CBV terá orçamento reduzido quase pela metade em 2017



A crise econômica somada à ressaca nos investimentos pós Jogos Rio-2016 obrigará a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) a fazer um corte de até 49% de seu orçamento para 2017. O principal motivo é a redução nos investimentos de empresas parceiras da entidade, como são os casos do Banco do Brasil e da Olympikus, principais patrocinadoras da CBV.

– Estudos apontam que o corte será de no mínimo 40% – afirma Ricardo Trade, CEO da entidade.

Para atingir o índice a ser reduzido, a CBV fará cortes que vão desde equipamentos em arenas, como a não instalação de cadeiras previstas no projeto inicial, à redução nos gastos em transporte, como a melhora na logística dos profissionais que chegam ao Rio e vão para Saquarena de táxi, cujo custo é gira em torno de R$ 250.

– Temos algumas gorduras que podemos cortar e vamos chegar a esse índice sem prejudicar a preparação das equipes – explicou Trade.

O CEO da CBV comentou ainda que a entidade demitiu recentemente sete funcionários e que novas demissões não devem ocorrer para o próximo ano.



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