Renegociação deixa operação de jogos no Maracanã mais barata para Flamengo e Fluminense



A conta gerada pelos custos operacionais do Maracanã já começou a vir menor para Flamengo e Fluminense, fruto do acordo que deu aos clubes a responsabilidade da organização das partidas, não ficando mais com a Concessionária. Antes de acertarem com os fornecedores e prestadores de serviço, os dirigentes, através da CSM, fizeram um levantamento sobre o montante anterior de despesas em 15 itens, como segurança, limpeza, coleta de resíduos, etc. Para cada área, foi feita consulta individual aos fornecedores dos serviços. Assim, foi possível renegociar contratos, gerando uma redução de cerca de 30%.

O levantamento inicial mostrava que o Maracanã tinha custo operacional na casa dos R$ 590 mil, R$ 600 mil por partida. Agora, como o borderô dos jogos recentes mostrou, o Flamengo, com estádio com capacidade total, teve R$ 414 mil de custo operacional. O Fluminense, usando menos setores e, portanto, menos pessoal, teve R$ 367 mil de despesa operacional, o que evitou prejuízo com a partida.

Ainda sem a nova licitação e com a indefinição acerca da saída da Concessionária, os acordos devem continuar nos compromissos dos clubes até o final do ano, apesar de os contratos serem feitos jogo a jogo.



  • Racional

    O ideal para o Maracanã seria a sua gestão e manutenção ser operada pela iniciativa privada. O poder público deve priorizar seus recursos para a saúde, educação, transporte e segurança.
    E neste sentido seria bom que o estádio fosse administrado e mantido pelos clubes, no caso Flamengo e Fluminense, e mais uma empresa sócia que pudesse administrar shows e eventos no estádio e administrar também as partidas de Vasco e Botafogo, quando estes clubes quiserem usar o estádio para suas partidas.
    Penso que este seria o modelo ideal para o estádio.

    • Glauco Luiz Oliveira

      Ninguém duvida dessa solução, o problema são interesses de alguns que querem meter a mão.

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