Mandado de segurança tenta suspender leilão do Canindé



O advogado Maurício de Figueiredo Corrêa da Veiga, que atua para a Portuguesa de Desportos, entrou com um mandado de segurança no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), nesta quinta-feira, para tentar suspender o leilão do estádio do Canindé, em São Paulo. O leilão está marcado para ocorrer nesta sexta-feira. O argumento do advogado é que há incertezas em relação ao real valor do espaço que será leiloado.

– Antes do leilão é preciso ter certeza do valor de avaliação do imóvel. Há muita especulação imobiliária em torno deste terreno. O valor que vem sendo divulgado não condiz com o valor de mercado – comentou Corrêa da Veiga.

O leilão do Canindé foi determinado em ação trabalhista movida pelo ex-jogador Tiago de Moraes Barcellos e a oferta mínima é de R$ 74 milhões, o que corresponde a 60% do valor de mercado do terreno, avaliado em R$ 123,5 milhões. O terreno que pode ser leiloado mede cerca de 42 mil metros quadrados.

Caso o terreno seja vendido, R$ 47 milhões do valor arrecadado será para quitar dívidas da Portuguesa, grande parte em favor do ex-jogador Tiago de Moraes Barcellos mas também envolve outros seis credores trabalhistas. Outras ações também estão em fase de execução e podem entrar no valor da venda do estádio.



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