Lei Pelé, alterado pela Lei do Profut, prega a inclusão dos clubes não só no colégio eleitoral da entidade que comanda o futebol como também em sua assembleia administrativa, que na última ocasião reuniu apenas os presidentes das federações.

Para pôr fim às discussões, Bandeira diz que uma das possibilidades é a divulgação de um decreto de lei para deixar claro o que aponta o artigo da lei.

– Eu participei da construção da lei e no meu entendimento os clubes têm que participar da assembleia. Mas se ainda há dúvidas, um decreto de lei poderia resolver essa questão – afirmou o presidente Rubro-Negro.

Segundo Bandeira, o assunto foi um dos temas debatidos na reunião ocorrida em São Paulo, na última sexta-feira, que reuniu os presidentes de outros cinco clubes: Atlético-PR, Coritiba, Fluminense, Bahia e Atlético-MG.



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