Acionada na Justiça pela CBF, ex-patrocinador diz que verde e amarelo não são exclusivas da entidade



Acionada na Justiça pela CBF por usar uma camisa verde e amarela em seu mascote na ação promocional voltada aos Jogos Olímpicos Rio-2016, a Sadia defende ter o direito de usar os uniformes das equipes brasileiras que irão aos Jogos por ter um acordo com o Comitê Rio-2016. Através de sua assessoria, a empresa aponta que “lamenta a postura da CBF” e que as cores usadas na ação “representam o Brasil e, portanto, não são exclusivas da entidade”.

A Sadia foi patrocinadora da CBF por três anos e no último mês de janeiro decidiu romper o acordo por mudanças em sua estratégia de patrocínio. Questionada se via a ação judicial da entidade como uma retaliação por encerrar um contrato que só terminaria em 20122, a empresa respondeu apenas que “independentemente do que motivou essa iniciativa, não vemos nenhum fundamento legal a embasar a ação judicial”.

A visão da CBF para entrar com a ação – interposta semana passada no TJ-RJ – é que a Sadia, por ser ex-patrocinadora, sabia do veto de usar o uniforme da Seleção em ações publicitárias. Na entidade, segundo apurou a coluna, o entendimento é que não há qualquer acordo com o Comitê Rio-2016 de sublicenciar a propriedade intelectual da CBF, no caso, o uniforme, sendo este um caso de marketing de emboscada. Oficialmente, no entanto, a entidade evita se pronunciar.

Além da Sadia, a CBF acionou outras duas ex-patrocinadoras na Justiça, P&G (Gillette) e Seara, que não comentaram o caso.

Veja abaixo a imagem do mascote da Sadia com a camisa verde e amarela que gerou a ação da CBF.

Mascote Sadia 01



  • PALESTRA HILARIA AVANTE ##

    20122 realmente tinha mto tempo de contrato

    • JONAS

      Será que se eu sair na rua com uma camisa verde e amarelo vou ser processado por essa entidade de m…
      Ridículos

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