COB monta núcleo para gerir crise nas confederações



Confederação de Basquete suspensa pela federação internacional da modalidade. Confederação de Desportos Aquáticos com processo em trâmite no Ministério Público Federal (MPF) que chegou a afastar seu presidente, Coaracy Nunes e mais quatro diretores. Confederação de Taekwondo com toda a diretoria afastada pelo Tribunal de Justiça do Rio. Esses são alguns exemplos da crise de gestão vivida pelas entidades que comandam o esporte brasileiro e o cenário negativo fez o Comitê Olímpico do Brasil (COB) montar um departamento específico para ajudar as confederações a superar os problemas.

Foi o que comentou o novo diretor executivo de esportes do COB, Agberto Guimarães, que assumiu o cargo logo após os Jogos Rio-2016 no posto deixado por Marcus Vinícius Freire, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, sobre os resultados do Brasil na última Olimpíada. Segundo ele, que é ex-atleta olímpico, foi montado dentro do COB uma área para atuar com apoio às confederações que passam por crise de gestão.

– Nosso objetivo é oferecer ferramentas para que as confederações melhorem seus processos de gestão. Quem tem problemas terá que resolvê-los, pois eles nos afetam também – comentou Guimarães.

Segundo ele, sua volta ao COB após nove anos fora da entidade foi exatamente para estreitar a relação junto às confederações visando “melhorar a governança, gestão e prestação de contas”, conforme citou.

O departamento que tem atuado para auxiliar nas crises das entidades esportivas está sendo liderado pela ex-atleta de vôlei de praia Adriana Behar, que ocupa o cargo de gerente de planejamento no COB.



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