Diretor da Minas Arena cita ‘ignorância em termos contábeis’ para rebater acusação de fraudes na gestão do Mineirão



Diretor-comercial da Minas Arena, consórcio que administra o Mineirão, Samuel Lloyd diz estar tranquilo em relação às suspeitas de fraudes citadas pelo deputado estadual Iran Barbosa (PMDB-MG) em representação criminal ao Ministério Público de MG.

Além das auditorias feitas por duas multinacionais (Ernst & Young e PricewaterhouseCoopers), ele cita entre os argumentos a impossibilidade de haver fraudes no repasse ao governo pois a ainda não há margem de lucro na operação do estádio. Além disso, diz que o borderô utilizado para apontar irregularidades na receita dos jogos foi de um jogo atípico, a final da Libertadores entre Atlético-MG e Olímpia, em 2013.

– Ele pegou apenas parte da receita dessa partida. Houve muitos pagamentos parcelados e com cartão que caíram apenas no outro mês – aponta Lloyd.

O executivo da Minas Arena diz ainda que a acusação feita pelo deputado mineiro foi apenas uma forma dele obter visibilidade e que o Ministério Público de Minas Gerais está fazendo apenas a sua obrigação de analisar qualquer denúncia.

– Isso tudo ocorreu por ignorância em analisar termos contábeis e acordos de PPP (Parceria Público-Privada) já que é um contrato longo e de difícil entendimento”, completou o diretor comercial do Mineirão.



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