Conselheiros apontam ‘conflito ético’ caso Marco Aurélio Cunha volte à diretoria do São Paulo



Conselheiros são-paulinos apontam “conflito ético” caso Marco Aurelio Cunha, que é conselheiro vitalício, aceite ocupar o lugar de Gustavo Vieira à frente do departamento de futebol do São Paulo. Como base, citam o Artigo 2º do Estatuto do clube, que diz que “nenhuma função pertinente aos Poderes do Clube poderá, em qualquer hipótese, ser remunerada”.

Hoje coordenador de futebol feminino da CBF, Marco Aurelio Cunha rebate apontando não haver nenhum entrave caso aceite um cargo remunerado no São Paulo mesmo sendo conselheiro. E cita como exemplo o período em que foi superintendente de futebol entre 2008 e 2009 quando recebeu salários.

A oposição, entretanto, será grande a Cunha caso aceite o cargo já que ele não é unanimidade no Conselho do clube. Membros do órgão lembraram até o caso do atual diretor do estádio do Morumbi, José Gonçalves, que teve que renunciou ao Conselho para poder assumir o cargo, em 2004.

Veja abaixo o trecho do Estatuto do São Paulo que conselheiros apontam ter conflito caso Cunha volte a ser dirigente do clube.

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