COB conversa com confederações e quer plano de trabalho para Tóquio-2020 até março



O Comitê Olímpico do Brasil (COB) tem se reunido com as confederações olímpicas para montar o plano de trabalho visando os Jogos do Tóquio, em 2020. Até março, a entidade pretende finalizar as primeiras avaliações das equipes em cada modalidade e as iniciativas levarão em conta a redução nos repasses de verba por parte do governo.

Um dos desafios para o primeiro ano de ciclo olímpico será a redução no repasse da verba para as confederações por meio da Lei Agnelo Piva. Enquanto em 2016 o total repassado às entidades foi de R$ 131 milhões, neste ano o valor será reduzido para R$ 125 milhões. Além disso, o COB passou a adotar um novo critério para a distribuição da verba entre as confederações, o que levou entidades a terem uma redução de quase 50% para este ano.

Já prevendo a redução na verba para as entidades para 2017, o gerente-geral de performance esportiva do COB, Jorge Bichara, comentou sobre o trabalho em audiência pública, em Brasília, no mês passado.

– Vamos buscar ser criativos e meticulosos nos investimentos, mas ciente por ser o primeiro ano de ciclo olímpico – afirmou Bichara.

 



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