Profut pode ter nova regulamentação após polêmica entre clubes e CBF



A polêmica sobre a presença dos clubes das Séries A e B nas assembleias administrativas da CBF pode gerar uma nova regulamentação à Lei do Profut. O objetivo é acabar com as dúvidas sobre o artigo que dá direito aos clubes estarem nas reuniões da entidade. A ideia foi comentada, na última terça, antes da audiência pública sobre o primeiro ano do Profut em conversa entre o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, o deputado e dirigente Andrés Sanchez, e o advogado Luiz Felipe Santoro, que representou a CBF no encontro.

Desde que o Profut entrou em vigor, a CBF já realizou duas assembleias administrativas sem a participação dos clubes, que até enviaram uma carta pedindo para a entidade cumprir a norma. A CBF se defende em relação ao artigo apontando interferência do governo em suas atividades para não respeitar a lei.

No texto da lei está que “nas entidades nacionais de administração do desporto, o colégio eleitoral será integrado, no mínimo, pelos representantes das agremiações participantes da 1 e 2 divisões do campeonato de âmbito nacional” em artigo que altera a Lei Pelé.

A regulamentação pode ser sugerida pelo próprio presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que é o representante titular dos clubes na Autoridade Pública de Governança do Futebol (Apfut), órgão ligado ao Ministério do Esporte que foi criado para fiscalizar e debater questões ligadas ao Profut.



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