Briga aumenta pressão sobre Leco para cortar financiamento a organizadas



A briga protagonizada por torcedores organizados do São Paulo após a derrota para o Atlético Nacional, pela Libertadores, reacendeu dentro do Morumbi a pressão para que o clube corte o financiamento às torcidas. O principal alvo é o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que afirmou publicamente no início do ano dar dinheiro e ingressos aos torcedores. Um dos pontos de maior irritação é o fato dos uniformizados terem atacado torcedores comuns logo após a partida. A confusão deixou cerca de 15 feridos.

O link da entrevista dada por Leco ao jornal Folha de São Paulo, em janeiro, circulou na manhã desta quinta-feira no grupo de WhatsApp que conta com mais de 100 conselheiros de todos os grupos políticos do clube. Dirigentes contrários à estreita relação da diretoria com as torcidas citam o que foi feito pelo rival Palmeiras com as organizadas como exemplo a ser adotado pelo clube do Morumbi.

A confusão após o jogo da Libertadores também revoltou os próprios torcedores do clube, que reclamaram em redes sociais e cobraram uma atitude da diretoria do São Paulo (leia mais aqui).



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