Presidente do Conselho do Corinthians tem cargo questionado por grupo ligado a Roberto de Andrade



Defensores mais radicais do presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, estão incomodados com a postura do presidente do Conselho, Guilherme Strenger, que deu entrevistas e tem adotado celeridade no processo de impeachment do mandatário. Para atacá-lo, lembram que Strenger é desembargador, o que, segundo eles, o impediria de exercer o cargo. Segundo juristas, o conflito de interesses ocorreria apenas para cargos da diretoria executiva. Contatado, Strenger preferiu não comentar.

Os que tentam brecar o processo de impeachment do presidente do Corinthians citam como base o artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura, que aponta que é vedado a um magistrado “exercer cargo de direção ou técnico de sociedade civil, associação ou fundação, de qualquer natureza ou finalidade, salvo de associação de classe, e sem remuneração”.

Questionado sobre o assunto, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) enviou, através de sua assessoria, o mesmo trecho da lei mas sem especificar a abrangência da norma aos presidentes de Conselho dos clubes.

Apesar do grupo de conselheiros estar ligado a Roberto de Andrade, a posição oficial da diretoria corintiana é que não há conflito de interesses na função exercida por Strenger. O diretor de relações institucionais do clube, Luiz Alberto Bussab, inclusive, lembra que o ex-presidente do Conselho do Corinthians, Ademir de Carvalho Benedito, também era desembargador.

Colaborou Bruno Cassucci

 



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